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Somos o que Damos e o que Recebemos A psicologia nos ensina que o ser humano é resultado das interações que vive. Somos o que recebemos, o que damos e o que cultivamos. Cada palavra, gesto e emoção trocada com o mundo constrói, aos poucos, quem somos por dentro. Quando dizemos…
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Somos o que Damos e o que Recebemos A psicologia nos ensina que o ser humano é resultado das interações que vive. Somos o que recebemos, o que damos e o que cultivamos. Cada palavra, gesto e emoção trocada com o mundo constrói, aos poucos, quem somos por dentro. Quando dizemos “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite”, quando oferecemos um abraço, um sorriso ou um “eu te amo”, estamos alimentando não só o outro, mas também nosso próprio cérebro, que reconhece esses atos como sinais de conexão, segurança e amor. Mas, quando deixamos de fazer isso, algo silencioso acontece: o cérebro entende que não é mais necessário expressar afeto. E, com o tempo, o costume se apaga. A sensibilidade adormece. A emoção se distancia. É o que a psicologia chama de extinção comportamental com dessensibilização afetiva — um processo em que, ao deixarmos de praticar gestos e palavras positivas, o cérebro desativa circuitos ligados à empatia e ao carinho. Assim, sem perceber, deixamos de sentir com a mesma profundidade e passamos a reagir com frieza. A Bíblia fala exatamente sobre isso. Em Mateus 24:12, está escrito: “E por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.” Esse “esfriar” é o mesmo que a ciência hoje descreve como perda da sensibilidade emocional. Em Provérbios 4:23, Deus aconselha: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.” Guardar o coração é manter viva a capacidade de sentir. E Gálatas 6:9 nos lembra: “Não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.” Ou seja, o amor só permanece aceso quando é praticado, mesmo quando não há resposta imediata. Outras tradições espirituais também reconhecem isso. O budismo ensina que toda energia precisa circular. Quando paramos de demonstrar amor e compaixão, nosso prana — a energia vital — se enfraquece, e a alma se desconecta da vida. O espiritismo explica que o amor é o combustível da evolução. Quando deixamos de exercê-lo, endurecemos moralmente e retardamos nosso crescimento espiritual. Na filosofia humanista, pensadores como Carl Rogers e Viktor Frankl afirmam que o ser humano encontra sentido nas relações e na empatia; perder a capacidade de amar é perder o próprio propósito de existir. Mesmo a neurociência espiritual confirma: atos de bondade, gratidão e afeto ativam áreas do cérebro associadas à felicidade e reduzem o estresse. Quando não praticamos essas ações, as conexões neuronais responsáveis por sentimentos positivos enfraquecem, e o cérebro “aprende” a viver no modo neutro — um estado de sobrevivência sem brilho. O coração humano funciona como um jardim: se deixamos de regar, as flores murcham. As palavras gentis, os gestos de amor e a presença sincera são a água que mantém vivas as raízes da alma. Quando nos afastamos de quem nos inspira, de quem incentiva nossa essência, começamos a nos perder. E se a distância e o silêncio persistem, chega um ponto em que nem nos reconhecemos mais — porque tudo o que deixamos de praticar morre em nós. Por isso, é essencial nutrir o bem, mesmo quando o mundo parece frio. Dizer “bom dia”, “eu te amo”, “estou com você”. Pequenos gestos que mantêm a alma viva e ensinam o cérebro a continuar acreditando na beleza de sentir. Somos um conjunto de interações — biológicas, emocionais e espirituais — e cada escolha reforça a direção da nossa evolução. Guarde o coração. Cuide da mente. Cerque-se de pessoas que despertem o seu melhor. Porque o amor, quando deixado de lado, não morre de repente — ele adormece aos poucos, até que só a fé e o esforço consciente podem despertá-lo novamente. Tudo o que deixamos de praticar, se perde em nós. Mas tudo o que cultivamos com amor, floresce eternamente.

