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24 frases nesta página

Temos sempre que ter fé em Deus e estar preparado para situações adversas em nossas vidas.
Isaias Ribeiro
O poder do som, já era conhecido pelos chineses a milhares de anos do passado. A tal ponto, que o Imperador mantinha um grupo seleto de fieis afinadores de todos instrumentos, que percorriam todos lugares do reino, afinando pelo diapasão imperial com isto controlava o bem estar,…
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O poder do som, já era conhecido pelos chineses a milhares de anos do passado. A tal ponto, que o Imperador mantinha um grupo seleto de fieis afinadores de todos instrumentos, que percorriam todos lugares do reino, afinando pelo diapasão imperial com isto controlava o bem estar, as idéias, o espirito, os pensamentos e as atitudes a favor do império. Logo o som, tons vibracionais é o guia das águas, da vida e do comportamento humano.

Ricardo V. Barradas
Sejam benditos merecidamente os meus momentos de equilíbrio, sempre raros e oportunos, que renovam e fortalecem o meu espírito com uma certa facilidade, neste mundo de muitos acontecimentos caóticos, que refletem o caos que atua na minha mente, que vive em constante atividade Se…
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Sejam benditos merecidamente os meus momentos de equilíbrio, sempre raros e oportunos, que renovam e fortalecem o meu espírito com uma certa facilidade, neste mundo de muitos acontecimentos caóticos, que refletem o caos que atua na minha mente, que vive em constante atividade Sendo assim, considero francamente tais benefícios como parte edificante do Zelo Divino, demonstrada em cada momento equilibrado que aproveito, mesmo que seja um daqueles lúdicos com vestes de realismo, vividos apenas nos pensamentos, pois logo acaba e menosprezá-lo é um grande desperdício A próxima oportunidade de equilibrar-se certamente é imprevisível, temporária, breve ou mais demorada, servindo de um jeito único e preciso, portanto, quando possível, deve ser aproveitada ao máximo, até os segundos podem ser significativos, inclusive, destemido, o tempo passa, não espera ser vivido.

Jefferson Freitas.
Eu penso na vida e a vida pensa em mim, como um fogo que acende e mantém a chama. A vida o que é, senão dias que se repetem? Acontecimentos triviais, alegrias e tristezas. E sem saber o porquê estou eu aqui caminhando nesse solo, que é o solo de todos. O que sou? Uma causalidade…
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Eu penso na vida e a vida pensa em mim, como um fogo que acende e mantém a chama. A vida o que é, senão dias que se repetem? Acontecimentos triviais, alegrias e tristezas. E sem saber o porquê estou eu aqui caminhando nesse solo, que é o solo de todos. O que sou? Uma causalidade biológica? O encontro fugidio de dois corpos? E eu me prosto a Deus, sabendo que minha fé é tão pequena, que precisa de livros que a traduzam. Eu admito ser menor do que mim mesma. Um corpo robusto e uma mente famigerada de perguntas. Livros e mais livros. E se leio é mais por vaidade do que interesse genuíno. Quem ousaria expor assim sua própria fraqueza? Educada sim, eu sou. Mas é uma educação polida, construída socialmente. Eu te trato bem, porque é bonito para mim. E então a vaidade novamente fala por mim. Não nego que tenho afeto genuíno, por pessoas que cabem nos dedos de uma mão. Os demais são uma massa amorfa que aumentam as filas no supermercado. Não sou rica, mas também não sou pobre. Mas sou pobre o suficiente para me achar rica. Eu me isolo, para as pessoas se culparem por ter me abandonado. Sim, atrás da minha voz doce há crueldade inimaginável. E o grande paradoxo: eu sou mesquinha, vaidosa e egoísta. Mas escolho a gentileza como filosofia de vida. Eu posso ser má, mas eu escolhi a bondade para viver nesse mundo. Sou porto seguro e um ombro amigo e sincero para todos os momentos. Eis a minha humanidade."

