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24 frases nesta página

"AMOR FÉ ESPERANÇA_ Como a vida e chia de perguntas quem somos nos de onde viemos pra onde vamos mas eu mim pergunto pra quer saber todas as respostas se nao poderemos fazer nada a respeito? a tempos mim achava um humano fraco e despresivel como todos os outros ,decidi ser dife…
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"AMOR FÉ ESPERANÇA_ Como a vida e chia de perguntas quem somos nos de onde viemos pra onde vamos mas eu mim pergunto pra quer saber todas as respostas se nao poderemos fazer nada a respeito? a tempos mim achava um humano fraco e despresivel como todos os outros ,decidi ser diferent nao obedecer regras nao dar ouvidos a nimguem,mas percebi que nos humanos somos os mas forte e previlehiosos por ter o livre arbitrio os demonios por nao o teem querem nos induzir a fazer coisas mas e no levar a passar a eternidade no infer acho que eu escrevi eternidade tambem vem os anjos que pedirao pra Deus para abitarem na terra mas Deus disse que a terra foi feita pra jent , mas se pararmos pra pençar bem a terra e nossa mas e so por um tempo por que vem a velisse e a morte adianta ter ambiçao querer ter tudo aqui se morreremos um dia a morte e mas uma coisa seria que devemos estar sempre atentos pos nao saberemos a hora que ela vem nos busca. pra quer ter tudo se morreremos um dia agora nesse momento oque eu quero e sor construir uma coisa que servira pra minha vida e morte e o amor sentimento constado em livros de Deuses o sentimento mas forte que existe capaz de quebrar barreiras e estou construindo meu amor aqui na terra pra que quando chegar meu dia de parti seje pra qual mundo for eu estar do lado da minha amada e la com o poder do nosso amor criar nosso mundo e viver em paz agora pra que os demonios e os anjos querem a terra se eles ja possuem existemcia eterna sao perguntas sem respostas a terra sera destruida e nao sera mas de nimguem cada ser humano tem uma maneira de pençar e escolher oque e melhor para si mesmo intao estando errado ou nao essa e minha maneira de pençar oque mas mim importa nesse momento e estar com minha familia dando o carinho que eu puder da e o mas importante estar com meu laço e alma gemea ,cada uma veio com um proposito pra ca eu nao pedi pra nascer vivi ate agora nao conçegui nenhu proposito pra mim ja que eu vim pra ca por nada vou fazer esse nada ser meu tudo sei que um ser humano com a mente de um monstro pode mudar sei que aos poucos eu mim transformarei o meu proposito mas important e cuida dela a minina que eu mas amo essa sera minha missao nao quero saber de verdades ou mintiras so quero acreditar na puresa do nosso amor nao quero dar ouvidos a nimguem so ao meu amor por ela e nao aceito morrer em vao por que acredito na força do nosso amor e estando certo ou errado vou ate ao fim com meu pençamento de construir um mundo com ela e sermos felizer para todo o nosso sempre.... Camila Amo Voce

jenova
O doente mental e a família. 23/10/2002 Jornal Opinião de Araras Há uma leve semelhança e uma enorme diferença entre o fechamento de uma Detenção Pública, como o Carandiru, e o fechamento parcial de um Hospital Psiquiátrico, ou sua redução de leitos. A semelhança está no fato d…
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O doente mental e a família. 23/10/2002 Jornal Opinião de Araras Há uma leve semelhança e uma enorme diferença entre o fechamento de uma Detenção Pública, como o Carandiru, e o fechamento parcial de um Hospital Psiquiátrico, ou sua redução de leitos. A semelhança está no fato de ambos fazerem parte de projetos do Governo Estadual. Já a diferença está nos resultados que este fato ocasiona. Ao se fechar uma Casa de Detenção, os presos são transferidos para outras; no hospital psiquiátrico, os doentes são devolvidos às suas famílias. Isto nos remete ao questionamento da função social das instituições de acolhimento e tratamentos de doentes mentais. Sabemos que a família nem sempre está preparada para lidar com o doente mental. Surge, então, um ciclo natural que causa dependência das famílias pelas instituições, estabelecendo um vício de internações que desgasta e esgota a todos os envolvidos, abrindo espaço para o surgimento de sentimentos de impotência familiar e rejeição, sentido principalmente pelo doente. Com efeito, a instituição passa a ser a válvula de escape da família, haja vista que ainda não há ninguém melhor – por enquanto- para tratar de seu doente. Deste modo, surge uma nova necessidade da instituição, além de acolher o doente: amparar a família no seu convívio – em casa - com o doente mental. Neste caso, a atuação das Assistentes Social e dos Psicólogos é indispensável. Pude observar de perto, ao conversar com Isabel Cristina, Assistente Social que há nove anos trabalha no Hospital Psiquiátrico da Cidade e tem como objetivo fazer uma reaproximação do doente com sua família. Ela busca instaurar no ambiente familiar, sentimentos que visem aceitação. Sem dúvida é uma tarefa bastante difícil, pois “re-aproximar” é aproximar novamente alguém ou algo que antes estavam próximos. E estavam mesmo? Este trabalho merece admiração. Trata-se, pois, de um esforço fenomenal, tanto da família quanto da instituição, pois é preciso que a rejeição familiar, há tempos presente, seja quebrada, resgatando e substituindo-a por um sentimento de amor, cujo fim busca amparar a tudo que gostamos; não de pena, porque ela só aparece quando a fraqueza nos toma. Enquanto procura-se trabalhar neste sentido, o fechamento de leitos não pode ser feito bruscamente, partindo de uma política econômica arbitraria. O governo não pode dizer às famílias: “Toma que o filho é teu!”. Na verdade, o “filho” também é nosso e é obrigação do Estado ampará-los, bem como a sua família. edneybaptista@ig.com.br

edney Baptista dos Santos
A fotografia Apaixonei-me por tua fotografia Você estava lindo junto à tua família
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A fotografia Apaixonei-me por tua fotografia Você estava lindo junto à tua família Teu braço aberto parecia mais uma carícia Vindo em minha direção com toda acrobacia Teu olho lindo e castanho parecia que lia A minha face que quase desfalecia Com tanta beleza de uma simples fotografia Tirada a muito tempo em um esquecido dia Quando você me dava total regalia Hoje, foge da minha carícia E esquece que já foi meu um dia E tenta fazer do meu amor utopia Agora trata-me com desdém, Mas outrora já fui teu o bem E do meu amor você foi refém.

