Navegaste os mares, óh Europa audaz, Dizias buscar terras novas e paz, Mas ao chegar, saqueaste sem temor,
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Navegaste os mares, óh Europa audaz, Dizias buscar terras novas e paz, Mas ao chegar, saqueaste sem temor, Escravizaste povos, espalhaste dor. Velas ao vento, nações a desbravar, Não para unir, mas para dominar, Desenhaste fronteiras com sangue e punhal, Deixaste um rastro de luto, tão banal. E ao assistir o destino Palestino, Calada, foste cúmplice do desatino, Criaste a ONU, teatro a encenar, Mas de fantoche, só podes reinar. Quem te deu o direito de julgar? Se a história que trazes é de esmagar, O tempo não apaga, o mundo vê, Que a justiça que pregas, jamais será plena. Óh Majestade Europa, agora teus súditos sabem que foram iludidos, e que vossa majestade é na realidade apenas um fantoche dos Estados UnIdos.