Aerton Lopes
Máquina do Infinito William Contraponto O céu repete antigos labirintos,
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Máquina do Infinito William Contraponto O céu repete antigos labirintos, com lógica de um sonho recorrente, estrelas são os cálculos extintos de uma mente que pensa eternamente. Os átomos se alinham no compasso do tempo que não sabe pra onde vai, há dúvida moldando cada traço, e o caos revela a ordem que se esvai. Um pensamento pulsa entre os planetas, em código que nunca se decifra, e o vácuo grita verdades secretas que a razão recusa, mas registra. O universo é só um pensamento, máquina viva sem operador, reflete em mim seu movimento, sou engrenagem do seu motor. As galáxias giram como ideias, que buscam forma e nome sem cessar, mas toda luz produz suas aldeias de sombra que ninguém pode evitar. Se o mundo é mente, somos devaneio de um cérebro em combustão, e a vida, esse constante entremeio entre a matéria e a percepção. O universo é só um pensamento, máquina viva sem operador, reflete em mim seu movimento, sou engrenagem do seu motor.

William Contraponto
Sonda Parker: Para Ir Brilhar Junto Com O Sol. A luz do Sol traz as manhãs. Iluminando o céu a uma distância que possibilita uma grata luminosidade com uma cor amarela.
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Sonda Parker: Para Ir Brilhar Junto Com O Sol. A luz do Sol traz as manhãs. Iluminando o céu a uma distância que possibilita uma grata luminosidade com uma cor amarela. Há milhares de anos brilhante sobre esse céu. E em outros céus que estão alinhados com a sua alma nesse seu sistema planetário. Em algum momento o seu esplendor seria visitado por algo veloz. Para conhecê-lo e tentar sentir aos poucos a sua vida estelar. E nessas manhãs iluminadas por sua luz algo estava sendo feito em algum lugar no Planeta Terra. Também entre as tardes em que refaz. Algo com partes de satisfação e esforço estava sendo idealizado. Brilhando distante o Sol se manifestava. Com a sua luz de amizade. Os dias passavam com o tempo. Como uma satisfação que se esforçava para ser feita em algum lugar já definido. Mais manhãs de Sol foram vistas. Nesse mesmo tempo que sabe contar os dias. Distante o Sol brilhava com um sentido bonito. Sob a sua luz algo estava prestes a ser terminado. Com mais manhãs e tardes. Com o passar do tempo a satisfação e o esforço formaram uma sonda caprichada. Uma sonda que iria ao encontro do Sol em algum momento. Com uma forma apresentável e com caprichos nos seus muitos detalhes. Sob a luz do Sol teve o nome escolhido. "Parker". Com a escolha do nome a sonda já estava satisfeita. Então era se esforçar para ir até o Sol. Mas antes disso ela precisaria ser levada até uma base de lançamento. Com o foguete espacial de nome Delta IV Heavy que esperava a sua presença. Em uma noite com outras estrelas do dia 12 de Agosto 2018 o foguete espacial decolou tendo a luz delas na suas formas. Porque o Sol brilhava em uma outra parte do Planeta Terra. A cada instante em que subia a luz das outras estrelas iluminavam a sua trajetória. Com a Sonda Parker ficando mais convencida do que iria fazer. Após um voo rápido o foguete espacial Delta IV Heavy deixou que a Sonda Parker visse o Sol e o seu encanto de estrela. O Sol e sua magnífica realeza. Mesmo com uma grande distância a sua luz tocava o foguete espacial e a sonda de um jeito intenso e tão seu. Com a Sonda Parker observando o Sol e o seu esplendor o foguete espacial Delta IV Heavy teve que retornar para a sua base de lançamento naquela mesma noite de tantas estrelas. Com satisfação e esforço a Sonda Parker estava com uma inegável expectativa nos seus detalhes. Ainda distante o Sol a iluminava sobre o Planeta Terra. Com aquela expectativa a Sonda Parker iniciou um voo para ver o Sol mais de perto. Com uma velocidade ainda não vista em um outro objeto que havia saído do Planeta Terra foi deixando para trás aquela forma rochosa em azul e verde e as outras estrelas no horizonte profundo. Antes de ir ao encontro daquela estrela amarela e amiga a Sonda Parker teve que visitar o Planeta Vênus. Com um forte calor na sua face. Um planeta rochoso com um clima quente e uma superfície repleta de vulcões,assim como uma chuva com gotas diferentes e também quentes que caem sobre si. O movimento que o Planeta Vênus descrevia impressionou a Sonda Parker. Ele era no sentido contrário do que fazia o Planeta Terra. Voando algumas vezes ao seu redor,sentindo a sua face quente e rochosa a sonda teve que ir na direção da luz do Sol. E com uma grande velocidade fez isso. A Sonda Parker era tão veloz que alguns ventos solares foram supreendidos na medida em que tocavam a sua estrutura. Além da satisfação e do esforço a sua estrutura tinha um escudo. Uma proteção feita para amenizar um pouco a poderosa luz do Sol. Que mais uma vez à brilhar via aos poucos a sonda em alta velocidade vindo entre os seus ventos velozes. Com expectativa a Sonda Parker voava na direção do Sol. Tão veloz e com uma satisfação em cada parte da sua estrutura. Nessa velocidade os seus rastros se esforçavam para segui-la. E o Sol lhe esperava. E ficava pensando como um ponto aos seus olhos de estrela poderia chegar mais perto,mesmo com um calor grandioso vindo da sua alma. Uma alma brilhante em luz e sinceridade teve a sua alma tocada de algum jeito por aquela sonda veloz ainda distante. Que entre os seus ventos de estrela se aproximava. E no seu lugar o Sol brilhava com uma coroa de fogo. Com pontas ardentes e que balançavam sobre a sua realeza. No dia 7 de Junho de 2020 a sonda tirou uma foto que com certeza também marcará a sua viagem. Em uma mesma foto ela registrou o Sol e os planetas Mercúrio,Vênus,Marte,o Planeta Terra,Júpiter e Saturno. Em um alinhamento fantástico e admirável. Quando o Sol ficava maior sobre o seu escudo ainda há milhares de quilômetros a Sonda Parker teve que diminuir a sua velocidade incrível. Um grandioso calor que ela ainda não havia sentido iluminava os seus caprichos. No dia 24 de Dezembro de 2024 chegou mais perto do Sol após um merecido esforço. Entre a gigantesca estrela e as suas pontas de fogo viu o Planeta Mercúrio.