Sol pereira
Eu tenho saudades do que eu não vivi. Minha alma é velha. Meus gostos são antigos. Meus valores são os mesmos dos meus avós. Tenho saudade das rodas de música, dos saraus que não participei. Do surgimento da bossa-nova, do auge do sucesso do Chico, do Caetano, Elis e tantos outro…
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Eu tenho saudades do que eu não vivi. Minha alma é velha. Meus gostos são antigos. Meus valores são os mesmos dos meus avós. Tenho saudade das rodas de música, dos saraus que não participei. Do surgimento da bossa-nova, do auge do sucesso do Chico, do Caetano, Elis e tantos outros que nos deixaram um tesouro inexistente nos dias de hoje. Sou nostálgica em relação a sentimentos. Quando eles eram desprovidos de outros adjetivos que hoje sempre o acompanham. Amar vem junto de beleza e dinheiro. Ser amigo só se for acompanhado de várias vantagens. Fazer um favor? Só se tiver algum benefício em troca. Ser gentil, bondoso, cavalheiro? Pode esperar que deve ter algo horrível por trás disso. Sinto vontade de voltar no tempo quando me lembro daquelas praças onde os jovens faziam “foot” nas tardes de domingo. Os aspirantes a “chefes de famílias” caminhavam de um lado para outro enquanto as moças conversavam com as amigas...a conversa pouco importava, mas os olhares diziam tudo. Buscavam aquele certo olhar, que podiam remeter a um amor, a uma família e uma vida inteira juntos. Saudosa época em que o respeito era respeitado. O respeito pela sabedoria dos mais velhos, pelos amigos, pela esposa e pelo marido. Respeito principalmente pelas pessoas que você não conhecia. Saudade da é poça Em que a repressão era grande, mas a criatividade maior ainda. No tempo em que as injustiças sociais e políticas eram combatidas com letras incrivelmente inteligentes, com livros que nos faziam romancear, com atitudes que viraram história. Quero o idealismo antigo, não utópico, não hipócrita que enfretava as conseqüências porque a causa era nobre. Os heróis do passado eram gente comum que andava pelas ruas. Eu nascia quando queria ter a idade de hoje. Eram épocas duras, difíceis, porém era tudo mais real, mais verdadeiro mais original. A juventude de hoje nada aprendeu com os jovens do passado, parece que tudo se perdeu... Pensava-se antes de falar, de dançar, de escrever. As ações tinham uma explicação. Os sentimentos eram colocados para fora de uma forma racional porém não menos emocional. Os amores eram mais ardentes, as histórias mais empolgantes, as revoltas mais surpreendentes, as pessoas mais humanas. Saudade, muita saudade daquela época...

Karina barros
Meu pé de romã Lindo, com folhagens exuberantes As flores desabrochando em cachos
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Meu pé de romã Lindo, com folhagens exuberantes As flores desabrochando em cachos Os frutos sendo formados um a um E os pássaros de galho em galho De flor em flor Á tarde e pela manhã A cantar, a pular, a brincar No meu encantado pé de romã. Romanzeiro que mais parece Uma árvore de natal Com seus frutos multicores Às vezes pardos, outras vezes amarelados E também verdes e avermelhados. Quando pequenos; bem fechados Quando maduros; explodindo em frestas Mostram suas sementes vermelhas e inchadas Que soltam o néctar suave e adocicado A alimentar os passarinhos E fazer bem aos vizinhos. Oh! Meu pé de romã Planta nobre e singela Da natureza a mais bela Uma árvore colorida Que faz sentir bem às gargantas Faz soar a mais fina voz. Não saia do meio de nós! O vento que balança seus galhos Selecionando suas pequenas folhas As vivas e frescas permanecem E as amareladas já se entregam Pelo chão, pelas calçadas e pelos corredores Espalhadas, prontas a serem destruídas, Catadas, sopradas e varridas. Meu pé de romã sensível e amado Não grita, não demonstra sentir dor Não chora nem denuncia Que há pessoas que guardam rancor Que não têm sensibilidade nem amor De sentir o quão maravilhoso tu és! Meu romanzeiro tem um inimigo covarde, sem coração Ou de coração duro, impuro Que tem os olhos voltados para a escuridão Que só enxerga a poluição Não tem olhos sensíveis à natureza E não suporta o seu misterioso ciclo De ver florescer e brotar Dar frutos, desabrochar. E pelo chão suas folhas se esparramar. O inimigo é insensível A ele tudo parece ser em vão Não percebe a presença amiga do romanzeiro Então num golpe sujo e certeiro Ordena a um infeliz inconsciente Que ponha abaixo os galhos carregados de frutos Galhos que acolhem passarinhos Que dão sombra ao pequeno Bili verdinho. Meu saudoso e querido romanzeiro É indesejado e penalizado Pelo chão é desabado, estirado E com ele toda a alegria De seus admiradores amigos! A primavera não será mais a mesma O Natal não terá o mesmo sabor Onde os pássaros marcarão seus encontros Nesta cidade de pouca cor, por que não incolor? Resta-me olhar o espaço vazio Um muro inerte e sombrio E ficar a espera da brotação Que lentamente surgirá Como a lua a nascer por detrás dos montes. Oh! Que saudades que estou Do meu esplêndido romanzeiro Que dava sombra e alegria A minha família e aos passarinhos. Oh! Que melancolia! Hoje o dia não é mais o mesmo! (Rosa Ângela)

