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Seu passado não define o que é amor Nem apaga a luz que mora em você Você é feita de agora, de calor
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Seu passado não define o que é amor Nem apaga a luz que mora em você Você é feita de agora, de calor E tem o direito de escolher… quem quer ser - Frase da música O Que Escolhemos Ser do dj gato amarelo

dj gato amarelo
Eu a vejo como uma terra fértil, uma mulher de muitas camadas, cada uma com a sua importância, excelente para cultivar o amor, mas não de um jeito displicente, tem que fazer jus ao seu valor ou o mais próximo possível O sorriso dela é o seu sol particular, um brilho sincero que…
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Eu a vejo como uma terra fértil, uma mulher de muitas camadas, cada uma com a sua importância, excelente para cultivar o amor, mas não de um jeito displicente, tem que fazer jus ao seu valor ou o mais próximo possível O sorriso dela é o seu sol particular, um brilho sincero que alegra demasiadamente o seu dia e o de outros que estiverem por perto, sempre voltado com veemência somente para quem consegue gentilmente provocá-lo, de fato, sendo alguém presente Inegavelmente, às vezes, precisa ser regada por sua chuva, feita das suas lágrimas, aquelas motivadas por sua felicidade vivenciando aqueles momentos incomparáveis l, que conseguem se comunicar com a sua alma a partir de poucos detalhes Se o cultivo for frequente, o amor será resistente a ventos e tempestades, nunca será um mal tempo para amar e o fruto colhido será ser amado intensamente de volta, cercado por um clima favorável de reciprocidade, construindo ao seu lado ricas memórias.

Jefferson Freitas.
Ode a um sete No silêncio deste velho pedestal, corroído pelas infindas águas da realidade, sinto-me como caneta sem tinta. Passei a me solidarizar com Fernando Pessoa, pois, agora que um sete está em tudo: nos lugares que passo, onde penso, existo e até mesmo ouso descansar. É…
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Ode a um sete No silêncio deste velho pedestal, corroído pelas infindas águas da realidade, sinto-me como caneta sem tinta. Passei a me solidarizar com Fernando Pessoa, pois, agora que um sete está em tudo: nos lugares que passo, onde penso, existo e até mesmo ouso descansar. É estranho, mas acho que compreendo, ao menos de forma minimamente correta. O menor dos problemas não é deixar para trás, e sim a lacuna entre a falsa perseverança, simultânea ao vazio que na mente se abre, restando-me apenas a certeza da dúvida se conseguirei recuperar aquilo que nem sei ao certo se realmente perdi. Ela me domina, esgueirando-se por minhas fibras junto a um sete que, ao longe, me perseguia e hoje, dentro de mim se ergue. Conforme o maldito se consolida, me questiono por que as tortuosas linhas do destino me apresentaram a esse tal Proust, sem nenhum aviso prévio ou formidável preparo necessário, apenas atirando-o à mim, assim como um sete, de forma tão tardia, agitando as águas salgadas da angústia. Agora, com um mínimo de aprendizado, passo a entender que memórias não doem apenas por serem memórias, mas por serem vagarosas, lentas, tornando-se, em alguns casos, “pequenas” demais para tal estrago, ridiculamente desproporcionais às correntes que me prendem à eternidade que parece habitar neste museu, mantendo-o vivo. Diante deste ninho moldado por traços desolados, guerreando com um sete, sinto-me culpado, uma alma insignificante, vagando em busca de perdão. Oro ao pequenino Léo, que, aos trancos e barrancos da própria ingenuidade, inteligência e bondade petulante, sem nunca pestanejar, ergueu-se sozinho. Queria dizer-lhe o quão orgulhoso sou por sua bravura altruísta, por seu poder de encontrar felicidade e conhecimento no simples, isso te levou longe, garoto. Jamais se esqueça, nem aceite cair na penumbra das mágoas ao seu pai, muito menos que se volte contra sua mãe. Peço apenas que, com sabedoria, aprenda que a vida não é só perdoar a todos, cuidar, salvar. Olhe para si. Admiro muito você por conseguir seguir mesmo estando estilhaçado pelas flechas amarguradas da injustiça que costumamos chamar de vida, outrora direcionadas ao pobre Paulo. Pobre garoto, assustado e confuso, tendo menos que Romeu a perder, agarrando-se ao mínimo que pudesse de uma Julieta que sequer lhe jurou seu amor. E, diante da terrível praga, sem contato com o verdadeiro mundo, sem o paradeiro daqueles que davam cor ao seu, guardou sozinho todo medo e dor, retraindo-se para dentro da massa pensante, desconectando-se do próprio eu. Compadeço-me de ti: a fantasia pode ser tortuosa de tão linda, mas, apesar de tudo, vivo você esteve, e vivo sempre estará, deixando seu legado que, mesmo escondido, soterrado pelas poeiras neurais, ainda carrega essência e sonho. E a você, Gael, escondido sob a manta da amargura, vestido com uma falácia de máscula armadura, viverá para sempre vagando pelos imundos espectros daquilo que um dia denominou-se como Maria. Mas olhe para si, garoto, não vê o quão vitorioso és? Não te deixes levar pela afiada e gélida linha que deveria atuar apenas em uma ponta. Você é ouro, garoto. Graças a ti, e somente a ti, todos terão o descanso merecido, basta que se encontrem com o verdadeiro eu. Tua bravura jamais será esquecida. Saúdem o grande dragão guerreiro que, com sua fúria, forjou a katana do ser, unindo os espectros que, outrora meros cadeados do trauma, agora se fundem e, juntos, derretem novamente, dando vida ao sujo, obscuro e fragmentado etanol. Puro produto da decomposição, prestes a evaporar, ir embora a qualquer instante, ocupando espaço sem pertencer, entorpecendo a realidade por onde passa. É o vazio deprimido em sua forma mais pura.

