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24 frases nesta página

O que é a beleza? É tudo aquilo que nossos olhos veem e que, por alguma razão, provoca um deleite diferente — uma pausa, um suspiro, um silêncio interior. Há quem diga: “Se foi criado por IA, não vale.” Como não vale? O valor da beleza está na emoção que desperta, não apenas na m…
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O que é a beleza? É tudo aquilo que nossos olhos veem e que, por alguma razão, provoca um deleite diferente — uma pausa, um suspiro, um silêncio interior. Há quem diga: “Se foi criado por IA, não vale.” Como não vale? O valor da beleza está na emoção que desperta, não apenas na mão que a executou. A beleza não perde sua essência por causa da ferramenta; ela se confirma no impacto que produz em quem a contempla.

Osnir da Silva
Um dia, a gente descobre que tudo teve uma razão, tecida de tristeza e de alegria Um dia, a gente percebe que tem discussão que claramente não vale a pena Um dia, a gente agradece e fica mais forte, pois com certeza, a gratidão fortalece.
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Um dia, a gente descobre que tudo teve uma razão, tecida de tristeza e de alegria Um dia, a gente percebe que tem discussão que claramente não vale a pena Um dia, a gente agradece e fica mais forte, pois com certeza, a gratidão fortalece. Um dia, a gente aprende aquela lição que mais precisava, um feito resiliente Um dia, finalmente, a gente cresce e passa a prestar mais atenção, visão que eleva a mente Um dia, a gente terá esta bênção alcançada; nada que está sendo vivenciado será em vão Um dia de cada vez, a gente segue vivendo a própria jornada com Deus e sua Proteção.

Jefferson Freitas.
Sobre Ágape e Vermífugos Arte é o que diferencia
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Sobre Ágape e Vermífugos Arte é o que diferencia memória e esquecimento. Arte é nossa alma perene, nosso fragmento único Imortal. Enquanto houver Arte, os parasitas estarão em perigo. Onde a Arte Reinar, estaremos imunes aos vermes. (Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Bruno Michel Ferraz Margoni
Memória e História. Preservar a história. Manter viva a memória.
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Memória e História. Preservar a história. Manter viva a memória. Construímos juntos tempos de glória. O legado se mantém levando a palavra escrita e falada pelo mundo. O brasileiro tem um profundo valor cultural. 🇧🇷✍️💯👏👏👏

Poeta Pernambucano Fernando Matos
Graciela Ela aprendeu a ser forte cedo demais. Dá pra ver no jeito que segura o mundo como se nunca tivesse tido escolha. E eu já vi o instante em que essa força falha, não por fraqueza, por confiança. Já vi quando ela encosta a testa no meu peito e respira fundo, como se ali p…
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Graciela Ela aprendeu a ser forte cedo demais. Dá pra ver no jeito que segura o mundo como se nunca tivesse tido escolha. E eu já vi o instante em que essa força falha, não por fraqueza, por confiança. Já vi quando ela encosta a testa no meu peito e respira fundo, como se ali pudesse baixar a guarda. O olhar dela não me observa. Me atravessa. Tem algo ali que desafia e, ao mesmo tempo, se entrega. E eu gosto dessa contradição. O sorriso ilumina, mas a boca dela não beija por acaso. Ela beija como quem decide ficar. Lenta. Quente. Sem plateia. Eu penso na boca dela quando estou sozinho. Penso no jeito que ela fecha os olhos quando minha mão encontra a curva da cintura e o corpo dela responde antes da razão. Ela é forte, sim. Mas o corpo dela entrega o que a postura tenta esconder quando encontra abrigo. Eu não quero diminuir a força dela. Eu quero ser o único lugar onde ela não precise usá-la. Porque quando ela ama, não é superfície. É incêndio que sabe onde queimar. E eu desejo esse fogo, não para apagar, para arder junto. Graciela.