Monalisa Ogliari
Melhor idade Há muito tempo se atribui a melhor idade à velhice, pois eu discordo. Depois dos 60 anos o ser humano já adquiriu a sabedoria necessária para fazê-lo refletir sobre o sentido da vida, mas por que devo concordar que essa é a melhor idade, se o corpo fica mais vulner…
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Melhor idade Há muito tempo se atribui a melhor idade à velhice, pois eu discordo. Depois dos 60 anos o ser humano já adquiriu a sabedoria necessária para fazê-lo refletir sobre o sentido da vida, mas por que devo concordar que essa é a melhor idade, se o corpo fica mais vulnerável às doenças? Pois bem, criei minha própria teoria, mas antes preciso apresentar meus argumentos... A melhor idade seria aos 5 anos? Não! Nesta etapa a criança tem muita energia, mas só sabe brincar e por vezes chora gratuitamente. Porém, há um detalhe relevante, ela não tem noção do que está acontecendo e não lembrará de grande parte dos fatos. Portanto, 5 anos não é a melhor idade! A melhor idade seria aos 18 anos? Não! É claro que é um período lindo, com muita vitalidade, beleza física em evidência, início da maioridade e sonhos a serem realizados. Certamente a memória será lembrada, contudo, o cérebro ainda não está totalmente desenvolvido e a chance de se tomar decisões erradas é muito grande. Conclusão, 18 anos não é a melhor idade! A melhor idade seria aos 35 anos? Não! Apesar do cérebro maduro, decisões mais assertivas, memória permanente, possível estabilidade financeira e relação afetiva sólida, o corpo já começa a dar o seu recado e a energia física não é a mesma. Obviamente, 35 anos não é a melhor idade! A melhor idade seria entre 45 e 59 anos? Não! Nesta etapa o ser humano está ensaiando momentos de sabedoria, sente-se bem resolvido em ter mais experiência de vida, eventualmente descobre-se como alguém necessário no trabalho e na família, soma-se realização profissional, independência financeira e bom relacionamento conjugal, mas o recado do corpo é mais alto e os estresses com os cuidados à saúde triplicam. Absolutamente, essa fase não é a melhor idade! Portanto, minha humilde opinião traz como a melhor idade o período entre 25 e 27 anos, eu diria, a era do ouro do ser humano, com vigor, pele macia, cérebro desenvolvido, chance de estabilidade financeira e emocional. O organismo pode até estar começando a envelhecer, mas ainda não é perceptível e a memória será para sempre. Um parêntese: Essa melhor idade pode ser subjetiva, pois cada fase da vida tem a sua essência e quem vai torná-la interessante somos nós, a partir de nossas escolhas e ações. Descubra qual é a sua melhor idade!!!

Tatiane da Silva Santos - Santarém PA
Quando ele chega Quando ele chega, me desatina.
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Quando ele chega Quando ele chega, me desatina. Bagunça meus silêncios e enche meu coração de uma alegria que não cabe. Eu olho aqueles olhos, o sorriso de canto, a preocupação desenhada no rosto, e nasce em mim a vontade simples e urgente de agarrar e não soltar mais. Somos tão diferentes. É isso que enlouquece. É isso que chama. Ele é sério, carrega o mundo nos ombros, histórias pesadas, dias longos. Ela é uma menina com idade de mulher, cheia de sonhos, cheia de sentir. Mas quando a gente se olha, nada disso importa. O tempo para. As defesas caem. A gente se completa no que falta, no que sobra, no que silencia. Mesmo distante, há um fio invisível que nos prende, que nos reconhece. E é ali, nesse espaço entre nós, que mora o amor da minha vida.

Debora Santos
NATAL O Natal é um fenômeno mundial e parece não ter fim na mente humana. É contagiante, intrigante e faz com que pensamentos bons fluam pelo nosso corpo, independentemente das circunstâncias. Vem como um feromônio da felicidade, se é que esse termo pudesse existir.
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NATAL O Natal é um fenômeno mundial e parece não ter fim na mente humana. É contagiante, intrigante e faz com que pensamentos bons fluam pelo nosso corpo, independentemente das circunstâncias. Vem como um feromônio da felicidade, se é que esse termo pudesse existir. O Natal torna-se um verdadeiro espetáculo de luzes, enfeites e alegrias. É uma paz que sabemos ser passageira, mas que, ainda assim, nos envolve de forma intensa, quase eletrizante — e isso é sentido por todos nós. São milhares de histórias: muitas tristes, outras tantas, profundamente alegres. Tudo começa no início do ano, quando o pensamento já se povoa da expectativa pelo próximo Natal. Ao longo dos meses, essa espera se estreita e, de repente, percebemos que ele se aproxima. Às vezes até esquecemos — talvez pelo cansaço do dia a dia, pelos problemas constantes, pelas decepções marcantes. Mas, no final de cada ano, o Natal explode, recarregando a bateria humana com sorrisos que não chegam apenas aos olhos, mas à alma. Mãos se unem, lembranças passam como filmes na mente, e surge a esperança de que pequenas mudanças possam gerar felicidades duradouras. Acredito nesse Papai Noel. Não no velhinho barbudo e de barriga grande — esse conceito deixo para a pureza das crianças. Acredito, sim, no ser humano existencial: naquele que olha para as crianças carentes e acalma seus corações; que enxerga famílias humildes e oferece força e determinação; que percebe o amigo que precisa de ajuda — nem sempre financeira, muitas vezes apenas um “olá”, um sorriso, um aperto de mão. E há também os invisíveis e tristes. Eles precisam de apoio, de conselhos e, às vezes, apenas de um abraço cheio de amor. Vivemos em um mundo lindo, mas que nem sempre é cuidado como deveria. Há falhas, e o tempo é curto. Muitos estão desesperados por proteção, por afeto, por um turbilhão de carinhos, por ter um rosto a quem chamar de amigo — o protetor. Que neste Natal o improvável e o impossível se realizem, até porque o contrário já é certo. Que a cura aconteça em todas as situações, pois milagres e transformações ainda são possíveis. Que cada um tenha o seu Papai Noel. Que cada um tenha o seu Natal. Que cada um viva um Natal cheio de luzes multicoloridas, e que a paz se instale no mundo inteiro, trazendo serenidade e esperança. Vamos relaxar, porque outras tempestades virão, outras tristezas nos alcançarão e lágrimas ainda rolarão pelo nosso rosto. Mas basta lembrar: a virada do ano chega, e o próximo sempre pode ser melhor. Enfim, é isso que desejo: um mundo colorido, risos sinceros, abraços cheios de musicalidade e um ar que cheire à vida — à vida feliz.