E. Gabriel
O homem que um dia foi muralha, hoje treme. Meu pai, que já foi tempestade, agora é sombra do trovão. Antes, sua voz era lei, sua presença, temor.
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O homem que um dia foi muralha, hoje treme. Meu pai, que já foi tempestade, agora é sombra do trovão. Antes, sua voz era lei, sua presença, temor. Erguia-se como torre inabalável, inquestionável. Confrontava os frágeis, dominava os que dele dependiam. Era força bruta, autoridade sem pausa, um império de si mesmo. Mas o tempo, esse escultor silencioso, foi desgastando as pedras da sua rigidez. Hoje o vejo com medo. Não mais o medo que impunha, mas o medo que sente. Medo do fim, do esquecimento, da fragilidade que ele tanto desprezou. E mesmo assim, a arrogância permanece. Como armadura velha que ele se recusa a tirar, como se admitir fraqueza fosse morrer antes da hora. A prepotência não o deixou ou talvez ele nunca quis deixá-la. Porque abrir mão do orgulho seria admitir que o tempo venceu. E ele, que nunca soube perder, prefere se agarrar ao que resta da sua antiga coroa. Mas eu vejo. Vejo o homem por trás do mito. E, apesar de tudo, ainda é meu pai. Mesmo que hoje ele não seja mais o gigante que um dia foi. By Evans Araújo

Evangelista araujo leite
Jesus é o cordeiro perfeito. Ele viveu o que nenhum outro cordeiro jamais viveu. Seu sacrifício não foi apenas um ato final; foi uma escolha diária.
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Jesus é o cordeiro perfeito. Ele viveu o que nenhum outro cordeiro jamais viveu. Seu sacrifício não foi apenas um ato final; foi uma escolha diária. Uma entrega constante. Uma vida oferecida por nós. “Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; mas sim, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.” — Hebreus 4:15 Jesus não apenas morreu por nós; Ele viveu por nós. Seu sacrifício começou muito antes da cruz. Não deixou apenas um túmulo vazio, mas um legado. Um exemplo. Uma prova. E não falo apenas da ressurreição, mas de algo ainda mais profundo: Jesus nos mostrou que é possível viver em santidade. Que uma vida guiada por Deus pode resistir ao pecado. Não há desculpas, adversidades ou ódio que impeçam um coração fiel, íntegro e verdadeiro de caminhar em direção aos céus. “Assim como pela desobediência de um só homem muitos foram feitos pecadores, assim também pela obediência de um só muitos serão feitos justos.” — Romanos 5:19 Jesus não foi apenas um cordeiro simbólico. Ele foi um ser humano real, tentado como nós, pressionado como nós, sofrendo como nós. Mas escolheu viver uma vida santa. E quando entregou seu sangue, não entregou apenas sua morte, entregou sua vida inteira. Cada escolha certa. Cada resistência ao pecado. Cada ato de amor.