Rosa Angela Falqueto Gióri
Ela não tinha nenhuma sorte no amor.Ela sonhava com o seu amado.Um dia ela teve um sonho.Sonhou com um homem.Ela passou a ama-lo,mesmo sem saber que era ele.Sem saber o seu aspecto,a sua personalidade…sem saber nada.Toda a gente lhe chamava louca por causa disso.Diziam que ela nã…
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Ela não tinha nenhuma sorte no amor.Ela sonhava com o seu amado.Um dia ela teve um sonho.Sonhou com um homem.Ela passou a ama-lo,mesmo sem saber que era ele.Sem saber o seu aspecto,a sua personalidade…sem saber nada.Toda a gente lhe chamava louca por causa disso.Diziam que ela não podia amar uma pessoa que não conhecia,mas ela era contra isso.Um dia ela decidiu procura-lo.Procura-lo pelas rua do seu bairro.Nisto ela agasalhou-se e começou a sua “missão”.Voltou de mãos a abanar.Estava tão decepcionada que escreveu isto.Escreveu sem pensar.Saíu-lhe.”Eu procurei-te em cada sonho meu.E a cada despertar,se estivesse em paz,eu sabia encontar-te.Um dia,em sonho só,você já não me bastava,e fui á rua,a tentar imaginar o teu rosto,procurando,em cada estranho,um traço familiar…Procurei-te em cada esquina,seguia passos e então descobria que não eras tu e decepcionava-me,por trás de portas e janelas fechadas.Perguntei por ti a alguns estranhos.Descrevi-te,que não sei como és.A cor dos olhos que eu nunca vi.A pele,os cabelos que nem imaginava.Chamaram-me louca por te procurar.Um homem sem rosto,sem corpo,sem pele nem cor.Eras um sonho apenas.Apenas um sonho de amor.”Acabado o poema,tocam-lhe á campainha.Aparece um homem.Ela ficou com os olhos tão brilhantes quando viu esse homem.E quem sabe o que ela sentiu?Ela sentiu isso mesmo.Sentiu que aquele era o homem dos seus sonhos.Abraçou-o e beijou-o,mesmo sem saber quem era o homem.Ele ficou espantado a olhar para ela,mas viu os seus olhos tão brilhantes,que se apaixonou imediatamente por ela.Começaram a namorar,mesmo sem se conhecerem,mas ela sabia que ele não lhe faria mal,pois ele era o homem dos seus sonhos. Esta história fica por aqui.Agora tentem vocês adivinhar o que acontece a seguir!O resto fica á vossa imaginação!

Sofia Martins(sofia12)
103🙏🌹A mentira deixa uma enorme sequela e seu portador nem imagina o mau que faz a ele mesmo, quando causa com suas falsas verdades intrigas em vidas alheias, são feridas marcantes para os intrigados e consequências graves para o portador... Com uma pequena mentira, se destrói…
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103🙏🌹A mentira deixa uma enorme sequela e seu portador nem imagina o mau que faz a ele mesmo, quando causa com suas falsas verdades intrigas em vidas alheias, são feridas marcantes para os intrigados e consequências graves para o portador... Com uma pequena mentira, se destrói grandes amizades, famílias e relacionamentos, abrem feridas muita das vezes irreparáveis, cruéis... "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" praticai-vos... BOM DIA FAMÍLIA.🌹🙏Ayache Vidal.

Ayachecomposicoes21_1120619
Hoje senti uma forte lembrança sua... Amada que tanto amei... No acaso do trabalho, uma linda moça me apareceu ao corredor do mercado...
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Hoje senti uma forte lembrança sua... Amada que tanto amei... No acaso do trabalho, uma linda moça me apareceu ao corredor do mercado... Havia nela às curvas dos teus olhos, Havia também o mesmo sorriso seu bondoso pairando sobre o livre arbítrio daquele lugar... Eu lembrei de tudo... Lembrei de quando me enchi de alegria ao chegar do trabalho e ao te ver longe, me atirei correndo ao teu encontro... Era tanto amor sem reconhecimento... Lembro de quando só queria ficar ao seu lado, mas tal presença minha era em vão aos teus olhos... Certo dia segurei firme sua mão e você não entendia, mas sentia profundamente o seu valor, E não te toquei nem forcei beijar, mesmo sozinho sobre aquele lugar, mesmo eu e você... Somente tive ousadia em lhe pedir um abraço... Você para mim era tão valiosa que desejei manter tal integridade intocável... Eu do outro lado segurando um mundo com às mãos e enxergando alguém que jamais irei encontrar novamente... Erros meus me acompanham para onde vou... Deves me odiar, me esquecer... Não te desejei por ser egoísta, não te desejei por idealizar, eu fiz de tudo, porque sabia que seria impossível encontrar outra igual você em meio uma geração jogada ao desatino como está... Lembro-me de sua voz doce, dás vezes que me preocupei e tu não ouviu, era dolorido... Dói escrever e lembrar disso, mas foi bonito meu amor e ainda é... Eu sempre estive lá e estou aqui, Mas eu segui... Às vezes encontro pedras ao meu caminho, sinto medo de amar; me entreguei a dúvida depois que perdi esperança em ser feliz... Já ando vazio, mas quando me lembro de quando era cheio, isso dói... dói tanto... Eu fico longe, mas desejo que viva, sorria, tenha família e filhos... Eu não tive tudo que você teve... Eu só tentei e depois desisti de tentar... Eu te amei da maneira mais louca possível... Mas também me matei da maneira mais dolorosa... Eu perdi o senso de amar... Mas se voltasse aqueles dias, ainda apertaria sua mão, e ouvira sua voz, mesmo sabendo do final... Amar foi bonito; foi bonito ver em alguém às qualidades que sempre desejei em uma mulher... Rosas são bonitas... Mesmo com dor, os espinhos fazem parte da flor. S[...]

