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Viver é uma dádiva que tem que ser curtida todos os dias, vivamos com intensidade, amemos nossos amigos, nossos filhos, esposas e familiares.
Às vezes o mundo parece girar rápido demais, demais e demais. Eu fico perdido. Chego a ficar louco. Tento pensar no que está acontecendo, mas continua girando rápido demais e então não consigo acompanhá-lo. Realmente não dá pra ter todas as respostas. E pra quê quero ter todas a…
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Às vezes o mundo parece girar rápido demais, demais e demais. Eu fico perdido. Chego a ficar louco. Tento pensar no que está acontecendo, mas continua girando rápido demais e então não consigo acompanhá-lo. Realmente não dá pra ter todas as respostas. E pra quê quero ter todas as respostas? Nem eu mesmo sei! Citação favorita, meu mundo é a citação favorita. Um mundo de indagações e perspectivas diferentes a todo instante. Este mundo, o qual eu não pedi pra tê-lo, assim como uma menina de doze anos não pede pra ser estuprada e conceber outra pessoa que não pediu pra tê-lo. Talvez as perspectivas e as indagações dessa criança sejam melhores que as minhas.Que situação seria essa heim... Todos vivemos em algum tipo de utopia. Banalizados ficávamos se ouvíssemos falar sobre um assassinato ou até mesmo um acidente. Hoje a dor do seu irmão não revela tua compaixão. O mundo que para mim é referente à vida, já teve significado mais singelo do que a ganância por dinheiro. Nossas vidas hoje são ditadas por razões de prazer e sucesso, o que nunca será mais valoroso que amor existencial do início da humanidade; do mundo. O mundo deveria ser regido apenas por citações de amor. Pois eu amo minha vida, amo as pessoas que estão a minha volta pelo que elas são, amo minha família, minha mãe, meus inimigos, meus carrascos, amo sem precisar dizer que amo. Não tem nada mais sincero que as palavras do silêncio, que a transmissão de amor através de um simples olhar e um sorriso. Forma simples de dizer conte comigo, estou aqui se precisar, EU TE AMO.

Não exijo muito.. Exijo paciencia.. ee dedicação a mim.. Sou capaz de suprir todas as loucuras de quem amo, basta amar igualmente, incondicionalmente, sem pensar em fim.
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Não exijo muito.. Exijo paciencia.. ee dedicação a mim.. Sou capaz de suprir todas as loucuras de quem amo, basta amar igualmente, incondicionalmente, sem pensar em fim. Eu quero mais amor, mais carinho.. mais beijos.. mais saudades.. eu quero mais abraços, mais poesias.. mais contato dos corpos. Euu quero... Eu quero querer, te querer.. meio que sem querer. Eu quero, conhecer o amor..amando você !! E eu quero.. Ser que vai te fazer feliz.. querendo que seja assim, do jeito que Você Quiz. Eu quero, e quero muito.. correr de encontro a você, quero ligar toda noite quando não puder te ver.. quero respeitas todas as regras, que se não o fizesse poderiam destruir tudo entre eu e você. Eu quero o melhor que você possa querer.. Eu quero.. Um futuro, uma família.. assim.. Eu e você!

MENSAGEM PARA O MAGISTÉRIO A função mais importante do professor é gerenciar sonhos. Mas nesse mister a amplitude da tarefa é maior que isso: instigar obreiros, fazedores, estimular a inspiração que leva ao domínio do sonhar e do realizar. Iniciativas em torno desse conceito é q…
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MENSAGEM PARA O MAGISTÉRIO A função mais importante do professor é gerenciar sonhos. Mas nesse mister a amplitude da tarefa é maior que isso: instigar obreiros, fazedores, estimular a inspiração que leva ao domínio do sonhar e do realizar. Iniciativas em torno desse conceito é que constituem os elementos essenciais para o aprendizado, e que levam a criança e o jovem a aprender a ser, a conviver, a conhecer, a fazer. São atitudes que permeiam todas as tradicionais disciplinas, porque o aluno não pode ser um repetidor de fórmulas decoradas. Tem que ser um cidadão, um humanista. Por isso, o ato de ensinar requer um grande respeito pelos jovens, pelos seus desejos e pelas suas expectativas. Até porque essas crianças e adolescentes não são nossos filhos, como pontificou o grande poeta Khalil Gibran, mas são "os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma". Para concretizar essa compreensão do universo do magistério, os professores têm, de seu lado, a vocação e a dedicação, e pelo lado da instituição estadual, o apoio que merecem para serem os viabilizadores da vivência ensino-aprendizagem. A capacitação é prioridade. Porque o professor quer e precisa estar atualizado para levar a efeito a nobre tarefa do magistério. Ferramentas importantíssimas para a capacitação de professores foram disponibilizadas. Entre os professores efetivos, não há um sequer sem diploma universitário ou em vias de obtê-lo. Os quase 7.000 que ainda não tinham cursado universidade já receberam esse benefício do Estado, que agora auxilia também as Prefeituras municipais a darem a mesma formação aos seus professores. Dando mais um passo, o governador Geraldo Alckmin autorizou a concessão de bolsa mestrado para inicialmente 2.000 professores da rede pública estadual. É a concretização do sonho da evolução na carreira acadêmica. A Rede do Saber, pólo de divulgação de conhecimento em total sintonia com a era informacional, tem em funcionamento 104 centros de capacitação de videoconferência, e impressiona por sua produtividade e modernidade. A Teia do Saber e os cursos presenciais asseguram o direito indistinto e democrático de todos os professores de se capacitarem. E além disso, já é grande o grupo de professores estudando em outros países, em universidades parceiras. Só o Banco Santander Banespa está enviando mais de 100 professores para um estágio orientado na Universidade de Salamanca. São iniciativas que propiciam a professores que jamais saíram de sua microrregião natal a oportunidade de vivenciar outras realidades, experienciar outras culturas, tomar contato com avanços tecnológicos e didáticos que serão úteis no seu cotidiano profissional e na sua vida pessoal. E que professor não se tornará melhor quando aprimora o seu conhecimento, a sua sensibilidade para as coisas do mundo e a sua capacidade de compreender? O concurso público para quase 50.000 cargos foi mais um progresso na melhoria da carreira pública. E, recentemente, a aprovação de alterações da Lei Complementar 836, que instituiu o plano de carreira, vencimentos e salários para os integrantes do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação, reajustando o salário de todos os professores e funcionários. Nesse universo estão incluídos os aposentados, um grupo de profissionais que hoje repousa da faina diária, mas que durante anos e anos prestou à sociedade o imprescindível serviço de estimular sonhos e de promover realizações. Já que o futuro começa hoje, o professor também quer e precisa ter qualidade de vida. Que se traduz em mais segurança nas escolas, com o programa de segurança escolar. E que se traduz na grande revolução educacional desta gestão, que é o Programa Escola da Família. Locais onde antes nada existia contam agora com a escola como grande centro comunitário de atividades sociais, artísticas e culturais. A comunidade foi para a escola, para todas as 5.306 escolas, como deve ser, e passou a acompanhar os seus filhos e filhas, e a fazer parte do dia-a-dia pedagógico dessas crianças e desses jovens, praticando e exercendo a cidadania nos espaços escolares, transformados em centros de convivência. Esse conjunto de iniciativas mostra o que podemos celebrar neste dia 15 de outubro. Mas, certamente, quem tem mais a celebrar são os alunos, filhos e filhas da ânsia da vida por si mesma, e que através de nós, professores, se lançam como flechas rumo ao infinito. Com certeza toda a comunidade está agradecendo aos professores pelo respeito e pela dedicação que seus filhos recebem, e cujos frutos serão colhidos ao longo de toda a vida. A vocês, queridos professores, mestres na arte de amar, regentes de orquestras em busca de afinação, condutores de sonhos, está endereçada esta mensagem. Vocês são os realizadores. Merecem, portanto, todo o nosso carinho, nesse dia em que o milagre do aprendizado resplandece nas milhares de salas de aula, como em cada manhã. Publicado no jornal Folha de S. Paulo

