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Frase de Pamela Marques

Eu só preciso deitar a cabeça em teu ombro enquanto a chuva cai lá fora. Então deixa, bonito, desenhar estrelas nos teus braços enquanto tu me envolves aquecendo-me do frio. Só quero me apaixonar todos os dias pelo teu sorriso largo e cheio de vida. Pelas tuas frases piadistas e cheias de segundas, terceiras e quartas intenções. Pelo teu jeito alegre de ver a vida e por me plantar flores em meu coração. Só preciso disso. Que meu coração seja acomodado dentro do teu peito como se ali, no seio de tua mãe, ele tivesse sido gerado. Eu só preciso saber que há muito de nós em tudo que vejo por aí. Nas nuvens que se formam no céu desenhando corações ou na lua que banha os enamorados na praça da cidade. Eu só preciso entender que a gente se tem desde sempre, desde o primeiro olá, até o primeiro: deixa de ser besta. A gente só precisa entender toda essa coisa toda, enquanto não compreendemos me deixa aqui, quietinha, tocando teus cílios que dançam e fazem poesia.

Pamela Marques

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Pamela Marques

Havia uma árvore naquela rua branca de ladrilhos avermelhados. Ela era bem alta, vigorosa e tinha umas florzinhas brancas, menores que flores de laranjeiras, bem menores. Elas tinham um cheiro forte, porém adocicado. Tão doce que causava tontura se você inalasse seu cheiro bem de…
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Havia uma árvore naquela rua branca de ladrilhos avermelhados. Ela era bem alta, vigorosa e tinha umas florzinhas brancas, menores que flores de laranjeiras, bem menores. Elas tinham um cheiro forte, porém adocicado. Tão doce que causava tontura se você inalasse seu cheiro bem de perto. Não importava. Ela tinha cheiro de infância, lembranças da adolescência. Ela era pura saudade.

E então me é justificável o que balança e estremece cá dentro. Porque eu te vejo e tenho nos momentos mais difíceis, nas horas em que o mundo me incita a gritar, tu me fazes sorrir. Me é doce teus nãos, teus sims e tuas maneiras de se importar. É que tu não sabes, mas me é porto…
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E então me é justificável o que balança e estremece cá dentro. Porque eu te vejo e tenho nos momentos mais difíceis, nas horas em que o mundo me incita a gritar, tu me fazes sorrir. Me é doce teus nãos, teus sims e tuas maneiras de se importar. É que tu não sabes, mas me é porto agora. É vontade tremenda, é refúgio. E então eu sempre volto a ti, porque a felicidade se encontra aí: nos teus dedos e palavras.