Frase de Everton Medeiros
UMA AUTOANÁLISE PSEUDOPOÉTICA é de se concluir, pseudopoeta que és um ignorante convincente és iniciante numa arte em ti inexistente o sonho diletante é de ti assim distante no importante divagar, és inteiro devagar e, de tanta divagação, vago sempre estás não dominas a arte que te abomina quando esvai por entre toscos dedos os segredos da alma feminina
No pensador.ai desde