Pular para o conteúdo

Frase de Broliani

VONTADE DE AMAR Amor é doído, amor é sofrido, amor é sentido; Amor é soluço, amor é suspiro, amor é gemido; Amor é ilusão, amor é perdição, amor é solidão. Amor é navalha, amor é fornalha, amor é mortalha; Amor entristece, amor entorpece, amor envelhece; Se não doer não é amor, se não doer não é amor, se não doer...é só amor. Pois amor é furacão, amor é tempestade, amor é só a metade. Mas a outra metade é paixão, a outra metade é coração, a outra metade...é mais que vontade!⁠ Claudio Broliani

Broliani

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Broliani

⁠SOLITÁRIO " Solitário aquele que vê e ouve no contexto à sua conveniência, viverá entre estranhos! " Claudio Broliani
⁠MITOS QUE MENTEM! É nesse Olimpo sem deuses, ... de escarpa afiada e aguda;
Continuar lendo

⁠MITOS QUE MENTEM! É nesse Olimpo sem deuses, ... de escarpa afiada e aguda; Onde a escalada em elipses, ... nos traz marcas profundas. Em busca da Atlântida perdida; Mergulhando sem ver o fundo; Atrás do tesouro mais fecundo; Afunda mais uma alma iludida. Esperar encontrar numa fonte; Que a poção nos de juventude, ... para irmos além da finitude; ... É entregar a alma a Caronte! Mas o Olimpo não nos leva ao céu, e o mar aos tesouros de Atlântida; Não morrer não nos afasta do fel, do fio da vida que corta a carótida. Não faça dessa falsa história a sua; Pois a vida não é peça em tragédia; Nasce o sol em espetáculo de dia; Sendo a escuridão o palco da lua! Então contemple do céu a beleza, ... e do mar a sua vasta imensidão; Pois na vida o que vale é a nobreza; De morrer pelo que rege o coração. Claudio Broliani

SUFRÁGIO, FARSAS E SOFRIMENTO - ATO FINAL ...Pelas raias dessa loucura, ...vagueio sem me mover...
Continuar lendo

SUFRÁGIO, FARSAS E SOFRIMENTO - ATO FINAL ...Pelas raias dessa loucura, ...vagueio sem me mover... Das imagens que posso ver, Uma brilha em noite escura. Formas e faces destorcidas, Vultos disformes a me seguir, Entre horrendas vozes a ganir, Palavras lúgubres proferidas. Uivo sinistro de toque sórdido, De punhal a perfurar o peito, Imóvel estirado neste leito, O final em cenário mórbido. Em triste cânticos os acordes, Tocados em hedionda sinfonia, Pelo barqueiro que ri da agonia, Levando almas ao negro hades. No aproximar do nefasto cais. O cheiro pútrido dos pecados. Dos ímpios sendo queimados. Nas eternas chamas bestiais. És ardiloso em sua armadilha, Mercador de falsas promessas, Encarcerando almas possessas, Cria funesta horda em matilha. Mas o epitáfio de ato infernal, Apresenta-nos o inesperado, Imagem de brilho sagrado, Desce dos céus anjo celestial. - Neste não tocarás corruptor! Com este não fizeste o pacto. Pois a ti ele não deste o voto. E nunca foste seu este eleitor. Sendo assim não te pertence, Decretou em tom canoro, Angelical em seu decoro, E pela fé que sempre vence. Alçado em paz por alvas asas, Sou retirado do vil tormento, Deixando pra trás em lamento, O biltre cão em meio as brasas. Saio do cenário em catástase, Entre cortinas de tons matizes, Enquanto apagam-se as luzes, Ouço o público em puro êxtase. Ao palco volto do anfiteatro, Para agradecer a feliz plateia, Que grita em uivos de alcateia, ...confundindo vida e teatro. Andando entre os camarins. Penso na real pantomina. Do político e da colombina. Que nos fazem de arlequins. Claudio Broliani