O poder de fogo da educação Algumas palavras têm o poder de trazer consigo uma imensa carga de sentimentos, emoções, expectativas, sonhos, desejos e quereres. São, a um só tempo, misto de poesia, de filosofia, de arte... Expressá-las e professá-las pode significar a mudança, a t…
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O poder de fogo da educação Algumas palavras têm o poder de trazer consigo uma imensa carga de sentimentos, emoções, expectativas, sonhos, desejos e quereres. São, a um só tempo, misto de poesia, de filosofia, de arte... Expressá-las e professá-las pode significar a mudança, a transformação, a transcendência. A junção de suas sílabas tem uma força capaz de mudar o mundo e, em casos extremos, funciona como um artifício bélico do bem, utilizado pelos desbravadores de novos tempos e pelos descobridores de novos caminhos. São armas que injetam ânimo, coragem, sensibilidade, talento. Dessa forma, podemos definir o amplo leque de sentidos e potencialidades da palavra educação, cuja beleza está em desvendar novos amanhãs e promissores horizontes. A todos nós, educadores, foi concedida a oportunidade de contribuir para promovê-la, transmitindo e propagando o desejo pelo conhecimento. Colaboramos para a criação de realidades mais belas e mais condizentes com os nossos sonhos. Faz parte da natureza humana querer sempre o melhor. Buscar a evolução, o desafio, a superação de limites. Façanhas impossíveis sem a educação como fundamento e passaporte. Ciente da grandiosidade dessa missão e de tudo o que ela pode proporcionar, o governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado da Educação, tem trabalhado para fazer da rede estadual de ensino uma ponte capaz de levar nossos 6 milhões de alunos à aquisição de saberes, de competências e de habilidades capazes de torná-los cidadãos críticos e conscientes, aptos à construção de um futuro erguido sobre os pilares da infinita capacidade humana (que deve ser desenvolvida, incentivada e constantemente aguçada). Nossos programas, projetos e ações têm o objetivo primeiro de despertar mentes e corações para o prazer do aprendizado, da revelação, da epifania que caracterizam o fascinante processo da descoberta. Está sob nossa responsabilidade formar atores sociais talentosos, com maturidade intelectual e emocional suficiente para alcançar não apenas o sucesso profissional, mas a felicidade plena, em todos os aspectos de suas vidas. Todos os nossos alunos compõem um complexo contingente educacional, mas, ao mesmo tempo em que formam um grupo, uma coletividade, são também seres únicos, dotados de histórias de vida singulares, ricas e de natureza incomparável. São meninos e meninas, crianças e jovens provenientes das mais diversas realidades e origens. Muitos vivenciam uma infância e uma adolescência repleta de amor, de cuidado, de atenção e de incentivo de suas famílias. Outros, no entanto, sobrevivem a duras penas numa atmosfera densa, pesada, em nada parecida com o que deveria ser o aconchego e a proteção de um lar estruturado. São desprovidos dos referenciais mais básicos e têm por alimento da alma apenas a esperança depositada em dias melhores. Felizes ou apenas esperançosos têm, como todos nós, carências, problemas, alegrias, vontades, medos, posturas e os mais heterogêneos sonhos. Some-se a isso o fato de estarem atravessando uma fase de formação, de intenso aprendizado, de dúvidas, de questionamentos, de buscas incansáveis... Têm o privilégio, e também a grande responsabilidade, de ter todo um futuro pela frente. Nesse sentido, nossas políticas públicas educacionais levam em consideração, em primeiro lugar, as necessidades mais básicas desses cidadãos do futuro: a compreensão, o respeito por suas diferenças, por seus valores e pela história pessoal de cada um.O desempenho, o sucesso e a ampliação do potencial dos aprendizes dependem de nossa sensibilidade para vê-los como seres humanos e não apenas como números registrados nas listas de chamada. Por meio dessa prática, nós, educadores, poderemos ter a chance de ir além e de também aprender com nossos educandos. Sem essa troca essencial, estamos condenados a perder o brilho, a seiva, o norte... Educar é, sobretudo, nunca deixar de aprender e de acreditar. O primeiro passo para fazer da educação uma possibilidade real para todos já foi dado na medida em que promovemos a universalização do ensino. Os números mais recentes apontam um total de 99% de crianças freqüentando a escola no Estado de São Paulo. Uma vez garantido o acesso aos bancos escolares, nossos esforços convergem diretamente para as melhorias nas condições de aprendizagem - decorrentes do reflexo direto da mudança de filosofia da cultura escolar. Agora, singramos os mares de forma mais habilidosa porque navegamos com um lema comum a todas as nossas rotas: "todo professor é capaz de ensinar, todo aluno é capaz de aprender". E o inverso é absolutamente verdadeiro. Um lema que nos faz respeitar, por exemplo, o ritmo próprio de aprendizado e de assimilação de conteúdos de cada estudante. Um direito do indivíduo que vinha sendo relegado, mas que ganhou força com a implantação, em janeiro de 98, do regime de progressão continuada da aprendizagem, que possibilita o avanço contínuo dos alunos ao longo do percurso escolar, organizando o Ensino Fundamental em dois ciclos de quatro anos cada. Para ampliar os benefícios dessa prática aos estudantes de níveis mais avançados, adotamos a flexibilização do currículo no ensino médio, permitindo a matrícula por disciplina e evitando que o aluno refaça componentes nos quais foi bem-sucedido. Nessa viagem de importância histórica, a sociedade civil organizada tem sido nossa grande companheira. Empresas, igrejas, ONGs, universidades, entidades e associações variadas têm contribuído para que nossos alunos e professores desfrutem uma formação intelectual, física e emocional sólida, com direito ao esporte, à cultura, ao lazer, à arte, à profissionalização, à saúde e, enfim, à conquista de uma vida melhor. Juntos, temos viabilizado a capacitação constante dos educadores por meio de cursos, palestras, teleconferências e congressos. Em dezembro, por exemplo, presenciamos a formatura de 7 mil professores pelo programa PEC - Formação Universitária , programa de educação continuada, cujo objetivo é fornecer aos professores efetivos no ensino da 1ª à 4ª série, com formação de nível médio, de mais de 2 mil escolas de ensino fundamental do Estado, a oportunidade de formação em nível superior fornecida pela USP, Unesp e PUC-SP. Em todas as capacitações, encontros, visitas às escolas e conversas com os representantes da categoria, sempre ressaltamos a importância da aliança entre o aperfeiçoamento técnico do professor e a solidificação de uma postura afetiva em sala de aula. Queremos que nossos aprendizes enxerguem no mestre um exemplo a ser seguido, um amigo com quem possam contar e não uma autoridade acima do bem e do mal. Nas escolas, muitos programas e projetos têm favorecido essa prática mais afetiva e integrada. Os alunos sentem-se incentivados a participar, a descobrir e a mostrar seus talentos. Por isso, é fundamental que a comunidade do entorno escolar e da sociedade como um todo prestigie os eventos constantemente promovidos pelos estabelecimentos de ensino. Foi o que a secretaria - juntamente com a população que transitava pelo Centro de São Paulo - fez durante o mês de dezembro de 2002. Nossos funcionários uniam-se aos populares, sempre ao meio-dia, na Praça da República, para prestigiar os corais natalinos de dezenas de escolas estaduais provenientes das mais diversas regiões do Estado. O programa dos corais nas escolas, bem como aqueles ligados à música clássica, ao teatro, ao cinema, à criação de bandas e fanfarras, à preservação do meio ambiente, ao exercício dos direitos e deveres do cidadão - fortalecimento e reativação dos grêmios, campanhas comunitárias, combate às drogas e à violência, etc. - têm propiciado uma revolução verdadeiramente positiva na vida dos estudantes. Programas como Parceiros do Futuro, Comunidade Presente, Prevenção Também se Ensina, Escola em Parceria, Mutirão da Cidadania e Programa Profissão estão, na verdade, plantando sementes e oferecendo não só para São Paulo, mas para todo o Brasil, a chance de ter, num futuro breve, uma colheita digna dos anseios e do trabalho de todo o seu povo. Que as nossas palavras, corroboradas - e impregnadas - pela verdade impressa em nossas ações, possam colaborar para a discussão, para o debate e para a reflexão em torno dessa educação afetiva e eficaz. Uma educação que privilegia a criação de gerações mais capacitadas, tanto para contribuir para o desenvolvimento e o progresso da ciência quanto para desfrutar todos os seus benefícios. Uma educação que oriente e funcione como a bússola que desvenda as infinitas maneiras de navegar, com sucesso, pelos mares da vida. Publicado na Gazeta Lemense

