Frase de Poeta Urbano - 150712
Domitila e a Ira Em uma tarde de carnaval. Domitila conheceu Pedro. Pedro homem serio, digno do amor de Domitila. Foi amor a primeira vista. Domitila amou Pedro por infinitas luas. Até que chegou a tempestade e separou ambos. Decidiram ser bons amigos. Mas veio a tempestade e levou a amizade. Domitila foi picada pela mosca da ira. Brigou com o Pedro. Zangou-se seriamente com ele. Passou a tratá-lo como os outros. Ignorava-o Pedro insistia em reconquistá-la. Enviava-lhe poemas infantis e bobos. Pedro oferecia rosas românticas. Mas, nada adiantava. Domitila permanecia implacável em seu estado de ira. A ira com o tempo amadureceu. Se transformou em ódio. Do ódio veio o asco por Pedro. Nem suportava mais ouvir falar de seu nome. E assim o tempo passou. Pedro morreu de amor, extasiado em meio a um último poema. E Domitila nem uma lagrima derramou. Passou os anos. E a mágoa besta permaneceu no seu coração. Até o seu último dia de vida. Onde em seu último suspiro envolto ao delírio. Disse: Pedro meu amor. Ai vou eu...
No pensador.ai desde