Hysheller Policarpo
Ser pai de família, é como se o marido pegasse um carro para fazer uma viagem longa, e sua esposa e filhos apagados e o marido segurando firme o volante, calculando cada ultrapassagem, cada buraco desviado, sem poder pregar os olhos, a mente trabalhando sem parar, pois ele sabe q…
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Ser pai de família, é como se o marido pegasse um carro para fazer uma viagem longa, e sua esposa e filhos apagados e o marido segurando firme o volante, calculando cada ultrapassagem, cada buraco desviado, sem poder pregar os olhos, a mente trabalhando sem parar, pois ele sabe que se ele falhar todos pagaram o preço com ele. Isso não é sobre a viagem e sim sobre a realidade de muitos pais de família.

RobsonWilliamJr.
6 de janeiro de 2024 · Conteúdo partilhado com: Público
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6 de janeiro de 2024 · Conteúdo partilhado com: Público LA VAI O MENINO (Para meu neto Cauã, em 06.01.2024) Lá vai meu menino Catando o destino Levando carinho, Vencendo sozinho! Mochila nas costas, Certezas já postas No amor da família Seguro ele aposta!! Vai levando liberdade Vai traçar sua verdade, E um dia dizer contente Voltei, trazendo felicidade!

Socorro Melo UFPI
Quando eu já havia desistido de encontrar alguém, Você apareceu e me deu esperanças de amar de novo. Eu que nunca quis casar,
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Quando eu já havia desistido de encontrar alguém, Você apareceu e me deu esperanças de amar de novo. Eu que nunca quis casar, Com você eu já sabia até como seria a festa. Eu, que nunca quis ter uma família, Com você imaginei nós e nossos filhos. Eu, que sempre vivi o presente, Com você passei a sonhar com o futuro. Eu te amei e ainda amo da forma mais intensa que jamais imaginei amar alguém um dia. Mas, infelizmente, agora vou ter que aprender a viver sem você... E descobrir o que fazer com todo esse amor dentro de mim.

Rayane Echylem
Essa é uma pergunta que faz muita gente refletir. Muitas pessoas brigam, discutem, rompem amizades e até família por causa de políticos. Mas, na prática, a maioria dos políticos dificilmente briga pessoalmente por um eleitor específico. O que eles fazem é defender interesses, pr…
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Essa é uma pergunta que faz muita gente refletir. Muitas pessoas brigam, discutem, rompem amizades e até família por causa de políticos. Mas, na prática, a maioria dos políticos dificilmente briga pessoalmente por um eleitor específico. O que eles fazem é defender interesses, projetos, partidos e, muitas vezes, estratégias de poder. Nem todo político é igual, claro. Existem exceções. Mas, de modo geral: O eleitor costuma defender o político com emoção. O político costuma agir com cálculo e estratégia. Enquanto as pessoas se dividem, muitos políticos, mesmo de partidos opostos, conversam, negociam e fazem acordos entre si. Talvez a reflexão mais importante seja: vale a pena perder paz, amizade e saúde emocional por alguém que nem sabe que você existe? Opinião política é importante. Debate é saudável. Mas brigar e se machucar por isso quase nunca compensa.

