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Outras frases de Gabriela Scheid

poupa o peito gasta a ironia o teu sujeito
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poupa o peito gasta a ironia o teu sujeito é pre dedicado ao meu (finjo que creio logo, poupo linha)

Incenso aceso Rabiscos nas paredes Arrisco também no papel.
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Incenso aceso Rabiscos nas paredes Arrisco também no papel. Violão pendurado Sem lugar pra tanto quadro Os deixo no chão pegando pó Livros e mais livros De realidades distintas Transbordam da estante Derrubando as tintas Que derrubam os pincéis E apagam o incenso. Roupas poucas no armário Tudo com fácil acesso Devido a falta de memória E a falta de paciência. Tênis, cortina, cobertas, rotina Escuros As cores que alegram o meu quarto A luz que ilumina os dias, Além do meu cabelo claro Vem do peito. Irradia.

Durmo pouco Quase nada Descabelo o sono
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Durmo pouco Quase nada Descabelo o sono Coloco-lhe pijama Faço até cafuné Pago a janta De graça Desgraça Aparece agora Quando os olhos Devem ficar abertos E a boca fechada Sem bocejo Lhe agradeço. - De nada. E dá risada

O sono é aquele amigo preguiçoso sempre o último a chegar Esquento o café e sento na varanda
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O sono é aquele amigo preguiçoso sempre o último a chegar Esquento o café e sento na varanda o que será que eles fazem a esta hora lá fora neste frio? - me pergunto não interessa - o vento corta Aquele amigo preguiçoso que quando senta no sofá não quer mais ir embora invejo o gato que dorme desde cedo Planejo o próximo dia, as coisas que precisam ser feitas, aquelas coisas de adulto sabe Mas deixo o silêncio prevalecer não sou submissa à ele, apenas uma antiga admiradora Aquele que sempre te deixa na mão quando você mais precisa