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Frase de Marian Keyes - livro melancia

Ah, não chore, pensei, desesperada. Acho que estou enjoada de toda essa história de novo homem. Pare de estar em contato com suas malditas emoções. Mantenha-se afastado do seu lado feminino! Se eu encontrar você perto dele, dou-lhe uma bofetada

Marian Keyes - livro melancia

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Marian Keyes - livro melancia

Se você deixa de ter alguém ou alguma coisa, sente sua perda e, depois, passado algum tempo, preenche o buraco que ficou em sua vida, a ausência, aos poucos, fica cada vez menor e, afinal, desaparece. Há um sentido na dor. Há um motivo e uma direção para ela.
Meu Deus! Eu detestava aquela história de ser adulta. Detestava tomar decisões quando não sabia o que haveria escondido por trás da situação. Desejava um mundo onde as coisas boas e más tivessem rótulos claros. Onde música sinistra começasse a tocar no instante em que o vilão apa…
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Meu Deus! Eu detestava aquela história de ser adulta. Detestava tomar decisões quando não sabia o que haveria escondido por trás da situação. Desejava um mundo onde as coisas boas e más tivessem rótulos claros. Onde música sinistra começasse a tocar no instante em que o vilão aparece na tela, de modo a não se poder confundi-lo com o mocinho. Onde o que lhe pedem é para escolher entre brincar com a linda princesa, no jardim perfumado, ou ser devorado pelo monstro horroroso, no fosso fedorento. Nada de muito difícil, entende? Nada que force a pessoa a se angustiar a respeito nem que lhe tire o sono a noite inteira. Ser uma vítima não é uma coisa lá muito boa, mas, que diabo, tira um bocado da confusão das coisas. Pelo menos você sabe que está certa.

Ele era parte de mim. Se meu braço caísse do meu corpo, eu não diria: “Deixe que fique assim, no momento certo ele voltará, se for esse o caso. Não adianta forçar as coisas. Talvez você só consiga afastá-lo.” Afinal, era meu braço, e ele fazia muito mais parte de mim do que qualq…
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Ele era parte de mim. Se meu braço caísse do meu corpo, eu não diria: “Deixe que fique assim, no momento certo ele voltará, se for esse o caso. Não adianta forçar as coisas. Talvez você só consiga afastá-lo.” Afinal, era meu braço, e ele fazia muito mais parte de mim do que qualquer braço velho. Eu precisava muito mais dele. Amava-o muito mais. Simplesmente não podia viver sem ele.