Ivo Mendes Morais
A síntese de O Cristo Nu pode ser entendida como uma narrativa poética que aproxima a figura de Cristo da realidade cotidiana e social contemporânea. Síntese O poema apresenta Cristo despindo-se da glória divina para caminhar entre os homens, tornando-se humano e próximo dos ma…
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A síntese de O Cristo Nu pode ser entendida como uma narrativa poética que aproxima a figura de Cristo da realidade cotidiana e social contemporânea. Síntese O poema apresenta Cristo despindo-se da glória divina para caminhar entre os homens, tornando-se humano e próximo dos marginalizados. Ele é visto nos trabalhadores comuns, nos diaristas, catadores, ambulantes e nos que carregam cruzes invisíveis. O texto denuncia as injustiças sociais, comparando o sofrimento moderno às imagens bíblicas da Paixão: boletos como chicotes, preços como lanças, mercado como calvário. As “trinta moedas de pratas” simbolizam a corrupção e a ganância que ainda vendem destinos e silenciam vidas. Cristo chora junto aos Lázaros de hoje — os pobres, os esquecidos, os que dormem sob marquises e disputam restos. Ao mesmo tempo, o poema afirma que não virá salvador externo: cada pessoa é chamada a ser “seu próprio Cristo”, a assumir compaixão, esperança e resistência. A ressurreição é apresentada como experiência diária, nos gestos simples e na sobrevivência diante da violência. O legado do Cristo nu é a força da humanidade que, mesmo abatida, renasce todos os dias. Em resumo, O Cristo Nu é um manifesto poético que une espiritualidade, crítica social e filosofia existencial, mostrando que o divino se revela no humano e que a redenção se dá na luta cotidiana pela dignidade e pela esperança. ⁠O Cristo Nu I – Abertura e cotidiano Olhai, olhai os pássaros em seus voos misteriosos, Olhai as flores em seu desabrochar livre. Vede os lírios nos verdes campos: se vestem tão belos e trazem os aromas pela manhã, espalhando perfumes pelo ar. Portanto, eu aqui, ao olhar com clareza, avisto: quão formosos são, assim como a alma dos que labutam suas lutas diárias. Pois, se a alma brilha sob o peso do fardo, o homem exala em si a rara fragrância da nobreza — o aroma sagrado de quem constrói o mundo. E quando o Verbo habitou entre nós, revelou-se: Ele, o filho do carpinteiro, moldou como artífice a madeira e os pregos que o sistema, um dia, usaria contra Ele. Assim como o construtor de hoje, que ergue o prédio onde jamais terá morada, Ele se ajusta agora em meio a rostos cansados, a operários e à multidão das ruas. São os cristos diários, batendo ponto em fábricas e escritórios, sob as luzes das lanchonetes e o óleo das mecânicas. Cristos na diarista, nos postos, no catador de lixo, no vendedor de água e nos trens com seus ambulantes. Almas de mão de obra erguidas para construir presentes e futuros, nos alojamentos distantes e no suor do asfalto. Eis o corpo: o vigor entregue às máquinas e aos balcões. Eis o sangue: o fluido que move a economia do cansaço. O sagrado se transmuta no suor das batalhas, onde cada gota de lágrima é o vinho de uma nova aliança com a vida. A simplicidade resiste ao ego insano. Resta um Cristo nu, de braços abertos, folheando páginas do tempo e da história. Moedas ainda compram vidas; esperança ainda se esconde nos cantos da alma. II – O Cristo que desceu patamares Um Cristo que desceu patamares: primeiro, despiu-se de sua glória celestial e caminhou entre os homens; depois, desceu da cruz para mostrar o caminho — não de forma divina, mas humana — o caminho da compaixão, da esperança, da expiação que se revela no cotidiano. III – O Cristo chora Periférico caminha pelas ruas, a compartilhar o pão vivo da esperança com os largados nos corredores de hospitais, com os espremidos nos ônibus e trens das manhãs de segunda-feira. São os Lázaros de agora: os que dormem sob marquises, disputam restos com ratos nas ruas, caminham como almas perdidas, envoltos em sua dura realidade ambígua, carregando cruzes sem nome, à espera de um milagre que não vem. Seu Getsemani é o travesseiro nas noites traiçoeiras. O traidor que o vende por trinta moedas é a cegueira diante do enredo criado. Sua Via Crucis é feita de congestionamentos, lotações e filas intermináveis. Um Cristo que não sorri, não reclama; guarda uma vaga esperança de dias melhores, mesmo desajeitado na cruz. Uma cruz herdada, uma cruz que nasceu com ele. Sem saber, grita ao Pai: “Perdoe, eles não sabem o que fazem.” Num desses dias, o Cristo calou-se e começou a chorar, não pelo amigo Lázaro, mas pelo leite azedo que puseram à mesa. Ali, não teve o bom vinho; fizeram do leite, coalhada. A esponja de vinagre veio em forma de luz cortada pelo dinheiro que faltou. Houve quem, como o centurião, agarrando-se ao seu manto escarlate, surtou; mas aqui, o manto é a pele no sol a sol, e o escarlate é o suor e o sangue deixado. Houve um certo Cirineu que se juntou para arrastar o madeiro, simpatizando com seu choro e sua dor. IV – As moedas de pratas Trinta moedas de pratas ainda vendem destinos, ainda compram silêncios, ainda pesam na balança da injustiça. São vendidas por um sistema caótico, num banquete de ganância, prepotência e luxúrias, onde vidas se tornam mercadorias e esperanças se desfazem em pó. V – O Cristo político-social Eu vi meu Cristo sorrir quando chegaram com pão e leite frescos, e no mesmo instante soou algo estranho na TV: falavam dos dois ladrões — o capitalismo à direita, o socialismo à esquerda. E surgia o terceiro, chamado Barrabás: um mecanismo chamado governo, eloquente e audaz, prometendo o céu já que o paraíso não tinha dado certo. O pão nosso é a labuta do cotidiano, o templo se ergue no seio da família, e o sagrado é a força motriz de quem tece dias melhores. Meu Cristo Nu habita em cada alma que expia sua existência em dias tempestivos; pois o sagrado não ocupa palácios majestosos, nem habita catedrais de pedra, vindo Ele de uma manjedoura para brilhar na resiliência de quem não se dobra ao fardo e na resistência de quem sustenta o mundo com as próprias mãos. O cálice deste Cristo é o sistema corrompido, entre ternos, carros de luxo e vida boa. O chicote que o açoita são os boletos diários e impostos extravagantes. As carnes continuam rasgadas, sem esforço, pelo braço forte da indiferença. VI – O Cristo interior A lança transpassada é o anúncio na alta dos preços, e o mercado é o calvário. Não virá salvador algum para fazer o que só você pode fazer. Tu és o teu próprio Cristo. O Divino já disse: “Vós sois deuses.” E, por isso, como pequenos cristos, somos levados — dia após dia — cativos, como ovelhas ao matadouro, como cordeiros mudos ao abate. VII – Paixão e ressurreição cotidiana A Paixão de Cristo são os regalos dos passeios; o piquenique no parque da esquina, o vão das coisas ditas nos olhares cheios de ternura, nos momentos simples. A ressurreição é o mote diário, equilíbrio entre estar vivo ou morto nas trevas da violência. Num domingo qualquer verei o Cristo descansar. O dia é dele. E sagrou-se senhor do seu dia. Um dia tranquilo, movido a cheiro de mirra e aloés: a fragrância final de quem, enfim, cumpriu sua jornada. Todos os dias nascem novos cristos. E quando eu me for, matarão esses novos cristos que vieram à terra. Só não matarão o legado do Cristo nu. Nossa ressurreição é diária dentro deste ciclo. Autor: Israel Soler

Israel Soler
As fases reais da vida humana neste mundo: a casa que se constrói, a pequena família que cresce, a disposição para trabalhar da manhã à noite. No fim, deixaremos tudo para trás. O que realmente se torna a busca definitiva na vida é para onde vamos. A vida é como um sopro de um v…
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As fases reais da vida humana neste mundo: a casa que se constrói, a pequena família que cresce, a disposição para trabalhar da manhã à noite. No fim, deixaremos tudo para trás. O que realmente se torna a busca definitiva na vida é para onde vamos. A vida é como um sopro de um vento, que chega derrubando folhas das árvores e desarrumando os cabelos, e sem avisar vai embora, deixando apenas os vestígios de sua passagem.