Gabrielle Moreira R.
Consciência, Diálogo e Esperança E se votar fosse consciência, educação e atenção,
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Consciência, Diálogo e Esperança E se votar fosse consciência, educação e atenção, não promessa repetida nem discurso de ocasião? Talvez o palco tivesse menos gritos e mais responsabilidade na decisão. Mas ainda existe um povo atento, aprendendo a participar, que entende que cidadania é mais que votar, é acompanhar. Educação constrói futuro quando ensina a questionar. Prometem o que já é direito, tá na lei, qualquer um vê, mas entre a palavra escrita e a vida que insiste em sofrer, o caminho se confunde e o direito demora a chegar pra mim e para você. Somos diferentes, é verdade, na forma de crer e pensar, mas diferença não é ameaça quando aprendemos a respeitar. O diálogo vira ponte onde antes havia muro a separar. Não se trata de um só lado, nem de bandeira ou opinião, quando a máquina gira sozinha esquece quem move a engrenagem. Quem sustenta pede resposta, quem governa deve prestação. Tentamos nos conectar ao mundo por telas, sinais e informação, mas nada substitui o encontro, a escuta e a cooperação. É no olho no olho sincero que se constrói transformação. Vivemos tempos divididos, por ideias, crenças e visão, língua, cultura, fronteira, diferença vira separação. Quando o diálogo se perde, cresce a desigualdade e a tensão. Queremos trabalho, dignidade, saúde, escola e igualdade, não como favor concedido, mas como direito de verdade. Esperança não é esperar sentado, é agir com responsabilidade. Somos milhões neste país cheios de sonhos e vontade, e bilhões no mundo inteiro buscando a mesma humanidade. Se falássemos mais em comum, talvez sobrasse menos desigualdade.