Fabricio Herenio Duraes
Talvez a vida tenha um gostinho de pressão agora, mas 18 não é tanta coisa assim. Existe um mar de vivências extraordinárias aguardando para serem vividas por você, e espero poder estar presente nessa. Gostaria que tivesse noção do orgulho que tenho de você, como sua responsabili…
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Talvez a vida tenha um gostinho de pressão agora, mas 18 não é tanta coisa assim. Existe um mar de vivências extraordinárias aguardando para serem vividas por você, e espero poder estar presente nessa. Gostaria que tivesse noção do orgulho que tenho de você, como sua responsabilidade e força diante de tantas situações difíceis que passou me admira. Acredite e se lembre que antes de qualquer outro, eu fui, sou e sempre serei sua fã numero 1. O conforto de dias nublados, ventosos, a vibe noturna… talvez chegue perto do conforto que é estar com você. A forma como a vida soprou e nos fez colidir, como o destino conspirou para que pudéssemos prevalecer. Como o nosso desequilíbrio perfeitamente equilibrado fez a gente se amar. E, apesar dos pesares, de tão pouco tempo aguardando pela eternidade, estaremos cada vez mais imersas em amor, nessa paixão sublime que, particularmente, está cada vez maior no âmago do meu coração. Estar com você é um desvaneio. Você é o sonho que minha mente jamais teve a capacidade de sonhar. Já perdi as contas de quantas primeiras vezes, para mim, você inaugurou. É um sabor único experienciar os universos aos quais você me leva. Eu te amo de um jeito que jamais amei e que jamais silenciaria, pois é imenso demais para um dia ser contido. Eu te amo. Eu amo te admirar, te olhar, te desejar. Quero te tocar até que não haja mais fronteiras entre nossos corpos. Me pergunto muito como tudo flui tão bem quando é você. Na sua presença, meu corpo desarma, cede, como se tivesse passado a vida inteira se resguardando para algo que finalmente faz sentido. Você faz sentido, pois o impasse da minha vida entrou em ordem quando você veio se encaixando como a parte mais bonita da minha história. Eu permaneço ao seu lado com a mesma ternura que recebi, para te agradecer por me fazer sentir um amor tão sincero. O futuro é incerto, mas a tua marca em mim permanecerá indelével — e essa, entre todas as coisas, é a minha maior certeza.