Ruan Carlos S. Freitas
Leio poemas como alimento. Não leio com os olhos, Nem leio com a liguagem.
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Leio poemas como alimento. Não leio com os olhos, Nem leio com a liguagem. Leio com a fome De quem busca significados. E isso é sempre arriscado. Em meio a palavras herméticas, Entendo como quem conhece. E tudo flui organicamente. Se as vejo em um conjunto De produção e sensibilidade, Cuidadosamente arquitetadas. Não sei vocabulário rebuscado. Mas sei sentir cada palavra: Um peixe vivo em minhas mãos. Raramente encontro o retrato fiel Do que vivo febrilmente. E por um minuto me sinto compreendida. Eu que tantas vezes me dei por vencida. Não sei nomear o que a vida faz de mim, No momento presente, incoerente. Cansada que estou De movimentos lineares. Reprimo sentimentos viscerais, Se sou muito nesse mundo, Que observa e constrói regras. Sentada longamente não esboço ação, Mas meu peito corre mundos E cria realidades imprevessentes. Como conter impulsos De um ser que transborda Dimensões caosmáticas? Se penso em Deus, É porque Deus está em mim. Sem religião, sem plateia. Apenas uma força Que sereniza minhas visões. E me faz tratar o outro Com a tenulidade que espero. Estou isolada de todos. Sei que amo e sou amada Por amigos caros em Minhas afetivas lembranças. Mas preciso estar só, Para que minha mente Não se vá por caminhos Que desconheço e temo. Solidão ontológica É o que me resta, Se não encontro pares Que eu ouço e me ouvem. Mas nada lamento. Se tive o corpo torturado, Aumentou minha noção de justiça. Talvez eu seja dócil na aparência, Velho hábito polido na educação. O que dizer sobre O que se passa em minha mente? Nasci como sou e sou como nasci. Mas sei conversar calmamente Como se minha mente não estivesse em Ebulição, com pensamentos contínuos. Escrevo essas palavras, Que ouso chamar de poema. Se falo tanto de mim, Não é ferida narcísica. Tenho consciência da minha Peculariedade, se não sou Uma pessoa pragmática. A maturidade se aproxima, E faço um restrospecto. Erros e acertos se entrelaçam. Sinto vontade de pedir perdão, Mas palavras não curam sentimentos. E já não sei mais onde errei ou acertei. Sinto paz e me aceito com minha Mente idiossincrática. E sei sentir afeto duradouro, Mesmo no descartável do Nosso tempo veloz. Sei que estou prolixa E o poema se demora. Sem garantias. Espero que você me leia, E se sinta capaz de entender, Sem banalizar minha confissão. Mas se eu não te interesso mais, É justo que essas palavras caiam No esquecimento sem nada dizer. Minhas palavras são normoses, E posso disser que sem palavra Eu fiz um poema. Sem nenhuma força, Sem nenhum apoio. Eu sou resistência plantada No chão árido. E estou feliz, Porque a felicidade mora em mim. E sorrio sozinha, Por que minha ternura, Não conhece opressão humana. Sigo em frente, olhos abertos, Navegando no amor Que vislumbro no horizonte.

Monalisa Ogliari
[Antônimus] Que fim levaram
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[Antônimus] Que fim levaram os sonhos ?! Troquei todos por comida e um teto. A meritocracia ?! Uma vez, acenei para ela, da calçada. E a honra e dignidade ?! Nunca as conheci pessoalmente. (Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Bruno Michel Ferraz Margoni
Pedras As pedras nunca perguntam nosso nome. Elas apenas estão espalhadas no caminho, acumuladas nos bolsos invisíveis da vida, empilhadas no peito quando o dia pesa demais.
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Pedras As pedras nunca perguntam nosso nome. Elas apenas estão espalhadas no caminho, acumuladas nos bolsos invisíveis da vida, empilhadas no peito quando o dia pesa demais. Há pedras que tropeçam a gente. Pequenas, traiçoeiras, quase invisíveis. São as palavras mal ditas, os olhares que ferem sem tocar, as ausências que chegam antes da despedida. Outras são enormes, do tamanho de um não definitivo, de um sonho interrompido, de uma porta fechada por dentro. Aprendi cedo que pedra não escolhe quem encontra. Rico ou pobre, descalço ou de sapato caro, todo mundo tropeça. A diferença está no que se faz depois da queda. Tem gente que senta na pedra e faz dela morada. Constrói casa de lamento, coloca cortina de desculpa, serve café de amargura. Vive ali, endurecendo junto, confundindo peso com destino. Mas há quem recolha a pedra com cuidado. Observe seus cantos, sinta sua aspereza, reconheça o machucado que causou e sigui. Algumas viram degraus. Outras, fundação. Algumas, quando lançadas longe, ainda fazem barulho ao cair, como se protestassem contra a própria inutilidade. As pedras também guardam memória. Sabem onde a gente caiu, onde sangrou, onde quase desistiu. Por isso doem tanto quando reaparecem no mesmo trecho do caminho. Elas lembram: você já esteve aqui. E mesmo assim, seguimos. Com os pés calejados, com a alma aprendendo a pisar melhor. Porque, no fim, o caminho não é feito só de chão liso. É feito de pedras que nos ensinaram equilíbrio, força e escolha. Talvez a vida seja isso: não a ausência de pedras, mas a arte de decidir quais carregamos, quais usamos para subir e quais deixamos onde estão para que não sejamos nós a endurecer primeiro.

Silasoliveira13
QUANDO A PORTEIRA SE ABRE! Há dias em que sou princípio. Eixo.
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QUANDO A PORTEIRA SE ABRE! Há dias em que sou princípio. Eixo. Coluna erguida no meio do vendaval. Defendo a vida como quem acende lamparinas em territórios onde a noite insiste. Meu verbo é justiça. Meu gesto é permanência. Mas há dias, em que o existir me enverga. E algo dentro de mim range. Não é descrença. Não é abandono do que acredito. É o corpo lembrando de todas as lutas que a alma sustentou em silêncio. Vem primeiro um abalo, não na ideia, mas na carne. Um peso que não tem nome, uma vertigem que não pede licença, uma névoa que atravessa o pensamento e colore tudo de nefasto. É quando a porteira se abre. E os pensamentos que eu sei que não sou correm pelo pasto da minha mente como bois assustados. Eles gritam exageros. Sussurram desistências. Inventam um mundo sem saída. E eu, por instantes, exagero nos goles da dor. Bebo como se a tristeza fosse água e a razão, pequena demais para conter o dilúvio. O sentimento derruba a lógica sem piedade, sem perdão. Mas ainda assim, há algo que permanece. Mesmo quando tudo em mim vacila, há uma centelha que observa. Ela não grita. Não acusa. Não foge. Apenas permanece. E é ela que me lembra, quando o vendaval cessa: Eu não sou a tempestade. Não sou os pensamentos que me atravessam. Não sou o peso que me curva. Sou a consciência que atravessa a noite e ainda escolhe amanhecer. E mesmo que a porteira se abra outra vez, mesmo que o abalo retorne, há em mim um princípio inegociável que nenhuma dor consegue desalojar: defender a vida, inclusive a minha.

