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Frase de Rosangela Calza

⁠Viva o amanhã, amanhã. Onde estão seus pés neste momento? Aqui, bem aqui... não é? Exatamente no presente. Você consegue dar passos no futuro? Ou voltar atrás e evitar alguns passos dados? Não, não consegue... então dê um passo, ou nenhum... deixe seus pés seguirem em frente na hora em que tiverem de seguir, de seguir e de seguir o seu eterno presente. No mundo físico, você consegue ouvir sons do futuro? Sussurros do passado? Não, não consegue... então fique atento ao aqui e agora, que é a única coisa que você tem. Você consegue fazer as coisas que estão determinadas a serem feitas ali na frente... ou eliminar aquelas que você não deveria ter feito de jeito nenhum - sim, aquelas que você se arrepende profundamente de ter feito? Não, claro que não... você projeta, joga pra frente com a sua mente, mas não consegue materializar nenhuma delas no seu aqui e agora, mesmo com todo o esforço do mundo. O presente é como deve ser, as coisas são com devem ser. Tudo o que acontece reflete o querer de algo, ou de Alguém muito maior do que você pode imaginar (pra mim, é de Alguém mesmo; pode ser que pra você seja de algo... o Universo, por exemplo). Este seu momento é o que é porque é assim que deveria ser... não lute contra o esquema das coisas (ou de Deus como acredito eu). Tudo é, na maioria das vezes, imprevisível. O seu futuro é imprevisível, sempre... até suas emoções, na maioria das vezes, são imprevisíveis... ou não!!?? Viva com os pés no chão, no aqui e agora... mas pode sonhar... sonhar nunca fez mal a ninguém.

Rosangela Calza

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Respeitem meu espaço, please! Quero poder gritar. Quando algo está a me incomodar. Se tento me controlar... Nada pior pra me desestabilizar. Manter silêncio? Dentro de mim esse silêncio é estrondoso... bombástico. Pronto a tudo explodir... ou implodir. E me fazer sumir. Quero chorar rios de lágrimas. Lavar a alma. alvejar... purificar. E continuar livre, leve, solta... pela vida a saltitar.

⁠Continua sendo intolerável viver. Não entendo por que se comemora tanto o nascer. Nasce-se e começa-se a morrer.
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⁠Continua sendo intolerável viver. Não entendo por que se comemora tanto o nascer. Nasce-se e começa-se a morrer. Que graça há nisso? E se fala em esperança... Que ironia. Toda noite sucede o dia... Luzes... depois sombras. Momentos de paz, sim... Mas há tantos mais de agonia. Somos solitários... Embora as pessoas se iludam que o estar rodeadas de gente é estar em companhia. Seguimos na nossa tristeza. Colocamos máscaras. Não nos desvendamos totalmente... Expomos só o que nos convém. Escondemos o que aos outros mostra que não estamos bem. Envolvidos em trapos... Farrapos... Há sempre algo de demente no viver. Dormir e acordar. Tudo é uma luta inútil. Tudo tanto faz. E eu? Bem, eu sigo triste e amargurado... Descalço, por este mundo de pedras e espinhos pra todo lado

⁠Minha solidão Parecia minha aquela solidão Era um vazio tão profundo,
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⁠Minha solidão Parecia minha aquela solidão Era um vazio tão profundo, um andar tão só no mundo, um tormento de isolamento. Parecia minha aquela solidão... Vinha sempre tão sozinha, só acompanhada de seus fantasmas só com coração repleto de solidão. Só, sozinha em sua solidão, só queria que alguém na multidão estendesse pelo menos uma vez a mão... e lhe tocasse o solitário coração.

Vá e não volte Vou até ali na frente e não volto. Na vida, tudo deveria ser assim... vá e não volte. Não volte, porque se voltar pode se perder outra vez. Todo mundo deveria nascer sabendo disso. Viver é seguir em frente... não ficar dando voltas, andando em círculos...
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Vá e não volte Vou até ali na frente e não volto. Na vida, tudo deveria ser assim... vá e não volte. Não volte, porque se voltar pode se perder outra vez. Todo mundo deveria nascer sabendo disso. Viver é seguir em frente... não ficar dando voltas, andando em círculos... Lembra como era antes da sua última partida? Você cansava de mim e partia... eu, por dentro, sorria. Sabia que você voltaria. Só que de tanto você partir e eu sorrir... os sorrisos acabaram... agora, quando você parte, eu choro. Só choro. E eu não quero gastar o meu choro... eu não quero chorar até não ter mais lágrimas... então, por favor, vá e não volte. Agora a cada partida sua, atravesso desertos dentro de mim. Você volta... um oásis... até que enfim. E quando eles tiverem fim? Então, vá e não volte. Não quero os desertos, nem os vales de lágrimas... Se você gosta de mim um pouquinho só... então, vá e não volte. ⁠