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Frase de Nicola Vital

⁠O HOMEM DO MAR O indolente navegante que veleja Além-Mar – Sol a pino Nutre-se no vazio do tempo insolente e fugaz dos mares tênues Sob o vento a seduzir as flâmulas. Que aportam órfãs mães por seus amores E suas viúvas a sonhar em solitários portos Sobre o tremular das águas no sal de sua íris Ah, insensato homem do mar! Você só tem as águas salgadas do mar e o vento! Que emana os eflúvios dos corpos sedentos daquelas que perecem solitárias Aos portos incólumes destes mares glaucos.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.