Isaias Ribeiro
Gestos humanos Quando eu fechei a porta e saí à rua, percebi que considerava o que aconteceria como algo que já havia acontecido, o que era familiar, era um pé no futuro. Era como se tudo existisse de forma imutável: o passado seria o futuro. Daí veio uma nova consciência que de…
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Gestos humanos Quando eu fechei a porta e saí à rua, percebi que considerava o que aconteceria como algo que já havia acontecido, o que era familiar, era um pé no futuro. Era como se tudo existisse de forma imutável: o passado seria o futuro. Daí veio uma nova consciência que derreteu o que era sólido: a visão de um fluxo eterno no qual nada estava fixado. A percepção do movimento da minha mente agora, em que não há repetições. Tudo era novo, era o olhar de um recém-nascido. Eu comecei a caminhar pela calçada e vi que todos os meus gestos, a forma de caminhar, as expressões do meu rosto, eram apenas um teatro inconsciente. As minhas ideias, a minha forma de enxergar e de ouvir, a minha noção do tempo, eram apenas um formato, um figurino. Tudo para me manter dentro de um padrão reconhecível, assim os outros saberiam o que esperar de mim. Conseguia, então, suprir duas carências: confirmar os costumes e ter uma ilusão da minha identidade. Assim, os outros dizem quem eu sou. Isso é o máximo que temos para responder à pergunta. Claro que o que pensam sou eu que penso, portanto, eu sou os outros. Isso me deixou em dúvida, pois as pessoas fazem parte do fluxo interminável dos movimentos e como eu poderia saber o que pensam, se duvido da percepção? O tempo é a consciência desses movimentos e da sua constante dialética. O que é horizontal vira vertical e vice-versa. Na verdade, não existe uma mente. O que há é um pensamento que engloba este momento, a realidade.

Rogério Por Diógenes
A sociedade ocidental e oriental contemporânea entre as crianças e os adolescentes, está muito doente. Princípios tradicionais e culturais tais como os de família, os básicos morais e os éticos humanos, foram todos suprimidos pela monetização fácil e pelo alcance de um maior nume…
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A sociedade ocidental e oriental contemporânea entre as crianças e os adolescentes, está muito doente. Princípios tradicionais e culturais tais como os de família, os básicos morais e os éticos humanos, foram todos suprimidos pela monetização fácil e pelo alcance de um maior numero se seguidores nas mídias sociais. Não existem mais valores só preços.

Ricardo V. Barradas
Os cadarços de Sophia “Não te falta força, porém cadarços amarelos para o sapatênis que não tem. Pois quem vive vida tão sofrida, morro acima, morro abaixo, com uma bacia de roupas na cabeça, não compra cadarços — cadarços amarelos — nem sapatênis, nem uniformes; muito menos pod…
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Os cadarços de Sophia “Não te falta força, porém cadarços amarelos para o sapatênis que não tem. Pois quem vive vida tão sofrida, morro acima, morro abaixo, com uma bacia de roupas na cabeça, não compra cadarços — cadarços amarelos — nem sapatênis, nem uniformes; muito menos pode ir à escola, como as crianças que não trabalham e podem estudar.” Diziam isso para a menina que chorava por cadarços amarelos, para o sapatênis que ficava na vitrine da loja de calçados, a um quarteirão e meio da escola. Escola esta particular, única na vila, de fama alta entre antigos e novos moradores da cidade por causa dos seus uniformes. Eram uniformes com pudor, de menina-moça de família, educada e de muita estima, pelo lindo e desenhado traje que usavam — principalmente o das meninas, de mangas longas e vestido, com sapatênis preto, todo padronizado. Apenas a cor dos cadarços variava: rosé ou vermelho, verde ou azulado. Era essa a razão do sonho de Sophia — um sapatênis fechado com o bendito cadarço amarelado. Era o sonho de Sophia comprar aqueles cadarços e, para isso, guardava seus trocados, que no trajeto do morro abaixo recebia da sua mãe, que com a menina repartia parte do pagamento: duas moedinhas de dez centavos pela tarefa cumprida, pelo esforço que fazia morro acima, carregando a trouxa de roupas e uma latinha. De três em três dias, duas moedas no fundo do pequeno cofre tiniam. Cofre para este fim feito, artesanalmente “arranjado”, de latinha de leite moça improvisada, com um adesivo amarelo pregado. Nele, estava escrita pela mãe da menina a única palavra por ela aprendida — palavra esta que Sophia também aprendera no caminho morro acima e, quando descia a ladeira morro abaixo, com fé, pronunciava o som da palavra a cada passo; e o significado de cada fonema embrulhava como se faz com um presente que ainda não chegou a hora de dar. Cadarço, que agora era o sonho de Sophia, já fora o sonho de sua mãe, que à escola nunca ia, pois uns cadarços, em vidas tão sofridas, nunca pôde comprar — muito menos sapatênis, uniformes e ir à escola estudar. Forças e sonhos todas as manhãs arrumava. Com o tinido de cada moeda no fundo da lata se motivava. Nunca desistiu da caminhada: morro acima, morro abaixo. Aprendeu que, na vida, tudo passa e que uma grande meta a ser alcançada traz, no começo, uma dificuldade danada. Primeiro os cadarços, depois o sapatênis, o uniforme e, por fim, a escola. Um passo atrás do outro, uma conquista de cada vez. Diziam para a menina que chorava por cadarços amarelos: “Sonhar primeiro com os cadarços, aprender com a dor de alguns laços, para daí adiante não se enrolar na vida como quem tropeçou nos próprios passos.” Para minha felicidade e admiração de sua mãe, anos mais tarde, quando voltei, dei de frente com Sophia. Em suas mãos não encontrei nem bacia nem latinha. Estava diferente. Diferente da menina que, morro acima, morro abaixo, repetia insistentemente a palavra alegria. A mesma palavra escrita naquela latinha, palavra ensinada pela mãezinha, razão que foi razão dos seus cadarços, do sapatênis, do uniforme e da escolinha. De hoje em diante, também me sento com os moradores da cidade para, com orgulho, olhar aquelas que, de uniformes tão admiráveis, caminham para estudar. Que vão e vêm todos os dias — em especial a minha menina de cadarços amarelos, única entre as demais. Aquela que vai cantando insistentemente a palavra alegria, porque desde cedo ela sabia que, na vida, não se realizam sonhos — muito menos se compram cadarços amarelos — sem alegria, razão dos cadarços amarelos, razão do sonho de Sophia.

