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Frase de Eduardo Chiarini

⁠O poeta morreu No entanto sobreviveu, a um cruel tirano, que lhe fez encomenda, de narrativa heroica, o poeta criou parábola, como homenagem Aos tiranos sem coragem. Este enfurecido ordenou a decapitação, O poeta não tinha cabeça, tinha uma luz no coração Brilhando... Arrancaram-lhe o coração e deram aos cães, Estranhamente a luz mais brilhava, iluminando a multidão Que delirante sorria e dançava, festejando. O tirano se retirando. Largas passadas, seguido de sua guarda, que entoava a toada Declamada do poeta. O poeta viveu muitos anos, sem cabeça e sem corpo, apenas com a luz brilhando, escrevendo poemas e rimando, invisível, era visto em bares, iluminados pela luz. Contam que um dia uma outra luz, surgiu, e em harmonia, levou-o para ninguém sabe. Sabe-se que até hoje, a toada simples e ritmada, é cantada.

Eduardo Chiarini

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Pensador.com

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Encontro Desafortunado Em um encontro desafortunado, a mentira, a traição e o jogo sujo, resolveram agir contra a humanidade, numa conspiração da maldade. A mentira dizia que amava, e sorria, mas mentia, A traição vestia-se de perdão, e ria, traía, O jogo sujo, este terrível complicador, Não se importava com a dor, De qualquer um ao seu redor, E a nós, impunha mais e mais desamor. Até que um dia, a poesia chegou. E na profundidade da alma calou, Dissipou todas as dores, e em versos bonitos e incisivos presenteou-nos com sorrisos. Poema inspirado em uma conversa com Léa. ⁠