CAMINHO DAS ARTES E justamente por acreditar na arte como ponte para o conhecimento e para a transcendência é que a Secretaria de Estado da Educação criou o programa Caminho das Artes, cujo lançamento oficial, ocorrido no último dia 4 de julho, no Palácio dos Bandeirantes, conto…
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CAMINHO DAS ARTES E justamente por acreditar na arte como ponte para o conhecimento e para a transcendência é que a Secretaria de Estado da Educação criou o programa Caminho das Artes, cujo lançamento oficial, ocorrido no último dia 4 de julho, no Palácio dos Bandeirantes, contou com a apresentação da peça "Visitando o Sr. Green", interpretada com maestria por Paulo Autran e Dan Stulbach. O evento foi, na verdade, o coroamento de uma iniciativa que há tempos já aproxima os seis milhões de alunos da rede estadual de ensino - bem como seus 250 mil educadores - dos espetáculos teatrais e de dança, da produção cinematográfica, da música clássica e das artes visuais. Desde o ano de 2003 até o primeiro semestre de 2005, os professores e alunos já haviam assistido - dentro dessa mesma proposta - peças como "Coração Bazar", com Regina Duarte, "Hécuba", com Esther Góes, "Tarsila", com Eliane Giardini, "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá" e "Despertando para sonhar", com Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr. Só no período de 25 de abril a 13 de maio, dez mil alunos da Secretaria de Estado da Educação puderam assistir ao espetáculo. Educadores e aprendizes também conferiram a encenação de "Mire e Veja", "O Ó da Viagem" e "Antigo 1850", com grupos especializados em transpor obras literárias para os palcos. Após o final das apresentações, o debate com os atores tem sido uma prática constante, incentivando a reflexão e, conseqüentemente, o aprimoramento dos trabalhos em sala de aula. O objetivo do programa é possibilitar a capacitação contínua dos educadores, além de estender esses conhecimentos artísticos aos alunos. No caso da música, professores e estudantes compartilham o aprendizado sobre o tema por meio do programa "Descubra a Orquestra", que oferece diversas atividades educativo-musicais, organizadas de forma integrada e coesa, com o intuito de ampliar e fortalecer o desenvolvimento cultural e musical de diferentes públicos - crianças, adolescentes e educadores. Os aprendizes e seus familiares podem desfrutar também do Cine Magia, projeto cuja primeira fase teve início em outubro de 2004 com a proposta de levar o encanto do cinema para o Programa Escola da Família. Ao todo, 3.500 unidades escolares dispõem de potencial para abrigar o Cine Magia, que já favorece 507 estabelecimentos de ensino. As sessões são semanais, sempre aos domingos, das 14 às 16h. Juntas, elas já trouxeram 75.555 espectadores às nossas escolas. A escolha dos filmes foi baseada em temas ligados aos quatro eixos do Programa Escola da Família: cultura, saúde, esporte, qualificação para o trabalho. Trata-se de um ponto de partida para estimular a participação de estudantes e educadores em mostras de cinema. Já a ação desenvolvida em parceria com museus é pautada em três vertentes: a capacitação de educadores na área de arte, história e língua portuguesa; o contato com as obras a partir de visitas orientadas para alunos aos museus ou o deslocamento dessas obras originais para as escolas; elaboração e confecção de materiais didáticos referenciais aos trabalhos desenvolvidos. Iniciativas dessa natureza são possíveis porque o governo Geraldo Alckmin tem feito da educação uma de suas prioridades. Prova disso é a disponibilidade de recursos capazes de sustentar programas, projetos e ações de qualidade inquestionável. São mais de R$120 milhões investidos por ano na formação de professores. Para o caso específico do Caminho das Artes, por exemplo, só em 2005 foram destinados em torno de R$1 milhão e 800 mil - verba que já beneficiou 118 mil educadores e alunos. Trata-se de um trabalho que, ressaltamos, tem o respaldo do genial autor de "Memórias Póstumas de Brás Cubas", que, em seu texto "Idéias sobre teatro", publicado em "O Espelho", em 2 de outubro de 1859, afirma: "À arte cumpre assinalar como um relevo na história as aspirações éticas do povo - e aperfeiçoá-las e conduzi-las, para um resultado de grandioso futuro. O que é necessário para esse fim? Iniciativa e mais iniciativa". É isso. Que esse nosso Caminho das Artes prossiga sua jornada bem-sucedida, porque plena de sonhos, realizações, conquistas e esperanças em novos tempos. Publicado nos jornais Correio Popular, A Tribuna e Vale Paraibano

Não exijo muito.. Exijo paciencia.. ee dedicação a mim.. Sou capaz de suprir todas as loucuras de quem amo, basta amar igualmente, incondicionalmente, sem pensar em fim.
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Não exijo muito.. Exijo paciencia.. ee dedicação a mim.. Sou capaz de suprir todas as loucuras de quem amo, basta amar igualmente, incondicionalmente, sem pensar em fim. Eu quero mais amor, mais carinho.. mais beijos.. mais saudades.. eu quero mais abraços, mais poesias.. mais contato dos corpos. Euu quero... Eu quero querer, te querer.. meio que sem querer. Eu quero, conhecer o amor..amando você !! E eu quero.. Ser que vai te fazer feliz.. querendo que seja assim, do jeito que Você Quiz. Eu quero, e quero muito.. correr de encontro a você, quero ligar toda noite quando não puder te ver.. quero respeitas todas as regras, que se não o fizesse poderiam destruir tudo entre eu e você. Eu quero o melhor que você possa querer.. Eu quero.. Um futuro, uma família.. assim.. Eu e você !!

POIS É A verdade pode durar uma vida inteira, perseguir uma mulher madura, assaltada de lembranças provocadas por uma amiga que mexe com uma varinha "o fundo lodoso da memória". E, de repente, a avó percebe uma convulsão na sua realidade, porque de repente outra verdade se sobre…
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POIS É A verdade pode durar uma vida inteira, perseguir uma mulher madura, assaltada de lembranças provocadas por uma amiga que mexe com uma varinha "o fundo lodoso da memória". E, de repente, a avó percebe uma convulsão na sua realidade, porque de repente outra verdade se sobrepõe. Explica. Reduz. E ao mesmo tempo amplia. Pois é. A verdade, em Lygia Fagundes Telles, é tão crua quanto esclarecedora. O que está em seus contos é a vida, sua própria e de outros, tão real e tátil como o chão áspero de cimento. Reli, com assombro renovado, seu Papoulas em feltro negro, que ela incluiu no livro "Meus contos preferidos". Em onze páginas, Lygia roteiriza, organiza, sumariza, romantiza, anarquiza e enfim suaviza e cicatriza uma vida inteira. Ojeriza. Fuga. Medo. Ansiedade. Mentira. Não foi sem intenção que a narrativa das memórias suscitadas por um telefonema se concentre na latrina do colégio. Era o ponto da tangência. O ponto da fuga. A casinha fedorenta era melhor do que a sala de aula, com aquela presença esmagadora, opressora da professora castradora. Mentira! Tão bem dissimulada que pareceu verdade, por cinqüenta anos. E a verdade, um dia, lhe atinge a face como a aba de um chapéu de feltro, ornado de papoulas desmaiadas. A memória é sinestésica. E os elementos formais estão ali, polvilhados no conto de Lygia, a declarar a ação dos sentidos. O tato da memória traz a aspereza do giz, o suor das mãos, o pé que esfrega a mancha queimada de cigarro no tapete. A audição da memória pede que se repita a Valsa dos Patinadores, como se repetiu a lembrança pela voz da companheira sessenta e oito, da escola primária. Mas o cheiro da memória remete, primeiro, a urina. A latrina escura. E eis a visão da memória a denunciar a obliteração. Negro quadro-negro. Trança negra. Saia negra. Feltro negro. No meio do negrume, o sol reflete o seu fulgor majestoso na vidraça. É o esplendor do flagrante descobrimento. "O sol incendiava os vidros e ainda assim adivinhei em meio do fogaréu da vidraça a sombra cravada em mim." Dissimulação - mesmo em meio a tanta luz, há uma sombra. É uma sombra que persegue a personagem até o reencontro com a professora. Sombra, por definição, é uma imagem sem contornos nítidos, sem clareza. Como a professora, morta-viva, "invadindo os outros, todos transparentes, meu Deus!" E Deus, que sombra é esta a que chamamos Deus? Pois é. Neste conto de Lygia, o gosto da memória, ou a memória do gosto, está ausente. Não se manifesta o sabor. Por que não se manifestou o saber, é por isso? O conto é partícula de vida. É meio primo da História. Mais do que eventos, registra caráter, caracteres, costumes, clima, ambiente, formas, cores, preferências, gostos. O conto é uma das modalidades da história feita arquivo. Por isso conto, contas, contamos. O conto oral é o livro em potência, a história em potência. Ambos pertencem a quem os usa, e a quem de seus exemplos faz uso. A escola deve ensinar a ler. Mas também deve ensinar a ouvir. Por isso, também na escola, que é um complemento da família, é preciso haver quem conte histórias. Como Lygia, que nos faz lembrar que é preciso haver a lembrança de uma infância vivida, o acalanto de uma voz querida, contando histórias, ilustrando a vida. Lygia é de uma franqueza pontiaguda. Este conto, em especial, é uma escancarada confissão de humanidade. A personagem é Lygia, ou qualquer um de nós. A personagem é frágil. Conquanto pensasse, a vida inteira, que era forte. Imaginava-se executora. Conquanto pensasse, a vida inteira, que era executada. Humana, enfim. Eis a verdade. Eis Lygia. Pois é. Jornal das Letras, edição de agosto de 2007