anandayasmin
O Que Fica do Que Fomos William Contraponto Se um dia eu cruzar a noite inteira
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O Que Fica do Que Fomos William Contraponto Se um dia eu cruzar a noite inteira e o corpo cansar do próprio som, não esperarei por luz ou fronteira; apenas o rastro do que ainda sou. Porque além da morte não há segredo, não há espírito buscando um lar. Há só memória vencendo o medo e o que deixamos no fundo do olhar. O que fica do que fomos é o gesto, é o nome lançado ao vento incerto. Não é alma pairando em algum lugar, é a lembrança que insiste em continuar. E se eu não voltar, que seja assim: no que construí, no que vive em ti. Quando a última porta se fechar, não haverá juízo nem muralha. A vida é um barco que aprende a passar, e cada travessia ensina – e falha. O que chamam alma, eu chamo história: a voz simples do que se amou. É a cicatriz guardando a memória de cada luta que alguém lutou. O que fica do que fomos é o gesto, é o nome lançado ao vento incerto. Não é alma pairando em algum lugar, é a lembrança que insiste em continuar. E se eu não voltar, que seja assim: no que construí, no que vive em ti. Se deixo um verso solto pela rua, que seja luz pra quem quiser seguir. Não há mistério entre sombra e lua: há só a marca do que se quis sentir. E quem nos guarda não é o além, é quem repousa o nosso bem. No silêncio que sucede o último passo, ninguém nos chama para salvação. O tempo recolhe o nosso espaço e entrega aos outros a continuação. Se algo vive depois do adeus, não são anjos nem eternidade: é o que plantamos no chão dos seus, a parte nossa que vira verdade. O que fica do que fomos é o gesto, é o nome lançado ao vento incerto. Não é alma pairando em algum lugar, é a lembrança que insiste em continuar. E se eu não voltar, que seja assim: no que construí, no que vive em ti, no que chamam fim e que eu chamo de existir.

William Contraponto
O meu espírito se pudesse, sairia algumas vezes do meu corpo, durante certos momentos, no ápice da noite, iria imediatamente até a imensidão do universo para se aventurar dentro das nebulosas, nuvens coloridas, numerosas e formas irregulares, o ciclo de vida das estrelas, do nasc…
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O meu espírito se pudesse, sairia algumas vezes do meu corpo, durante certos momentos, no ápice da noite, iria imediatamente até a imensidão do universo para se aventurar dentro das nebulosas, nuvens coloridas, numerosas e formas irregulares, o ciclo de vida das estrelas, do nascimento até a morte, uma viagem esplêndida, onde a imaginação seria ainda mais forte Claro que gostaria de viajar fisicamente, mas já ficaria satisfeito acompanhando de longe através do meu subconsciente, guardando somente as cenas mais relevantes, onde a inspiração estaria presente de um jeito único, veemente e muito marcante, assim, acredito que um misto de emoções seria recorrente, ficaria tão concentrado que não teria interrupções e o resultado seria naturalmente boas recordações Infelizmente, isso está nem perto de ser um fato neste mundo, é evidente, entretanto, pelo menos, posso viajar para lá sonhando, alguns sonhos futuristas, fantasiosos, apresentando detalhes bem realistas, uma gama de possibilidades, de um romance a uma ficção científica, minha realidade particular e mutável intencionalmente, a qual consigo deixá-la ativa, estando dormindo ou acordado, a propósito, as nebulosas são lindas.