Eli Odara Theodoro
Abençoada demais para querer ser de outro jeito. Nem consigo. Para alguns eu sou muito emocionada, exagerada, intensa em tudo que faço e sinto. Para mim é a única maneira que consigo me sentir feliz. Pelas bençãos recebidas eu sei que este é o caminho que o Senhor quer que eu per…
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Abençoada demais para querer ser de outro jeito. Nem consigo. Para alguns eu sou muito emocionada, exagerada, intensa em tudo que faço e sinto. Para mim é a única maneira que consigo me sentir feliz. Pelas bençãos recebidas eu sei que este é o caminho que o Senhor quer que eu percorra, e se ele quer eu também quero.

Rosane Brito
[O Devorador de Homens] Nós sabemos que nossa sociedade, é baseada na desvalorização extrema do conhecimento, no desprezo pela reflexão, no sufocamento do pensamento pautado por atitudes éticas. E isso afasta a consciência crítica e a mantém, muito distante da realidade do povo.…
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[O Devorador de Homens] Nós sabemos que nossa sociedade, é baseada na desvalorização extrema do conhecimento, no desprezo pela reflexão, no sufocamento do pensamento pautado por atitudes éticas. E isso afasta a consciência crítica e a mantém, muito distante da realidade do povo. Quando amedrontamento se une a alienação, num caldeirão de boatos permeados pelo ódio, descrença e a intolerância, nós encontramos um solo fértil para o avanço da tirania. No qual, déspotas em potencial, absorvem a esperança das pessoas e diante do desespero, se fortalecem para construir seu reinado de opressão e terror. Os Monstros existem, mas, para nossa sorte, eles são Mortais. Incontáveis são as dúvidas, porém, há uma certeza. Quando libertarmos o Leviatã, ele irá se alimentar. (Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Bruno Michel Ferraz Margoni
Somos os aprendizes que Deus prepara para uma evolução espiritual que o mundo tenta nos desviar e deter . Nós somos o que Deus nos faz ser ,não o que os outros querem que sejamos. Boa 🌃 noite 😴
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Somos os aprendizes que Deus prepara para uma evolução espiritual que o mundo tenta nos desviar e deter . Nós somos o que Deus nos faz ser ,não o que os outros querem que sejamos. Boa 🌃 noite 😴 Deus nos abençoe sempre 🙏🏾 Tenhamos fé!

ROSINEI NASCIMENTO ALVES
6 de janeiro de 2024 · Conteúdo partilhado com: Público
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6 de janeiro de 2024 · Conteúdo partilhado com: Público LA VAI O MENINO (Para meu neto Cauã, em 06.01.2024) Lá vai meu menino Catando o destino Levando carinho, Vencendo sozinho! Mochila nas costas, Certezas já postas No amor da família Seguro ele aposta!! Vai levando liberdade Vai traçar sua verdade, E um dia dizer contente Voltei, trazendo felicidade!

Socorro Melo UFPI
Quando eu já havia desistido de encontrar alguém, Você apareceu e me deu esperanças de amar de novo. Eu que nunca quis casar,
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Quando eu já havia desistido de encontrar alguém, Você apareceu e me deu esperanças de amar de novo. Eu que nunca quis casar, Com você eu já sabia até como seria a festa. Eu, que nunca quis ter uma família, Com você imaginei nós e nossos filhos. Eu, que sempre vivi o presente, Com você passei a sonhar com o futuro. Eu te amei e ainda amo da forma mais intensa que jamais imaginei amar alguém um dia. Mas, infelizmente, agora vou ter que aprender a viver sem você... E descobrir o que fazer com todo esse amor dentro de mim.

Rayane Echylem
"A arte da cultura, nos versos que o tempo não apaga, vivem Mestres e Mestras raízes, mãos que moldam a arte da palavra, da dança e dos saberes,
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"A arte da cultura, nos versos que o tempo não apaga, vivem Mestres e Mestras raízes, mãos que moldam a arte da palavra, da dança e dos saberes, guardiões da cultura popular, tradição espelho de um povo feliz, donos desses países. Entre os ritos e os cânticos, tece saberes que os livros não trazem, é oralidade pura desse chão." — (Mestre Malaquias da Viola)

Me.Malaquias da Viola