Yonne Moreno
O que há de errado com o tempo? Talvez o erro seja o intento de não aprendermos, enquanto vivemos,
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O que há de errado com o tempo? Talvez o erro seja o intento de não aprendermos, enquanto vivemos, a contá-lo no convívio, no movimento. Enquanto ele ecoa, convivemos, às vezes, sós entre nós mesmos. E não percebemos que o tempo pode afastar ou atrair sentimentos. Bons ou ruins, eles vão e vêm sem que percebamos. Ele nos leva por caminhos e cria atalhos inteiros. Ele vai passando como quem escorre entre nossos dedos, sem aviso às vezes rápido, às vezes lento, mas sempre indeciso. Vivemos tudo o que nos permitimos: com a família, sozinhos ou entre amigos. Ele corre quando queremos presença, nos arrasta quando a dor pede licença. Ele voa quando estamos atrasados, e para, sem que percebamos, no sorriso de quem somos apaixonados. Vinte e quatro horas nos são dadas, todos os dias, sempre depositadas. Caem em nossa conta sem permissão, sem pedido, sem merecimento ou explicação. Prometemos a nós mesmos não deixar o tempo passar em vão. Quando crianças, o tempo era mágico, e não tentávamos controlá-lo com um celular nas mãos. Estávamos ocupados colecionando momentos, dádivas nos dadas pelo próprio tempo, para que, quando estivermos perdidos, possamos lembrar… e voltar ilesos. Há dias em que queremos doar, nem que seja um fragmento do que nos resta guardar, quando percebemos que o outro já não terá o tempo que a vida prometeu entregar. Então entendemos o inevitável: o tempo, sim, ele é temporário. Nascemos, crescemos e morremos um roteiro que segue fiel itinerário. Mas como se espera? pergunta o coração. O tempo do último olhar, da despedida em vão? Ou o tempo que passa sem quem amamos, tentando ser inteiros… quando já nos faltamos?

Luis Henrique Takatsu
Numa troca intensa de olhares entre os meus olhos atentos e o olhar feminino de uma bela arte, que expressa perfeitamente ao meu ver, um notório mistério com sua pupila visivelmente dilatada, pois seguramente não tem como eu saber com muita exatidão a causa Pode ser de tamanha e…
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Numa troca intensa de olhares entre os meus olhos atentos e o olhar feminino de uma bela arte, que expressa perfeitamente ao meu ver, um notório mistério com sua pupila visivelmente dilatada, pois seguramente não tem como eu saber com muita exatidão a causa Pode ser de tamanha emoção admirando a pessoa amada, por um forte deslumbramento diante de uma linda visão imponente, além do horizonte, por muito medo de uma ameaça iminente ou por sentir que finalmente foi tocada, a partir da sua mente tão agitada Consequentemente, lembrei que dizem que os olhos são o reflexo da alma, se for verdade, não acredito que seja assim sempre, mas, neste caso, talvez a pintura reflita a expressividade da sua artista, o espelho da sua sensibilidade, aquela particularidade que não é vista E reagindo a essa provocação artística, sigo o que já dizia um certo livro “O essencial é invisível aos olhos”, então, busco não fazer uma observação superficial e prontamente me aprofundo, observando com afinco bem mais do que é exposto, mantendo o meu imaginário ativo, superando o alcance dos meus olhos.

Jefferson Freitas.
Último domingo de 2025 Faltam três dias para o ano novo. É tempo de faxina: limpar o que não nos serve, na vida, em casa e por dentro. Alguns sentimentos não precisam seguir para 2026. É tempo de cura, de renovação, de esperança e de gratidão. Que sigam para 2026 apenas o bem qu…
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Último domingo de 2025 Faltam três dias para o ano novo. É tempo de faxina: limpar o que não nos serve, na vida, em casa e por dentro. Alguns sentimentos não precisam seguir para 2026. É tempo de cura, de renovação, de esperança e de gratidão. Que sigam para 2026 apenas o bem que trazemos no peito, a paz que aprendemos a cultivar por dentro e a positividade que ilumina os dias. Que façamos do próximo ano menos sobre esperar e mais sobre escolher: escolher paz, escolher cuidar de si, escolher seguir. Que saibamos fechar ciclos com amor e abrir portas com coragem. Que 2026 encontre em nós um coração mais leve e uma fé mais viva. Que o novo ano comece limpo e cheio de sentido. O resto, deixamos em 2025. Josy Maria 28/12/2025 Frases, textos e citações by Josy Maria

Josy Maria