Jefferson Freitas.
As crianças amam o mundo sem medo, confiam sem reservas, e enxergam beleza até no que o tempo esqueceu.
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As crianças amam o mundo sem medo, confiam sem reservas, e enxergam beleza até no que o tempo esqueceu. Elas não precisam entender o amor, elas o são. Na pureza dos gestos, na risada sem motivo, na amizade que nasce num olhar. Ah, se o mundo tivesse o coração de uma criança, o amor seria simples, e a vida, um eterno brincar.

Kleber Abdul Al-Nasr
⁠PRINCÍPIOS DA SERENIDADE ‎1. Princípio de imortalidade do Sujeito: ‎O Homem não morre, o que morre são as suas condições de existência, tais como o seu Corpo, a sua Mente, a sua Consciência ou Personalidade e os seus bens materiais!
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⁠PRINCÍPIOS DA SERENIDADE ‎1. Princípio de imortalidade do Sujeito: ‎O Homem não morre, o que morre são as suas condições de existência, tais como o seu Corpo, a sua Mente, a sua Consciência ou Personalidade e os seus bens materiais! ‎2. Princípio de estado da Atenção do Sujeito: ‎O Homem deve viver no estado da Atenção, e recorrer ao estado do Pensar e da Reflexão apenas momentaneamente para melhorar alguma condição da sua existência ou da existência dos outros Homens! ‎3. Princípio de igualdade dos Sujeitos: ‎Todos os Homens são iguais, a diferença está nas suas condições de existência, tais como o seu Corpo, a sua Mente, a sua Consciência e os seus bens materiais! ‎4. Princípio de projeto de vida do Sujeito: ‎Cada Homem deve ter o seu próprio projeto de existência secular e concretizar o seu projeto a seu próprio ritmo em harmonia com as normas socialmente estabelecidas! ‎ ‎5. Princípio de serviço voluntário do Sujeito: ‎Cada Homem deve procurar servir um propósito universal no seu próprio ritmo através de um serviço voluntário de melhoria das condições de existência da sociedade em que o seu Organismo se encontra inserido! ‎Estes Princípios são Interdependentes!

Amâncio Maurício Xavier Rêgo
Olhando a tela móvel em minhas mãos, a vejo, e ao ver percebo o finito tempo que escorre, as incertezas da vida, algo tão passageiro e sem sentido que faz em nós repassar o destino.
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Olhando a tela móvel em minhas mãos, a vejo, e ao ver percebo o finito tempo que escorre, as incertezas da vida, algo tão passageiro e sem sentido que faz em nós repassar o destino. Por que saber de tudo? Vendo as memórias que o tempo registrou e apagou, vejo amargura, felicidade, surpresa, tudo que por horas, e naquelas horas, decidimos o qual decidido seria o nosso fim. Queria ver as estrelas, mas estrelas são distantes, e vê-las seria o mais esplêndido sonho. Por que o espaço-tempo é tão ambicioso? Por que não mais tempo? Por que desperdiçamos o tempo? Por que não entregamos o conhecimento sem o perder ao dormir pela última vez? Por que vangloriar para os descendentes, se nem o conhecemos? Por que os amamos tanto, se nem poderemos vê-los crescer? Relembro o sonho de ver as estrelas, o qual decidido era vê-las na infância, mas a jornada até encontrá-las era um desgaste. Desligando a tela móvel, vejo neste instante as estrelas no céu, um céu que choro ao relembrar, pois era o céu que via na infância, um céu que compartilhei a visão de estrela cadente, mas o seu brilho diminuiu. Pois a magia… por que dizer magia? Pois era isso. Relembrando, vejo que a visão infantil estava embaçada. O que o fazia especial era a família, os conhecidos, a pureza do mundo. Talvez o espaço-tempo não seja cruel, talvez ele tenha percebido que a beleza do mundo só é percebida no fim e vivenciada no início, e lapidada enquanto corremos, deixando os sonhos infantis no percalço do mundo.

Gilderson Santos