O resgate da cidadania Resgatar o conceito de cidadania nas crianças e adolescentes brasileiros é um desafio e, por isso mesmo, o principal objetivo do programa Mutirão da Cidadania - lançado pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. O objetivo é trazer à tona o sentim…
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O resgate da cidadania Resgatar o conceito de cidadania nas crianças e adolescentes brasileiros é um desafio e, por isso mesmo, o principal objetivo do programa Mutirão da Cidadania - lançado pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. O objetivo é trazer à tona o sentimento de nação, de civismo, de solidariedade, de união e de amor aos valores dignificantes que têm sido cada vez menos apreendidos pelas novas gerações. O Mutirão será composto por diversas ações que visam ampliar nos estudantes da rede estadual de ensino a compreensão sobre questões essenciais à sua formação pessoal e profissional. A ética, a nobreza de caráter, o espírito de equipe, o respeito ao próximo e às suas diferenças de gênero, raça, credo e classe social, a preservação do meio ambiente - a começar pelo cuidado e valorização do espaço da própria escola -, o incentivo ao voluntariado e os estudos dos símbolos nacionais constituem as bases principais do programa. Uma das medidas que adotadas para a conquista desses objetivos é o hasteamento da Bandeira e a execução do Hino Nacional nas unidades de ensino, todas as segundas-feiras. A idéia é estimular a criação de espaços voltados ao resgate de valores ligados à vivência da cidadania, ao mesmo tempo em que a utilização da linguagem musical é otimizada como forma de expressão, comunicação e convivência. O programa será desenvolvido por meio de parcerias com as secretarias da Justiça, da Cultura, do Meio Ambiente e da Juventude, Esporte e Lazer, além de instituições como a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Procon e o Faça Parte. Juntas, essas entidades trabalharão a consciência cidadã dos alunos, incentivando a participação ativa dos jovens tanto na escola quanto na comunidade. Elas fornecerão orientações sobre a formação e administração de grêmios estudantis, a realização da coleta seletiva de lixo nas escolas - ressaltando a importância dessa ação para o ecossistema -, a criação de Bandas da Juventude nos estabelecimentos de ensino, a conscientização dos direitos e deveres do consumidor e o estímulo ao voluntariado, que se constituirá em exercício efetivo de solidariedade. Acreditamos que a prática dessas ações será fundamental para a formação de cidadãos críticos que possam ocupar, definitivamente, um lugar de destaque nos cenários político, econômico, social e cultural do Brasil. Vivemos numa sociedade mutante, diversa e repleta de peculiaridades. Independentemente disso, o mundo todo atravessa um período de mudanças radicais que alteram o comportamento das pessoas provocando fenômenos sem precedentes na história da humanidade. Basta lembrarmos o quanto a família se modificou adquirindo novos modelos de estruturação - o que não quer dizer que está mais presente na vida das crianças e jovens. Ao contrário, paralelo às mudanças na estrutura familiar, o mercado de trabalho tem exigido cada vez mais de todos, tornando o tempo que os pais dedicam aos filhos mais escasso quantitativa e qualitativamente. A carência afetiva é a porta de entrada para o recebimento de influências negativas do meio e da mídia - essas últimas por meio da exposição exagerada à televisão e ao computador, sem nenhum critério seletivo. O resultado desse processo é evidente quando observamos a inversão de valores fundamentais à vida em sociedade, favorecendo o consumismo exacerbado, o culto exagerado ao corpo, da superficialidade das relações e a ascensão acelerada da violência e das drogas. Com isso, o papel da escola hoje é muito mais amplo e complexo do que há algumas décadas. Cabe a ela não só ensinar, mas auxiliar a formar o cidadão. Outro fator importante de mudança está na universalização do ensino, que trouxe aos bancos escolares pessoas extremamente diferentes, muitas vezes provenientes de famílias desestruturadas e/ou com situação econômica precária. Essas crianças, até há pouco tempo excluídas do ambiente educacional, necessitam de cuidados e atenções redobradas dos professores. Com a política da escola pública para todos, a rede oficial precisou reestruturar a proposta pedagógica para acolher os mais variados perfis estudantis. Nesse sentido, O Mutirão de Cidadania é uma ferramenta mais do que importante para garantir aos alunos uma formação mais adequada aos desafios impostos pelo século XXI. Machado de Assis, o grande mestre da literatura brasileira, nos forneceu um alento para as adversidades quando disse: "Defeitos não fazem mal, quando há vontade e poder de os corrigir." Se depender de nossa vontade e de nosso esforço, a educação conseguirá, sim, cumprir sua função: ser a bússola para mostrar um norte, um caminho seguro em direção ao futuro. Publicado no Diário do Grande ABC

Considere sua vida uma árvore. Mas com o passar do tempo tudo se acaba, tudo se perde se você não cuidar. Corra atrás dos seus sonhos.... busque um futuro bom.
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Considere sua vida uma árvore. Mas com o passar do tempo tudo se acaba, tudo se perde se você não cuidar. Corra atrás dos seus sonhos.... busque um futuro bom. Estude, saia, trabalhe (mto), aproveite e principalmente VIVA! Mas nenhuma árvore pode crescer se ela não for molhada.. Procure ser uma das gotas da árvore de alguém. Pois ela pode ser uma macieira no seu jardim e lhe proporcionar muitos frutos ( Bruno Carneiro ) ............vida..vida..vida..vida..vida.. ....vida..vida..vida..vida..vida..vida..vida.... ....vida..vida..vida..vida..vida..vida..vida.... ....vida..vida..vida..vida..vida..vida..vida.... ....vida...vida..vida..vida..vida..vida..vida.... ....vida...vida..vida..vida..vida..vida..vida.... ..........a.............tempo........e........... ..............m........tempo......s............. .............i...........tempo...........t........ ..t.......g.............tempo.........u......... .....e.......o..........tempo......d............. ..m.........s..........tempo..........o......... ......p.................família.....t....s......... ....o...................tempo........e........... ........................amigos....m.............. ........................estudo.........p.......... ........................tempo.......o............ .....Pai......................................mae

