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Frase de Júlia Figueiredo

⁠Imagine um dia onde os céus se abrem para qualquer petição. E que seus ouvidos estão atentos a toda resposta. Imagine um dia em que novas chances nascem com o sol. E as dores se põem com ele. E que o perdão pode ser dado e recebido sem empurrar com tanta força. Imagine um dia em que a dor não te paralisa. E em que o universo se inclina para te ouvir com atenção. Onde se respira e o ar vem sem formar um nó no caminho. Onde o vendaval que sempre bagunça a casa não leva embora a paz. Imagine um dia em que a vulnerabilidade seja sua maior força. E ser o que se quer ser é a chave para romper todas as barreiras. Imagine um dia em que tudo é possível. Esse dia pode ser hoje. Você só precisa dizer: que assim seja! Cada dia nasce consigo uma infinita particularidade de sim's. Não seja um objetor hoje!

Júlia Figueiredo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Júlia Figueiredo

Antes de qualquer coisa, devemos criar espaço para nossa espiritualidade e só a partir daí nos abrirmos às demais criaturas. Saltar e a rede aparecer? Filosoficamente catastrófico, mas (realmente) é o passo da morte que traz renascimento.
Assentada sobre a rocha alta e aquecida, aguardando mais um pássaro pintar essa tela. Ouvimos a corredeira, tocamos a água do leito. Sentimos o calor na pele. Queremos voar para refrescar a alma. Queremos a liberdade de ascender. O vento parece forte, mas não suporta nossa bagage…
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Assentada sobre a rocha alta e aquecida, aguardando mais um pássaro pintar essa tela. Ouvimos a corredeira, tocamos a água do leito. Sentimos o calor na pele. Queremos voar para refrescar a alma. Queremos a liberdade de ascender. O vento parece forte, mas não suporta nossa bagagem pesada. Aqui de cima pensamos como deveria ser, como deveríamos ser. E concluímos estar fora de alcance. A corredeira balança os galhos, contorna a rocha, nutre o limo, compõe a tela. Mas ainda esperamos o pássaro pintá-la. Está mais calor que antes. O Sol queima a pele. Os olhos recolhem-se ainda mais. A tela está menor. Mas com dificuldade, ainda aguardamos o pássaro passar, ditando como deveríamos ser. Está queimando, está ardendo, e com os olhos fechados, sentindo o vento bater sem refrescar a pele, me pergunto como seria se soubéssemos que desmoronaríamos. Lancei-me. “Como pensávamos que poderíamos voar, agora mergulhamos”. E o fazemos com tudo que somos. A coragem de ser livre.