Luis Henrique Takatsu
⁠Crônicas de uma vida – Parte que não se conta no currículo Quando eu nasci, não entendia nada sobre humanidade. Nem por que raios eu tinha vindo ao mundo. Era só um choro automático, um corpo quente e confuso que exigia leite, colo e silêncio. Com o passar dos anos, comecei a…
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⁠Crônicas de uma vida – Parte que não se conta no currículo Quando eu nasci, não entendia nada sobre humanidade. Nem por que raios eu tinha vindo ao mundo. Era só um choro automático, um corpo quente e confuso que exigia leite, colo e silêncio. Com o passar dos anos, comecei a querer ser alguém **especial**. Não sabia ainda o que era humanismo, compaixão ou empatia — palavras grandes demais para uma criança que só queria ser notada. Então foquei no meu eu: minhas notas, minhas conquistas, meu quartinho organizado, minhas pequenas vitórias que eu achava que definiam valor. O mundo era um palco, e eu ensaiava meu monólogo principal. Até que, numa noite qualquer — daquelas em que a cidade parece respirar mais devagar —, tudo mudou sem aviso. Eu caminhava pela rua estreita atrás do prédio, fugindo da insônia e do calor abafado do apartamento. Foi quando a vi: uma figura encurvada, quase fundida com a sombra do poste. Uma mulher (acho que era mulher, a penumbra roubava detalhes). Ela revirava uma lata de lixo com uma paciência feroz, os braços magros desaparecendo até o cotovelo no fundo metálico. O som era seco, plástico rasgando, latas batendo. De vez em quando ela parava, examinava algo na luz amarelada, levava à boca e mastigava devagar, como se saboreasse um prato requintado. Fiquei parado. Não consegui seguir andando. Primeiro veio a surpresa. Depois, uma pontada de indignação quase infantil: **Como assim? Como uma pessoa igual a mim, feita da mesma carne, do mesmo sangue quente, pode chegar a esse ponto?** O cérebro tentava calcular: acidente? drogas? doença? família que virou as costas? E logo em seguida veio o desconforto pior: e se eu, com toda a minha pose de “alguém especial”, estivesse a apenas algumas más decisões de distância daquela lata de lixo? Ela ergueu os olhos por um instante. Não sei se me viu de verdade. Talvez eu fosse só mais um vulto na noite, mais uma silhueta que passa e julga. Mas naquele segundo de cruzamento de olhares — ou de quase-olhares — alguma coisa em mim estalou. Não foi pena. Pena é confortável, dá para resolver com uma moeda ou um sanduíche. Foi **reconhecimento**. Uma espécie de espelho torto e cruel. Ela ali, eu aqui. Mesma espécie. Mesma fragilidade essencial. Só que a vida tinha apertado o acelerador em direções opostas. Voltei para casa com o estômago embrulhado e os pensamentos em looping. Naquela noite, pela primeira vez, percebi que ser “especial” não era uma conquista solitária. Era, na verdade, uma ilusão muito frágil, sustentada por circunstâncias que eu não controlava: nasci em berço que não desabou, tive acesso a escola, saúde, comida na mesa, rede de proteção invisível que a maioria nem percebe que tem. A criatura furtiva da noite adentro não era “outra”. Era um **lembrete**. Um lembrete vivo, sujo, faminto, de que a humanidade não é mérito — é sorte, é sistema, é escolha alheia, é conjunto de acasos e de decisões coletivas. E aí, devagar, quase sem querer, comecei a entender o que talvez seja o humanismo: olhar para o outro e enxergar, antes de qualquer coisa, o mesmo grito surdo de existir. Não importa se está dentro de um terno caro ou revirando lixo à meia-noite. Aquele encontro não me transformou num santo. Longe disso. Mas plantou uma dúvida incômoda e permanente: E se eu tivesse nascido do outro lado da lata? E se, amanhã, a vida virar a chave e me colocar lá? Talvez a verdadeira especialidade não seja chegar ao topo. Talvez seja conseguir olhar para baixo — ou para o lado — sem desviar os olhos. E, quem sabe, estender a mão. Não por pena. Mas por reconhecer, no fundo do peito, que aquela mão que revira o lixo poderia, em outra história, ser a minha. E você? Ja passou por situação que fez repensar quem você acha que é? Ysrael Soler

Israel Soler
O Dia de Reis, celebrado em 6 de janeiro, marca a visita dos Três Reis Magos, Gaspar, Melchior e Baltazar ao menino Deus, Jesus de Nazaré em sua manjedoura, um evento do calendário cristão que encerra o período natalino. No Brasil tem como ápice a festa popular organizada por alg…
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O Dia de Reis, celebrado em 6 de janeiro, marca a visita dos Três Reis Magos, Gaspar, Melchior e Baltazar ao menino Deus, Jesus de Nazaré em sua manjedoura, um evento do calendário cristão que encerra o período natalino. No Brasil tem como ápice a festa popular organizada por algumas famílias tradicionais, a bela Folia de Reis e é o dia indicado para desmanchar as arvores de Natal, com celebração de missas em algumas dioceses do interior.