Magister in libris O escritor é, por definição de sua própria ocupação, do seu próprio fazer, um praticante do magistério. Desempenha essas duas ocupações de maneira tão complementar que é comum observar, em obras literárias, a presença de mestres-personagens. De certa maneira,…
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Magister in libris O escritor é, por definição de sua própria ocupação, do seu próprio fazer, um praticante do magistério. Desempenha essas duas ocupações de maneira tão complementar que é comum observar, em obras literárias, a presença de mestres-personagens. De certa maneira, uma espécie de projeção, em muitos casos. Arnaldo Niskier, por exemplo, é um professor na vocação e um escritor na convicção. Um papel que Gabriela Mistral assumiu, na vida e na arte, com maestria - para usar uma licença poética. Alguns professores são quase icônicos, na literatura. A professora no magistral conto de Lygia Fagundes Telles, em "Papoulas em feltro negro", por exemplo. Todo o seu caráter e a sua dedicação profissional nos são apresentados pela narradora, perdida nas suas memórias e questionamentos de mocinha insegura. Mas há outra professora, na literatura brasileira, que chama a atenção, principalmente pelo que foi impedida de realizar. No denso romance "São Bernardo", Graciliano Ramos põe o personagem Paulo Honório a narrar a sua vida em perspectiva. Começou a vida como guia de cego e, à custa de desonestidade e de uma solidão absoluta, torna-se o dono da Fazenda São Bernardo. A obra trata, por vias tortas, de felicidade. Justamente pelo oposto. Paulo Honório é um homem infeliz. A certa altura da vida ele só queria um herdeiro, e acaba escolhendo, para exercer o papel de mãe, a loura professora Madalena. O fazendeiro sombrio imagina poder subjugar Madalena, mas a moça tem os apanágios da profissão: é solidária, humanitária, e caridosa. Ela não concorda com a exploração a que o marido submete os empregados, humilhando-os pela força e pela opressão financeira. Madalena nunca se rendeu à dominação de Paulo Honório, a tal ponto que prefere a morte a colaborar com a posição desumana do marido. Este, no fim da vida, ao lembrar a perda da mulher que amava, mas que não respeitava, diria: "A culpa foi minha, ou antes, a culpa foi desta vida agreste, que me deu uma alma agreste." E isto era o que Madalena, a professora tinha de sobra: alma. Madalena viveu como professora. E, a despeito de ter sido uma personagem criada em 1934, traz os fundamentos da pedagogia contemporânea. Ensinou pelo exemplo, estudou, buscou, contestou. Superou as vicissitudes pela transcendência simbólica da morte. E deixou legado, mesmo a pessoas que não foram formalmente aprendizes seus. Tanto que, depois de sua morte, os empregados assumem a sua posição revolucionária e vão abandonar Paulo Honório, que enfim enfrenta a decadência, ele que não aprendeu a viver. Não conheceu o prazer de aprender. Cecília Meirelles, ela também uma professora nos escritos, sintetizou numa frase o pensamento da moderna pedagogia: "Ensinar é acordar a criatura humana dessa espécie de sonambulismo em que tantos se deixam arrastar. Mostrar-lhes a vida em profundidade. Sem pretensão filosófica ou de salvação - mas por uma contemplação poética afetuosa e participante." E voltamos ao princípio basilar do magistério na literatura. O escritor e o professor trabalham com três premissas: afeto, solidariedade e compreensão. Há muitas formas de desenvolver conhecimento, mas o ato de educar só se dá com afeto, só se completa com amor. A educação se realiza na sala de aula, em casa, na rua, em qualquer lugar onde haja convívio, principalmente quando se consegue fazer a intertextualidade das cenas da vida com as cenas trabalhadas na literatura. Os professores do cotidiano têm desafios enormes. Têm de conhecer a matéria que terão de trabalhar com maestria e inovação. Isto porque o aluno mudou e já não aceita ser a parte passiva da relação ensino-aprendizagem. Os alunos estão mais inquietos e menos concentrados. O desafio, assim, é ser um problematizador, não um facilitador do processo de aprendizagem. Mas, além da nova didática, o professor precisa de outro conhecimento - o conjunto dos sonhos, aspirações, traumas e bloqueios do seu aluno. O professor disputa com a família desagregada, que não educa e que muitas vezes nem tem essa preocupação. Eis que educar não é fácil; mas é um trabalho que, bem feito, dignifica. Há premissas indispensáveis que devem ser observadas pelo professor: o aluno não é mau, embora possa ser ou estar disperso ou indisciplinado; o aluno não é uma tabula rasa; o conhecimento é prazeroso. Ele, o professor, é o líder desse processo. Seja nas páginas da literatura, nas ruas ou nas salas de aula deste gigantesco Brasil. Nossa homenagem aos mestres de ontem, de hoje e de sempre. Oxalá o Brasil volte a valorizar seus professores. A geração que virá depois agradece. (Artigo publicado no Jornal de Letras, edição de novembro de 2007)

O 'Cinema Paradiso' e a volta às aulas No clássico Cinema Paradiso (1989), do diretor e roteirista italiano Giuseppe Tornatore, o pequeno e sensível protagonista Totó descobre o mundo por meio de uma escola diferente. Uma escola encantada, impregnada de sonhos, desejos, possibil…
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O 'Cinema Paradiso' e a volta às aulas No clássico Cinema Paradiso (1989), do diretor e roteirista italiano Giuseppe Tornatore, o pequeno e sensível protagonista Totó descobre o mundo por meio de uma escola diferente. Uma escola encantada, impregnada de sonhos, desejos, possibilidades. Uma escola travestida de cinema e que prescinde do quadro negro justamente porque ensina, comove e arrebata os corações e mentes utilizando imagens, emoções, sentimentos e ações reproduzidas nas projeções comandadas por Alfredo - espécie de mentor, professor, pai e amigo do eloqüente Totó. É essa vontade de desvendar o mundo, vivenciada pelo pequeno personagem de Tornatore, que pretendemos levar aos alunos da rede estadual de ensino na próxima segunda-feira, quando seis milhões de estudantes voltam às aulas e assumem seus postos de aprendizes nas seis mil escolas do Estado. Estamos convictos de que a maioria de nossos 250 mil educadores tem muito do amor, da generosidade e do espírito apaixonado do velho projecionista Alfredo. Homem que se vale dos filmes e de suas histórias para fazer do menino Totó um ser humano melhor, mais confiante no futuro. Uma criança comprometida com o aprimoramento de seus talentos. Alfredo ministra ao bambino muito mais do que o ofício da projeção das fitas. Sábio, o velho mentor ensina, a bem da verdade, a importância do sonho, a importância de acreditar neles e a necessidade de lutar para que se tornem realidade. Alfredo é um professor na acepção mais completa do termo. Um mestre que, mesmo após ter perdido a visão durante um dramático incêndio no cinema em que trabalhava, consegue enxergar em seu pupilo o grande artista que ele se tornaria um dia. O grande homem que deixaria aquela pequena cidade sem oportunidades em que viviam em busca da concretização de seus ideais. Ideais fundamentados na concepção, na produção e na execução de suas próprias histórias. Histórias, por isso mesmo, mais fascinantes do que aquelas assistidas nas sessões das matinês. É essa a função do educador. É essa a missão das instituições de ensino. Despertar potenciais. Descobrir dons adormecidos. Injetar confiança em crianças e jovens muitas vezes descrentes de seu valor, de sua singular capacidade de escrever belos roteiros para suas vidas. Nesta época do ano, em que retomamos as atividades do processo ensino-aprendizagem em nossas escolas, faz-se necessário refletir sobre o modo como devemos "seduzir" nossos alunos para a beleza da vida e para as diversas maneiras de torná-la melhor, a cada dia. As salas de aula podem, sim, ser tão atraentes quanto as telas de cinema. Até porque é por meio delas que começamos a aprender mais sobre nós mesmos, sobre os que estão à nossa volta e sobre os que estão distantes. É nelas que deparamos com a melodia da poesia, com a dança frenética dos números, com a natureza e seus infinitos mistérios. É lá que os melhores professores nos orientam sobre o quanto podemos ser detentores das rédeas de nosso destino. O período escolar encerra anos indispensáveis ao crescimento emocional e intelectual dos indivíduos. Anos em que precisamos receber estímulos, incentivos, elogios e críticas construtivas. Tempos em que planejamos, passo a passo, o início de nossa trajetória. A educação necessita de doses maciças de ousadia, da intensidade de espíritos inquietos, da energia pulsante de uma vocação peculiar: a vocação pela propagação de saberes, pelo gosto em debater, refletir, discutir e analisar o mundo junto com o outro. Uma vocação que impulsiona o ser humano ao crescimento ininterrupto. Vocação que se traduz em amar o conhecimento e, principalmente, em compartilhá-lo. A Secretaria de Estado da Educação acredita em seus educadores e tem orgulho de presenciar o modo com que têm exercitado o magistério. É impressionante o empenho desses mestres em fazer o melhor, em participar ativamente de nossos programas, projetos e ações, como é o caso do Escola da Família. Nas visitas às unidades educacionais, nos eventos programados pela secretaria, nas capacitações, na maneira dedicada com que nos apresentam sugestões, no brilho apaixonado com que nos revelam suas idéias... Tudo nos lembra a grandeza e a extrema sensibilidade do inesquecível Alfredo, de Cinema Paradiso. Por tudo isso, a todos vocês que fazem da educação um exercício contínuo de arte, de amor e de altruísmo, um maravilhoso ano letivo. E, sobretudo, o nosso muito obrigado. Que em 2004, possamos avançar ainda mais na construção de uma escola viva, dinâmica e sedutora. Uma escola capaz de deixar nossos aprendizes como o pequeno Totó: repletos de entusiasmo, energia e autoconfiança. Publicado na Folha de S. Paulo

