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Frase de julioraizer

Não repare o reparo que fiz nas nuvens. Elas voavam saudosas! A noite não é tão escura assim! Apaguei as estrelas para que elas não me lembrassem que existe algo brilhando lá em cima. Um universo talvez. Daqui não enxergo muito longe. O vento rodopia ascendente. Leva o perfume da carne, traz o cheiro do jardim. Forte e decidido, esse mesmo vento poderá virar temporal. A brisa seguiu viajando solitária. Não é tempestade, não é exagero. É importante cultivar o jardim.. Na simplicidade das coisas ditas habita a verdade daquilo que se diz. Apenas digo! O universo diz. A imensidão infinita do mistério das galáxias nos diz. Exageradamente saúdo a magnitude da noite, vejo, me importo. Exageradamente escrevo sobre o pousar do sol, fico ou parto. Exageradamente desdobro palavras, abraço e reparto. Exagerado eu quero à sombra da árvore a sombra da tarde inteira. A alma do poeta é sorrateira. Pouco precisa para entristecer, e pouco precisa para ser feliz. Amo você! Hoje tudo é possível, por isso sonhe ainda mais alto do que já sonhou e conquiste tudo aquilo que ainda não conquistou. (Júlio Raizer)

julioraizer

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Pra mim? Mistérios e segredos de sua matéria perfeita. Ao olhar suas lembranças, as costas em suas reentrâncias provocam um alienado de prazer. Em sua carne, sem muito alarde, o entrelaçar da magia com a ousadia da gata de meiguice angorá. Remete a uma fusão de sentidos, onde o corpo tem cor, as costas tem cheiro e som traz a nota da libido. Querer encostar, recostar, queres costas no mar. Nadando solta, olhando para o infinito e dando as costas para o mundo. Assim você plaina sobre o azul profundo, ganhando vida sem preocupação. Suas costas estão desnudas.. fique assim, nessa mágica curva poética. Sem mover sequer um dedo, é o seu segredo que provoca nessas linhas infinita imaginação.

Malícia Alma capturada, Um sequestro salivar.
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Malícia Alma capturada, Um sequestro salivar. Letras quentes, Com vontade de letrar. Versar a fantasia, e perceber Tão inocente rebeldia No corpo tenro, amanhecer Há maldade? A maldade? Ah, a maldade.. uma sintonia! Repousa num céu de vontades, Encarna a superfície sem espaço. Beija a boca, depois os lábios. Aquilo que alimenta a volúpia, Satisfaz sonhos, vida e saudade.