Pular para o conteúdo

Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

SONETO EM REVERENCIA Evocar o tempo, e nesta saudade em rudez as lembranças são qual suspiros de tua ida o silêncio invasor na casa após a tua partida pra morte, igual, desfolho outonal em palidez Fatal e transitório, a nossa viveza é vencida pelo sopro funesto, ao sentimento a viuvez Julho, agosto, setembro, vai-se mês a mês ano a ano e outro ano a recordação parida Da saudade filial, que dói numa dor doída de renovação amarga e de vil insipidez que renasce na gelada ausência sofrida No continuar, o vazio, traz pra alma nudez chorada na recordação jamais esquecida... Neste soneto solene: - sua bênção outra vez! © Luciano Spagnol poeta do cerrado 13 de julho, 2016 Cerrado goiano morte de meu pai Naquela madrugada, o seu silêncio escreveu saudades e com ele sua morte trazia... Acordaste do sonho da vida, e tuas lembranças, nos acolhia. copyright © Todos os direitos reservados. Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol

Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei
Continuar lendo

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei No chão, e da terra então, eu me achei Se daqui eu sai, hoje, meu lugar é aqui Mas há ilusão no tempo, se acolá e ali Outros houve, e assim, eu então farei Caminho, na diversidade, caminharei Num ardor sublime, na terra araguari Ah! Ó saudade de cólera tremenda Os sonhos sonhados agora fugitivos E as lembranças ao coração inflama Poetizaram nas rimas desta lenda A emoção tão comuns dos vivos Os desenganos os deixo na lama. © Luciano Spagnol poeta do cerrado Novembro, 2018 Triângulo Mineiro Olavobilaquiando

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação
Continuar lendo

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação A alma gretada cata os sábios Fundamentos do terno coração Ardendo o pedido de socorro Sufocados no amorfo pulmão Onde a erudição se faz forro E manta das quedas do coração O corpo chora as agonias E o alarido estridente uivo aflito Tentando cuspir arrelias Das entranhas num seco grito © Luciano Spagnol poeta do cerrado 06/08/2012, 18’58” Cerrado goiano