Prática esportiva como metáfora para a vida A glória é tanto mais tardia quanto mais duradoura há de ser, porque todo fruto delicioso amadurece lentamente. Arthur Schöpenhauer
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Prática esportiva como metáfora para a vida A glória é tanto mais tardia quanto mais duradoura há de ser, porque todo fruto delicioso amadurece lentamente. Arthur Schöpenhauer O filósofo Sócrates, na Grécia antiga, já afirmava: "As duas grandes habilidades necessárias ao desenvolvimento e à formação do ser humano são a arte e o esporte". Os gregos sabiam da importância da boa forma física para uma saúde perfeita. Era a filosofia mens sana in corpore sano. O bem-estar físico era um dos caminhos para que o intelecto pudesse fluir livremente, ultrapassando fronteiras limitantes para qualquer aprendizado. Os ginásios - edifícios monumentais destinados não só ao desenvolvimento do corpo, mas ao cultivo da inteligência - tornavam-se centros de pesquisas, debates e discussões. A própria metodologia do ensino nas academias atenienses já compactuava com essa mentalidade na medida em que os professores davam suas aulas em bosques, ao ar livre, fazendo caminhadas com os alunos enquanto transmitiam informações sobre botânica, matemática, zoologia e toda a série de disciplinas que formaram os grandes filósofos e gênios da época. A criação das Olimpíadas, em 776 a.C., é a prova máxima da importância que os antigos conferiam à prática esportiva. Vencer significava a glória, os louros, o reconhecimento por parte dos imperadores. Era um ritual mágico que simbolizava a conquista, a superação de obstáculos, a transposição de limites. Hoje, a mentalidade grega, no que diz respeito às práticas esportivas, encontra ecos em poucos países que, sabiamente, ainda incentivam seus jovens a praticar atividades físicas desde tenra idade. Procedimentos como esse facilitam o surgimento de campeões que se superam a cada geração, batendo recordes e entrando para a História. Tem sido assim a cada quatro anos, quando assistimos, boquiabertos, às delegações dos EUA, Canadá, China, Rússia e Coréia conquistarem a maioria das medalhas de ouro nos jogos olímpicos. No Brasil, em contrapartida, o apoio ao esporte ainda é insuficiente para resultados mais assertivos em competições ou mesmo para o desenvolvimento educacional completo dos jovens. Muitas empresas de grande porte ainda não acordaram para os benefícios de ter sua marca associada ao esporte. Já o Governo, apesar da boa vontade demonstrada nos últimos anos, ainda engatinha quando o assunto é a política pública de ponta para o setor. Muitos de nossos atletas, por exemplo, optam por viver fora do país, graças aos incentivos técnicos e financeiros que recebem no exterior. Bolsa de estudos nas grandes universidades, moradia gratuita, treinamento com equipamentos de última geração e acompanhamento médico adequado compõem um rol de ofertas tentadoras para os jovens competidores. Enquanto isso, em nosso País, mesmo os esportistas de primeira linha enfrentam, constantemente, inúmeras adversidades pela falta de patrocínio. Em casos extremos, muitos desistem do sonho por não dispor, muitas vezes, do dinheiro para a condução que os levaria ao treino. Todas as grandes vitórias olímpicas dos atletas brasileiros se devem, salvo exceções, ao empenho e à dedicação solitária do atleta, de sua família e do seu treinador. Em São Paulo, essa história já está sendo modificada, pelo menos para cinco mil jovens que passaram a praticar esportes nos principais clubes da cidade por meio do Projeto Clube Cidadão. Os adolescentes recebem uma bolsa no valor de R$ 120,00 por mês, desde que comprovem que freqüentam a escola. Quando a sociedade não valoriza o esporte, acaba se tornando vulnerável em vários aspectos. A prática esportiva distancia o jovem da violência, do individualismo exacerbado, do comodismo e da baixa auto-estima. Por outro lado, o esporte desenvolve as potencialidades dos seus praticantes na medida em que os torna confiantes, decididos, equilibrados, emocionalmente estáveis e preparados para os desafios impostos pela vida. A vitória e a derrota passam a fazer parte do seu dia-a-dia, capacitando-os para o mundo complexo em que vivemos. Saber ganhar e saber perder são elementos fundamentais, sobretudo, para quem vive na civilização ocidental a qual, ao mesmo tempo que respira competitividade por todos os poros, não prepara seus "atletas" da forma como deveria. Ao contrário, nessa arena pós-moderna, conquista o pódio quem digladia pela busca do sucesso fácil e rápido. Obtê-lo a qualquer custo transformou-se em lei. De nada vale a grandeza de competir, por si só. É a inversão completa dos valores básicos do esporte. Embora as atividades esportivas, cada vez mais, despertem o interesse do grande público, pouco tem sido feito para melhorar a prática da educação física nas escolas, no ensino superior e na comunidade. Faz-se necessário garantir a educação física e os esportes para todos como uma política prioritária para o desenvolvimento físico, intelectual e moral de milhões de jovens. Mais do que nunca, devemos trabalhar para reduzir a distância entre os esportes competitivos de elite e o esporte para todos. Nunca é demais repetir a frase "o importante não é vencer, é competir", atribuída ao responsável pelo resgate dos jogos olímpicos para os dia de hoje, o parisiense Pierre de Fredy, conhecido como Barão de Coubertin (1863-1937). Para ele, a tradição olímpica tinha como objetivo principal incentivar o esporte e, quem sabe, ajudar na união dos povos. Que essa meta seja de todos nós. Publicado no Jornal A Tribuna - Santos

Nada pode ser mais saudável para a vida, do que cultivar hábitos que sejam essencialmente bons, tanto para si mesmo, como para a sociedade, como por exemplo, na prática do respeito ao próximo, da consideração, da verdade, da justiça e da equidade. Tais hábitos, não só melhorarão…
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Nada pode ser mais saudável para a vida, do que cultivar hábitos que sejam essencialmente bons, tanto para si mesmo, como para a sociedade, como por exemplo, na prática do respeito ao próximo, da consideração, da verdade, da justiça e da equidade. Tais hábitos, não só melhorarão a vida de quem os pratica, como da própria família de das pessoas que o cercam, pois ambos podem ter um bom exemplo de agir, ser e viver.

Bullying, o crime do desamor O motorista que, no trânsito, por estar a bordo de um carro novo e possante, encosta no veículo da frente e exige passagem, deseducadamente, piscando os faróis, buzinando, pressionando, está praticando um ato de violência. O político que se acha mais…
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Bullying, o crime do desamor O motorista que, no trânsito, por estar a bordo de um carro novo e possante, encosta no veículo da frente e exige passagem, deseducadamente, piscando os faróis, buzinando, pressionando, está praticando um ato de violência. O político que se acha mais importante do que o resto do mundo e trata as pessoas com arrogância, está sendo, de algum modo, violento. Podemos dizer o mesmo do empresário que humilha seus funcionários, só porque lhes paga salário. Essas pessoas, com atitudes que agridem ou intimidam, estão praticando o que possivelmente já praticaram em outros ambientes, inclusive na escola: o bullying. A palavra vem do adjetivo bully, que em inglês significa valentão. Quem é mais forte tiraniza, ameaça, oprime, amedronta e intimida os mais fracos. Na escola, essa atitude pode ter resultados drásticos, porque leva a vítima, muitas vezes, ao isolamento e até ao abandono. O bullying agride a alma do indivíduo, o apequena pelo medo ou pela vergonha, pela dor física ou moral. Esse comportamento agressivo tem sido observado nas escolas, e por isso mesmo é motivo de preocupação de pais e educadores, já há algum tempo, porque demonstra que está faltando afeto nas relações entre crianças e adolescentes, possivelmente em razão de problemas familiares. A falta de diálogo e de respeito parece ser a origem da agressividade infantil e juvenil, um problema que começa a ser discutido com mais intensidade diante do aumento da violência escolar no mundo inteiro. Em Portugal, por exemplo, pesquisa feita com sete mil alunos revelou que um em cada cinco alunos já foi vítima desse tipo de agressão. Na Espanha, o nível de incidência também já chega a 20% entre os alunos. Na Grã-Bretanha, terra dos hoolligans, aqueles torcedores que saem em grupo pelas ruas, procurando brigas e agredindo pessoas, há mais motivos ainda para apreensão: foi apurado, em pesquisa, que 37% dos alunos do primeiro grau das escolas britânicas admitiram que sofrem bullying pelo menos uma vez por semana. Nos Estados Unidos, o fenômeno atinge também um percentual muito alto - estima-se que até 35% das crianças em idade escolar estão envolvidas em alguma forma de agressão e de violência na escola. Foi nesse país, no estado do Colorado, que recentemente dois adolescentes do ensino médio usaram armas de fogo para matar treze pessoas e ferir dezenas de outras. Depois do ataque, cometeram suicídio. Descobriu-se, mais tarde, que os agressores sofriam constantes humilhações dos colegas de escola. No Brasil, um estudo feito pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia), em 2002, no Rio de Janeiro, com 5.875 estudantes de 5ª a 8ª séries, de onze escolas fluminenses, revelou que 40,5% dos entrevistados confessaram o envolvimento direto em atos como a humilhação por causa de defeitos físicos, obesidade, cor da pele, que ocasionam seqüelas emocionais nas vítimas e contribuem para que elas não atinjam plenamente o seu desenvolvimento educacional. Como efeito, observa-se a redução do rendimento escolar, e a conseqüência mais nefasta: a vítima de bullying pode se tornar agressiva ou até mesmo passar a reproduzir essas práticas horríveis contra a pessoa e sua dignidade. Como identificar esse tipo de desvio social? É fundamental que, tanto em casa quanto na escola, a criança tenha liberdade para dizer o que pensa e o que sofre. O diálogo ajuda a entender o cotidiano do aprendiz. O principal sinal de perigo está naquele aluno que vai ficando apático, e que se tranca na sua dor, sem revelar os sentimentos. E qual é a saída para corrigir o problema? Primeiro, é fundamental desenvolver nas escolas ações de solidariedade e de resgate de valores de cidadania, tolerância, respeito mútuo entre alunos e docentes. Estimular e valorizar as individualidades do aluno. Potencializar eventuais diferenças, canalizando-as para aspectos positivos que resultem na melhoria da auto-estima do estudante. Com toda a certeza, se a escola formar indivíduos melhores, teremos motoristas melhores, políticos melhores, empresários melhores. E cidadãos melhores.