J.S.Moura
Um Mestre para a Eternidade. Morre o Homem; nasce a Lenda. Minas Gerais amanhece mais silenciosa. A ciência penal brasileira perde uma de suas mais elevadas consciências, e o Direito, órfão, curva-se em reverência. Parte um mestre; permanece um legado. O professor Geraldo Barbo…
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Um Mestre para a Eternidade. Morre o Homem; nasce a Lenda. Minas Gerais amanhece mais silenciosa. A ciência penal brasileira perde uma de suas mais elevadas consciências, e o Direito, órfão, curva-se em reverência. Parte um mestre; permanece um legado. O professor Geraldo Barbosa do Nascimento atravessa agora o limiar do tempo humano para habitar a eternidade dos justos — daqueles que ensinaram não apenas normas, mas valores; não apenas leis, mas humanidade. Foi no alvorecer da década de 1990, em Teófilo Otoni, quando ingressei na Faculdade de Direito, que tive o privilégio raro de conhecer aquele que se revelou o mais completo professor de Direito Penal que Minas Gerais já produziu. O Dr. Geraldo Barbosa não ensinava códigos: formava consciências. Sua sala de aula era um espaço de reflexão ética, de densidade filosófica e de profundo compromisso social. Com sabedoria incomum, ensinava a ciência penal brasileira dialogando com o Direito Comparado, trazendo à vida autores clássicos e modernos, como o mestre espanhol Sebastián Soler, e tantos outros que encontravam, em sua voz serena, tradução viva e atual. O “Dr. Geraldinho”, como era carinhosamente chamado, possuía a rara virtude de tornar o complexo compreensível sem jamais empobrecer o conteúdo — sinal inequívoco dos grandes mestres. Sua atuação profissional foi marcada por ética inabalável, zelo acadêmico e distinção intelectual. Em tempos de superficialidade e pragmatismo raso, o professor Geraldo Barbosa era resistência: acreditava na função civilizatória do Direito Penal, na dignidade da pessoa humana e no papel do jurista como guardião da justiça e da razão. Hoje, o Direito brasileiro perde uma de suas maiores autoridades. A academia perde um farol. A sociedade perde um intérprete sensível da dor humana. Mas o céu — se houver salas de aula na eternidade — ganha um professor completo, incumbido de ensinar princípios éticos, valores morais e o verdadeiro sentido da justiça. Aos familiares, amigos, alunos e admiradores, ficam as mais profundas condolências e o abraço solidário diante dessa perda irreparável. Que encontrem conforto na certeza de que o professor Geraldo Barbosa do Nascimento não partiu: foi eternizado na memória jurídica, moral e humana de todos que tiveram o privilégio de aprender com ele. O mestre se vai. O legado permanece. E a ciência penal agradece, em silêncio reverente.

Prof. Jeferson Botelho Pereira
Manifesto: O Fim do Sufoco É impossível aceitar ver uma mulher sofrendo e se humilhando por um homem 'pequeno'. Alguém que não merece ser chamado de homem e nem comparado aos animais, pois até um cachorro pode ser mais ético e afetuoso do que um ser que só pensa no próprio ego e…
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Manifesto: O Fim do Sufoco É impossível aceitar ver uma mulher sofrendo e se humilhando por um homem 'pequeno'. Alguém que não merece ser chamado de homem e nem comparado aos animais, pois até um cachorro pode ser mais ético e afetuoso do que um ser que só pensa no próprio ego e vive de soberba. É ridículo ver um homem que ridiculariza a companheira — seja ela esposa, noiva, namorada, mãe ou amiga. Homens que tentam rebaixar a mulher, controlando a roupa que ela usa ou exigindo que ela se troque, achando que, só por terem dinheiro, podem comprá-lo. Mulher não é objeto, não é brinquedo. Mulher é preciosa. Aquele que menospreza a dona de casa, dizendo que ela 'não faz nada', deveria tentar fazer o serviço sozinho para sentir o peso da rotina. É covardia fingir que não ouve quando ela fala, ou agir com indiferença. Nenhuma mulher deveria carregar o peso de um sobrenome ou o medo de ser livre. Ninguém merece ser humilhada ou desprezada justamente quando está doente ou vulnerável. Se o homem está mal, que procure terapia, mas que não desconte suas frustrações em quem está ao seu lado. Mulher não nasceu para bancar vício de 'otário' nem para aceitar monstro camuflado de 'homenzinho'. Respeito não é opcional, é o mínimo. "Peço desculpas aos homens de verdade, pais de família honestos e companheiros leais que lerem isso; sei que vocês existem e honram quem amam. Minha fala não é um ataque a todos, mas um desabafo necessário contra aqueles que usam uma máscara de decência para esconder o desrespeito"

Amanda Tamiris da Maia
Calon, Rom e Sinti são as três principais etnias ROMANI, que vivem no Brasil, vale sempre falar que o termo romani é o termo mais correto para se designar o povo cigano. O termo cigano, vem a milhares de anos acompanhado de preconceito, de exclusão e mesmo diminuição de valor na…
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Calon, Rom e Sinti são as três principais etnias ROMANI, que vivem no Brasil, vale sempre falar que o termo romani é o termo mais correto para se designar o povo cigano. O termo cigano, vem a milhares de anos acompanhado de preconceito, de exclusão e mesmo diminuição de valor na arte, na cultura, nas ordenações e tradições familiares comunitárias, sejam dos grupos nômades ou aqueles que estabeleceram residência fixa. Hoje no Brasil, somos algo perto de 1 milhão de cidadãos com ascendência Romani. Enfrentamos com resistência o preconceito, lutamos pela preservação de nossa cultura ancestral, identidade e direitos, com a postulação constitucional do desenvolvimento de políticas públicas a serem implementadas para apoiar a inclusão e o reconhecimento dos Romanis como antiga etnia dos povos tradicionais.