Ricardo V. Barradas 33
Repente “O ser humano contra o ser humano” E se votar fosse consciência,
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Repente “O ser humano contra o ser humano” E se votar fosse consciência, não favor nem barganha dada? Se a escolha viesse da mente e não da promessa encenada? Talvez o palco ficasse mudo, sem mentira bem ensaiada. Prometem o que já é do povo, tá escrito, ninguém inventou, mas entre a lei e a vida real algo sempre se desviou. Vai nos cofres, vira silêncio, e o direito nunca chegou. No fim não tem lado certo, nem esquerda, nem direita, não, a máquina pública gira moendo sonho e intenção. Quem sustenta paga a conta, quem comanda faz sermão. É a desunião que sustenta corrupção e desigualdade, desemprego bate à porta com nome falso de oportunidade. Troca a roupa, muda o rótulo, mas é a mesma crueldade. É o ser humano contra o humano, irmão virando adversário, dividido por fronteiras desenhadas num cartório. Língua, moeda e passaporte definem quem vale salário. Divide pela fé que se reza, pela cor, pelo amar, por ideologia e partido, por camisa de jogar. Criamos muros invisíveis que nem o tempo vai quebrar. Tentamos nos tocar em redes, mil amigos numa tela, mas falta abraço verdadeiro na vida que nos revela. Conectado com o planeta, desconectado da janela. Queremos cura instantânea, emprego com solidez, um amor sem imperfeição, um futuro de uma vez. Queremos filho salvador pra corrigir nossa vez. E mesmo assim eu acredito nesse povo resistente, que cai, levanta, se quebra e recomeça diferente. Que chora pouco em público e luta bravamente. Somos duzentos milhões sonhando nesse chão chamado Brasil, e oito bilhões no planeta num destino tão frágil. Tanta boca, tanta língua, tão pouco diálogo civil. E se o mundo falasse igual? Sem moeda pra separar? Com fronteira só no mapa e humanidade no olhar? Quem seria rico de verdade? Quem ia pobre se chamar? Talvez a maior fronteira não seja terra nem chão, seja o medo de enxergar o outro como irmão. (pausa) O ser humano contra o humano… essa é a guerra em questão.

Luis Henrique Takatsu
Escrevo-me quando o silêncio pesa e a alma pede morada.
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Escrevo-me quando o silêncio pesa e a alma pede morada. Escrevo-me não para ser lida depressa, mas para ser sentida no tempo certo do coração. Há dias em que sou rascunho, outros em que sou verso inteiro. Mas sigo, mesmo borrada, mesmo em construção. Escrever-me é não desistir de quem sou, é juntar pedaços de fé, cicatrizes e esperança numa mesma linha. Porque enquanto me escrevo, eu existo. Inteira. Viva. Aprendendo a ficar. _escrevendo.me

georgina rodrigues contildes
Canta de um estudante de Direito "Prezada, vossa excelência que me tirou o juízo, peço-te a máxima atenção para esta humilde petição inicial.
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Canta de um estudante de Direito "Prezada, vossa excelência que me tirou o juízo, peço-te a máxima atenção para esta humilde petição inicial. A saber: quando poderemos arrolar nosso processo? Requeiro vista da minha confessa ignorância para saber se devo ipetrar a ti um abscorpos ou absdata, que nos assegure o acórdão de tal data, sem litígios, sem recursos e, se possível, com sentença favorável ao coração." (CH²)

Carlos Henrique - O HUMANIZADO
Aquele que trata político como objeto de estimação deve assumir a responsabilidade integral por sua escolha: tome-o nos braços, embrulhe-o com suas próprias convicções e leve-o para dentro de sua casa — pois quem idolatra governantes não merece reclamar dos desastres que eles pro…
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Aquele que trata político como objeto de estimação deve assumir a responsabilidade integral por sua escolha: tome-o nos braços, embrulhe-o com suas próprias convicções e leve-o para dentro de sua casa — pois quem idolatra governantes não merece reclamar dos desastres que eles produzem.

Prof. Jeferson Botelho Pereira
Foto noturna, agradável em um tom de romantismo, num lugar iluminado, que estava silencioso, bastante receptivo, um misto apaixonante entre a natureza e o espaço urbano, que não poderia deixar passar despercebido, seria de fato um grande engano, algo atípico do meu costume Parei…
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Foto noturna, agradável em um tom de romantismo, num lugar iluminado, que estava silencioso, bastante receptivo, um misto apaixonante entre a natureza e o espaço urbano, que não poderia deixar passar despercebido, seria de fato um grande engano, algo atípico do meu costume Parei brevemente para admirá-lo, poderia até ser um cenário perfeito de um belo casal apaixonado, cena marcante de um filme ou de um livro, a pintura realista de um lindo quadro, porém, neste momento, está descrito pela minha poesia por ter me deixado inspirado, então, está presente em algumas linhas Faz bem ficar parado de vez quando para simplesmente observar a beleza edificante que às vezes está tão perto, mas a rotina a deixa distante, portanto, se possível, observo, atento e exultante, uso o meu olhar poético e o foco de uma câmera, pois nada será como antes e saudade pode ser tamanha.

Jefferson Freitas.