Hoje eu não resisto, desmorono por te amar. Lágrimas de amor, doem no pensamento de que podiamos ter feito tudo diferente no passado. Coração nunca partido, o médico que cuida dele é Deus, NEle confiamos, NEle esperamos. Devemos acreditar nas promessas DEle para nós. Sim, espero…
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Hoje eu não resisto, desmorono por te amar. Lágrimas de amor, doem no pensamento de que podiamos ter feito tudo diferente no passado. Coração nunca partido, o médico que cuida dele é Deus, NEle confiamos, NEle esperamos. Devemos acreditar nas promessas DEle para nós. Sim, espero por você, ainda te amo! Meu amor por ti não tem fronteiras, ele é INFINITO! Nossas brigas, intrigas, brincadeiras... Brincadeiras, elas me fizeram afastar de você. No momento em que eu devia ter amigos, e eles me ajudassem a fazer a coisa certa, tinha apenas meros colegas. "Todos" me induziram ao erro. Depois que as consequências vieram, eles ainda zombaram de mim... Anos depois vem me dizer que eu fiz a coisa errada. Porque?? Porque não foram meus AMIGOS e me falaram que o que eu iria fazer era completamente errado?? Infelizmente, erramos e acertamos... Eu não sei onde eu acertei até hoje com você... Só peço a Deus que transforme nosso dia a dia, que venhamos ser melhores, que venhamos a nos tornar grandes amigos... Falo aqui e quero que todos saibam que eu simplesmente amo você!! Minha oração: "Senhor, peço-te que o Senhor venha a transformar meu viver, cuidar da minha vida e do meu futuro. Abençoa-me. Usa-me. E acima de tudo, leva-me mais para perto de Ti. Peço à Ti que tomes conta do meu coração. Que nenhuma ferida venha ser tão grande que o Senhor não possa curar. Dê-me uma princesa, e que eu venha agir como príncipe, aprendiz e seguir da Tua palavra. Quero um amor para vida toda. Eu escolhi esperar e confiar em Ti, sei que o amor que eu sinto agora, é maior do que tudo o que já poderia esperar. Algum rumo o Senhor tem para nós. Te agradeço se nosso rumo for a velhice juntos, de mãos dadas, adorando a Ti, e entregando nossa família em Teu altar. Obrigado por colocar esse pessoa especial em minha vida Senhor. Sou imensamente agradecido a Ti por cada sorriso, cada momento que passo com ela. Muito obrigado Senhor, abençoa a vida dela e da família dela. Que Tuas bençãos venham ser derramada sobre nós. Em Teu nome que eu oro e agradeço. Amém!"

EDUCAÇÃO:CONHECIMENTO E AMOR A educação tem de formar o caráter. Na escola, os mestres recebem alunos que vêm de histórias de vida completamente diferentes. Há pais que participam ativamente da história de seus filhos. Há pais ausentes. Há pais amorosos; há outros, agressivos. E…
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EDUCAÇÃO:CONHECIMENTO E AMOR A educação tem de formar o caráter. Na escola, os mestres recebem alunos que vêm de histórias de vida completamente diferentes. Há pais que participam ativamente da história de seus filhos. Há pais ausentes. Há pais amorosos; há outros, agressivos. E isso faz a diferença. Escola não faz milagre. A família tem de fazer a sua parte. Este ano a escola pública de São Paulo tem muito a comemorar. Seguindo o exemplo de países como a Espanha, Coréia, Finlândia, Chile, teremos 514 escolas de tempo integral. Escolas em que os alunos entram às 7h e saem às 16h10. Esse é um grande salto na melhoria da qualidade do ensino. No período noturno, os alunos terão uma aula a mais todos os dias. Essa decisão do Governador Geraldo Alckmin demonstra o quanto a educação é valorizada em seu governo. Os reflexos estão aí. Professores mais comprometidos. Evasão escolar de 0,6% da 1a a 4a série, participação maciça dos pais na Escola da Família. É a sonhada escola pública de qualidade. Foram vencidas questões estruturais. Nunca mais se falou em filas nas portas das escolas nem em problemas com merenda ou material. Em mais de 28 anos, desde a primeira greve dos professores, em 1978, Alckmin é o primeiro governante em cuja gestão não se registrou nenhuma greve do magistério. E o maior beneficiado é o aluno. É o compromisso em desenvolver a autonomia da criança. Disse Rousseau, "A infância tem um jeito de enxergar, pensar e sentir peculiar. Nada é menos sensato do que substituir o dela pelo nosso". Cem anos mais tarde, confirmou Herbert Spencer, em meados do século 19, "As crianças deveriam ser levadas a fazer suas próprias investigações e assim tirar suas próprias conclusões". Respeitar a criança e todo seu potencial é papel do educador. Quanto aos jovens, Dom Bosco assim os acolhia: "Basta que sejais jovens para que eu vos ame". A irreverência, a rebeldia, a inquietação podem ser aliados na educação da juventude. Não pode o professor enxergar os alunos com desconfiança. Não são um problema. São crianças e jovens que dependem da orientação dos mestres, grandes parceiros nessa caminhada. Os adultos também aprendem. São Paulo tem mais de 750.000 alunos na Educação de Jovens e Adultos. E há vaga para qualquer pessoa que esteja fora da escola. Mesmo aqueles que não estudam há muitos anos podem estudar no período noturno ou matutino, ou apenas nos fins de semana. Não há idade para aprender. O aprendizado é possível em qualquer idade. Dizia Kant, "Como então buscar a perfeição? Onde fica a nossa esperança? Na educação e em nada mais". Pois a educação melhora nossa conduta e amplia nossos horizontes. Que nossas crianças, jovens e adultos encham-se de esperança neste primeiro dia de aula. Que os professores reinventem a forma de ensinar a cada momento. Precisamos mais de educadores e menos de burocratas. Que também os pais estejam presentes, sempre. E que todos participemos da construção de uma sociedade melhor. "Uma vida boa é aquela inspirada pelo amor e guiada pelo conhecimento." (Bertrand Russel) Conhecimento e amor, ingredientes de sucesso para mais um ano letivo. Bom trabalho. Publicado no Jornal Vale Paraibano, S.J.C. - on line e Jornal da Tarde

A vida realmente é bela , não importa se a sua vida seja fácil ou difícil , são coisas que acontece do seu lado , que acontece na sua frente , e você passa direto tentando ignorar , mas um dia tudo irar cair em cima de você , não ignore as pessoas que precisa de algo , a perda de…
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A vida realmente é bela , não importa se a sua vida seja fácil ou difícil , são coisas que acontece do seu lado , que acontece na sua frente , e você passa direto tentando ignorar , mas um dia tudo irar cair em cima de você , não ignore as pessoas que precisa de algo , a perda de alguem é a pior coisa , ainda mas quando esse alguem faz parte da sua familia , você já pensou quando alguem da sua familia se for , quando realmente chegar a hora , o que você vai fazer ? comigo , eu não sei , vou perder meu chão , esquecer o que eu faço , quem eu realmente sou , vou esquecer que eu sou o que sou , a unica coisa que eu realmente sei que eu espero que isso não aconteça agora , porem não sou forte , sou fraca , delicada . Sou uma pessoa que não sabe lidar com nada disso . Posso tentar se forte , mais no fundo sempre vou estar sozinha , querendo chorar um mar de lágrimas .