Ricardo V. Barradas
O criador A criatura O cravo
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O criador A criatura O cravo A rosa O paraíso A moda O jeito A prosa O parque A água O céu A nuvem O bem A casa O homem A mulher O filho A filha O cristão A família

Waltergodoi
Sensação prazerosa de entusiasmo, clima quente maravilhoso, debaixo de um céu ensolarado de um lugar praiano, o mar vasto em movimento, a brisa suave e as águas amenizando o calor, tornando esse contexto bastante agradável nesse lindo cenário típico do Verão, de momentos caloroso…
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Sensação prazerosa de entusiasmo, clima quente maravilhoso, debaixo de um céu ensolarado de um lugar praiano, o mar vasto em movimento, a brisa suave e as águas amenizando o calor, tornando esse contexto bastante agradável nesse lindo cenário típico do Verão, de momentos calorosos em vários sentidos, cada um com o seu próprio nível de emoção Alguns períodos de veraneio são tão intensos e marcantes que consigo vivenciá-los até em pensamentos, admirando por exemplo uma bela arte de curvas exuberantes, pele molhada se refrescando com sua graciosidade abundante renovando o seu corpo e certamente a sua alma, lindos cabelos solto e um espírito de liberdade que naturalmente se destaca O Sol é o grande astro dessa época do ano, obviamente, porém, as noites de verão também deixam a sua marca por trazerem uma mistura calorosa de romantismo e aventura, paixões passageiras, vividas intensamente, despedidas que acontecem com um último beijo ou apenas em silêncio com uma troca de olhares, além daquelas ocasiões inesquecíveis entre amigos e familiares.

Jefferson Freitas.
A Guardiã dos Avisos Ignorados Por Ramos António Amine, Professor de Filosofia Nada estava visível naquela noite. Mas algo pairava, em surdina, nas pequenas coisas que costumamos ignorar: a Guardiã dos avisos ignorados.
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A Guardiã dos Avisos Ignorados Por Ramos António Amine, Professor de Filosofia Nada estava visível naquela noite. Mas algo pairava, em surdina, nas pequenas coisas que costumamos ignorar: a Guardiã dos avisos ignorados. Uma alta dirigente distrital decidiu partir para a cidade a fim de passar a quadra festiva junto da família. Fora avisada de que a lei não concede diferimentos favoráveis a viagens impulsivas de quem detém autoridade. Ainda assim, escolheu ouvir o coração pois, em tempos festivos, o coração costuma falar mais alto do que a norma. A regra foi relegada ao segundo plano, dobrada e esquecida, enquanto à frente da dirigente seguia apenas o desejo de estar entre os seus. Não faltou quem tentou dissuadi-la. Não com gritarias nem com processos disciplinares, mas com a frieza de quem conhece o peso da responsabilidade. O aviso foi simples e claro: quem serve o distrito não deve servir-se dele sem consequência. Contudo, a decisão já estava tomada. Quando o poder se habitua a mandar e passa a ouvir apenas a si próprio, aprende também a ignorar os avisos. Naquele dia, apesar de esburacada e lamacenta, a estrada comportou-se silenciosa, como sempre é a Guardiã dos avisos ignorados. No caminho, o mundo cobrou o preço da decisão. O irreparável sucedeu. Um corpo ainda marcado pelas ressacas das vésperas atravessou a estrada e, num instante, tudo se desencadeou: decisão em absurdo, movimento em culpa, pressa em tragédia, quadra festiva em luto. A estrada manteve-se indiferente, enquanto uma vida se despedia sem temor nem tremor. Em delírio, a dirigente recorreu ao gesto mais antigo do mundo moderno: ligou para casa. Do outro lado da linha, o marido correu para socorrer quem amava. Mas o absurdo: hóspede discreto da condição humana, ainda não havia concluído a sua obra. Ao calçar os sapatos à pressa, o marido foi mordido por uma cobra, escondida onde ninguém espera a morte: no abrigo quotidiano do pé. Assim, num só encadeamento de factos, uma decisão tomada no distrito gerou tragédia na estrada; a tragédia clamou por auxílio; e o auxílio quase gerou outra tragédia. Nada disso constava nos planos da dirigente. É assim que o absurdo opera. Houve conspiração? Intenção malévola visando a sua queda? Não se sabe. Sabe-se apenas que houve consequência. A exceção aberta à interpretação da lei abriu caminho; a pressa acelerou; e a Guardiã dos avisos ignorados, amontoada nos sapatos, respondeu como sempre: silenciosa, inevitável. Talvez seja isso que mais nos vulnerabiliza: o mundo não castiga, apenas responde. Responde ao orgulho, à arrogância institucionalizada, às escolhas impulsivas, ao descuido, à crença perigosa de que o cargo nos coloca acima da lei, dos outros ou do absurdo. Na origem desta tragédia esteve uma decisão. No fim, restou a estrada. E a estrada resta sempre para ensinar, sem alarde, que o poder é efémero, que a vida é um sopro e que o absurdo nos acompanha justamente onde julgamos estar seguros: na exceção que toleramos, na viagem que consentimos a nós mesmos, no otimismo que nos dispensa da prudência. Enquanto os homens celebram datas e inventam hierarquias, a natureza permanece silenciosa e atenta, indiferente às nossas justificações. E a Guardiã dos avisos ignorados, paciente, continua onde poucos ousam procurar: no intervalo entre avisos e a decisão.

Ramos António Amine