FÓRUM REGIONAL No poema O Guardador de Rebanhos, Fernando Pessoa já ressaltava a importância de valorizarmos a beleza do rio de nossa aldeia em detrimento dos rios de todo o mundo. O autor do clássico Mensagem nos oferece uma lição de vida essencial: lançar um olhar atento para…
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FÓRUM REGIONAL No poema O Guardador de Rebanhos, Fernando Pessoa já ressaltava a importância de valorizarmos a beleza do rio de nossa aldeia em detrimento dos rios de todo o mundo. O autor do clássico Mensagem nos oferece uma lição de vida essencial: lançar um olhar atento para o particular e, só depois, apreciar o universal. E é justamente essa a proposta do Fórum Regional Governo Educador, evento que tem início este mês na cidade de Álvares Machado, no interior de São Paulo. O encontro terá seqüência em mais dez municípios paulistas, como desdobramento do primeiro fórum ocorrido no mês de março, na Capital. O objetivo desses encontros é mostrar às lideranças municipais os programas que o Estado oferece à educação de crianças e jovens, de modo que sejam analisadas as possibilidades de parceria para ampliação dessas ações e implementação de novas idéias para desempenho conjunto. Com isso, beneficiaremos educadores, aprendizes e agentes sociais que trabalham em prol da educação. Nesse sentido, São Paulo tem sido um exemplo para o País. É o que vemos por meio dos resultados obtidos pelo Programa Escola da Família, desenvolvido com a Unesco, o Instituto Ayrton Senna e o Faça Parte Instituto Brasil Voluntário. A eficácia do programa pode ser comprovada pela grandeza de seus números. Em menos de dois anos, o Escola da Família já registrou quase 100 milhões de participações entre educadores, voluntários e estudantes. Todos têm acesso a atividades culturais, esportivas e pedagógicas desenvolvidas nas escolas nos fins de semana. Estamos convictos de que as unidades educacionais das redes municipais só terão a ganhar se forem integradas a essa iniciativa. Caberá à Secretaria de Estado da Educação atuar como instituição multiplicadora dessa proposta, oferecendo sua experiência para transformar novas escolas em palco para a formação integral de seus alunos. O governador Geraldo Alckmin não cessa de dizer e de mostrar que a educação é uma questão prioritária, que deve pairar acima das bandeiras partidárias e dos interesses individuais. Nessa crença sustentamos nosso desejo de trabalhar com os municípios do Estado de maneira conjunta e, para isso, temos o respaldo positivo de experiências anteriores. Em 2004, mais de 5 mil professores de educação infantil e das primeiras séries do ensino fundamental - de 41 municípios - das redes municipais do Estado que ainda não tinham formação acadêmica conseguiram seu primeiro diploma universitário por meio do Programa de Educação Continuada (PEC Municípios). Outro exemplo de parceria pode ser visto na melhoria da estrutura física dos prédios escolares, propiciada pelo Programa de Ação Cooperativa Estado/Município para Construções Escolares PAC. Nos últimos anos foram investidos quase R$ 300 milhões em obras. Já o acesso dos estudantes às escolas também será ampliado com o acréscimo de mais 300 microônibus que serão disponibilizados às prefeituras. Buscamos oferecer oportunidades para a formação ininterrupta dos educadores em suas regiões. Para isso, transformamos as 89 diretorias regionais de ensino em pólos de capacitação. Outro programa que sintetiza o espírito dessa valorização dos professores é o Bolsa-Mestrado, que fornece aos docentes a possibilidade de dar continuidade aos estudos acadêmicos financiados pelo governo do Estado. Já é grande o grupo de professores da rede que ganharam bolsas para estudar em outros países, como Espanha, Portugal e Inglaterra. Nesse contexto, convidamos a todos para esses eventos que, esperamos, sejam históricos. Encontros que poderão nos oferecer as diretrizes para os caminhos mais promissores da educação de qualidade neste que é o maior Estado da Federação. Estado que tem de dar o exemplo e seguir o norte indicado por Fernando Pessoa. O norte que nos conduzirá às belezas e aos desafios instigantes existentes no rio de nossa aldeia. Publicado nos jornais Vale Paraibano, Jornal da Tarde e Correio Popular

Muitos Seres Humanos são como o pescador que tem como missão pescar em alto mar, para ganhar o sustento para si e para a sua família, e ainda, dar o seu contributo para a comunidade onde pertence. Mas quando chega a alto mar, olha para o Sol, para as nuvens, brinca com a água, d…
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Muitos Seres Humanos são como o pescador que tem como missão pescar em alto mar, para ganhar o sustento para si e para a sua família, e ainda, dar o seu contributo para a comunidade onde pertence. Mas quando chega a alto mar, olha para o Sol, para as nuvens, brinca com a água, diverte-se com os peixes que vêm à superfície… Distrai-se e procura divertir-se. Mas esqueceu o fundamental: da sua missão, o que realmente foi fazer em alto-mar e da confiança depositada em si.

O PERFIL DO GESTOR DA ESCOLA Mas, para estabelecer um plano político pedagógico eficiente, hão que se levar em conta alguns elementos essenciais. É preciso que o diretor busque uma identidade para sua escola - sempre em harmonia com os princípios estabelecidos pelo sistema do qu…
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O PERFIL DO GESTOR DA ESCOLA Mas, para estabelecer um plano político pedagógico eficiente, hão que se levar em conta alguns elementos essenciais. É preciso que o diretor busque uma identidade para sua escola - sempre em harmonia com os princípios estabelecidos pelo sistema do qual faz parte. Uma unidade escolar que eduque na adversidade, que atue firmemente na eliminação do preconceito ou da discriminação, que privilegie o papel protagonista do aluno, que possibilite oportunidades de capacitação docente. É com esse olhar de respeito para o diretor de escola e para a importância da função que exerce cotidianamente que o Governador Geraldo Alckmin lança um programa inédito de formação de gestores. Trata-se de um curso de especialização em gestão, promovido pela Universidade de Campinas (UNICAMP). Ao todo serão 360 horas de aulas - 180 na modalidade presencial e 180 na modalidade a distância. Para isso, cerca de 9 milhões e 700 mil reais foram investidos nessa ação destinada a ampliar a formação de seis mil diretores, vice-diretores e professores-coordenadores. Dentre outros temas, neste curso o gestor verá que há conceitos pedagógicos que foram debatidos pelo legislador constituinte, outros que se encontram na LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Somem-se a esses aqueles elaborados pelos legisladores estaduais e pelos responsáveis pela execução das políticas públicas, de forma geral. São princípios que têm de ser incorporados na rotina das escolas. Preceitos frutos de debates que não surgiram de forma vertical, ao contrário, nasceram de numerosas discussões com educadores e representantes da sociedade. A criança, por exemplo, é protegida pelo ECA, e o plano político pedagógico da escola não pode caminhar em outra direção. Lembremos que a Constituição Federal prevê a formação da pessoa, antes mesmo de dissertar sobre cidadania ou mercado de trabalho. A LDB, por sua vez, fala em ensino de qualidade, em gestão democrática. Já as normas da Secretaria da Educação tratam da inclusão, da formação humana, da convivência entre os diferentes, da escola acolhedora. Conceitos norteadores que não podem ser negligenciados. A identidade da escola só se constrói nas relações entre os agentes do processo educativo. Outra grande missão do diretor: promover o envolvimento entre professores, funcionários, alunos, pais, família, comunidade. O professor é a alma da educação, mas os demais funcionários da escola também desempenham funções importantes e precisam ser respeitados. Muitas vezes eles estabelecem vínculos com os alunos. Nesse sentido, são educadores também. Já a família é a grande responsável pela formação dos jovens. Pais têm de se aproximar da escola. E o diretor, como líder, promove essa união. Experiências comunitárias, como a da Cidade-Escola Aprendiz, serão analisadas como modelos de intervenções bem-sucedidas da escola na comunidade e vice-versa. Da mesma forma, práticas de sucesso nas escolas públicas serão socializadas pelos diretores, para que possam ser replicadas. Aliás, esse será o trabalho final do curso. Trata-se de uma iniciativa que não deixa de ser também uma homenagem a esses fantásticos diretores. Profissionais que, em sua maioria, exercem um trabalho extraordinário em nossas quase seis mil escolas - mas, nem sempre, têm a visibilidade que merecem por isso. Parabéns por exercerem liderança democrática. Parabéns por acolherem pessoas tão diferentes, tão ávidas de aprendizagem e proporcionarem a elas ensino de qualidade. Publicado no Jornal Diário de São Paulo