Boa tarde! A vida é maior mestre que se pode ter! pena que quando aprendemos as grandes lições e boa sabedoria, já estamos próximo ao fim... (Zildo de Oliveira Barros)
Frases de Zildo De Oliveira Barros
54 frases
Eu! Meu eu... Do espelho ou na afirmação de um pai, nasce o nosso “eu” e no tempo se passado, entranhamos amores e cuidados, magoas e alguns recalques, e ao espelho levados, por flores abençoados, ou por dores de um passado, e naquele que nos espelha, os cristais devem então se…
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Eu! Meu eu... Do espelho ou na afirmação de um pai, nasce o nosso “eu” e no tempo se passado, entranhamos amores e cuidados, magoas e alguns recalques, e ao espelho levados, por flores abençoados, ou por dores de um passado, e naquele que nos espelha, os cristais devem então ser sagrado, e quando o espelho é quebrado, ai sim! Nos conhecemos de fato... (Zildo De Oliveira Barros)
Poeta! Grande pescador de sentimentos, pesca o poeta os sentimentos que se escondem por traz das máscaras, que conseguimos esconder no dia a dia... (Zildo De Oliveira Barros)
Bom dia. A dor e o destino! Estranho e tão estranho são os nossos desenganos, as vezes perdemos a fé! Uma dor que vem selada com uma doença malvada, nos perguntando quem tu és? De mãos dadas e entrelaçadas vê ali o ente amado sofrendo quase calado, e tu perguntas porquê? Tantos…
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Bom dia. A dor e o destino! Estranho e tão estranho são os nossos desenganos, as vezes perdemos a fé! Uma dor que vem selada com uma doença malvada, nos perguntando quem tu és? De mãos dadas e entrelaçadas vê ali o ente amado sofrendo quase calado, e tu perguntas porquê? Tantos mendigos sadios, vê ali nos seus caminhos, sem um lar e sem carinho, de fome a padecer, mas são fortes e sadios, e os teus que teve brio e brilhos ao se escrever, ali padecem doentes, são todos tão inocentes, nem um mal veio fazer! Então doença maldita, porque assim os castigas, não tiveram o merecer, mas Deus pai nos infinitos, num livro ali foi escrito, assim tinha que se ser. Cada qual com suas crenças, mas são ainda crianças, meus pensamentos vadiam e negam este saber, mas aqui me vem um amigo, de um plano desconhecido mostrando seu conhecer! Me disse já sem palavras nos pensamentos entrever, a vida e o destino já vêm tudo bem certinho, prescrito num pergaminho e tu precisas saber, se talvez um sofrimento hoje te traz maus momentos, veja além deste viver, aqui na terra tu apeias, mas já te segues a teia, a teia do teu viver, passarás sempre por tudo, o que te veio valer, segues sorrindo e amando, você assim veio o seu caminho escolher! As provações do caminho nunca vieram sozinhas, fizeste pôr as merecer, e deves sem murmurar, os seus percalços o passar e ainda agradecer, se a doença malvada hoje fere sua estrada, num tempo em outras moradas, alguém ficou a sofrer, assim segue teu destino, agradeças bom menino, por ter a quem te valer, Deus seja sempre contigo, mas não esqueças menino, escolheste o teu sofrer... (... Zildo de Oliveira Barros) 06/11/15 manhã
Mulher e o poeta. Chegastes ainda de tarde, não quis saber de idade, não vi somente você, olhei ali em teus olhos e parece um estranho modo! Vi sua alma em você, estavas a descoberto e mesmo sendo indiscreto, entrei e disse: Prazer. Não quis comigo conversa, pois descrente dos q…
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Mulher e o poeta. Chegastes ainda de tarde, não quis saber de idade, não vi somente você, olhei ali em teus olhos e parece um estranho modo! Vi sua alma em você, estavas a descoberto e mesmo sendo indiscreto, entrei e disse: Prazer. Não quis comigo conversa, pois descrente dos que não prestam, me comparou ao sofrer, mas o poeta é estranho, maldades não lhe faz danos, já sofreu outros viver, passou por vidas passadas e em claras madrugadas, sofreu triste padecer, e assim a descoberto de alma a alma certo, palavras perdem o valer, os pensamentos voavam e neles sua alma estavas, estavas a se compreender, e ali num bom repente, fique conhecedor de sua mente e das dores de teu ser! Um homem, sempre um vadio, judiou de seus princípios, fez sua vida se escurecer, e o poeta ali via que caminhos percorrias, o desespero entrever, da morte já tinha a certeza, fez se amiga da tristeza, comadre do padecer. Poeta por tu mexes, deixa que ela e suas preces venha a ela se valer, assim me disse a tristeza, vai cuidar de sua beleza que sabe que não a tem! Mas segurei suas mãos, um abraço de emoção, e com ela conversei, falei de amores passados, de dores que sem respaldo, nada, nada lhe convém, falei de um amor novo que via por entre sonhos, sua alegria salvar, pedi que bem esquecesse, as magoas não as retese, jogasse dentro do mar, caminhamos de mãos dadas as duas almas coladas, parecíamos dois irmãos! Assim passou alguns minutos, parados ficamos duros, parecendo estátuas, feitas de pedras sabão, com certeza e estranho, quem passava não via os danos que se traz ao coração, o poeta assim procede, acho eu que é uma prece, quando se apertam se as mãos, se olhares em meus olhos, cuidado! Posso as vezes ver sua alma, sem licença e sem perdão... (Zildo de Oliveira Barros) 19/11/14 15:48
Quando a tarde estiveres só e o vento roçares suas faces, não fique triste, não se assuste, são minhas saudades que estão te beijando... (Zildo De Oliveira Barros)
“Algumas pessoas eu associo-a pipoca, precisa de um choque, não de temperatura, mas da vida, para explodir e mostrar todo seu belo”.. (Zildo De Oliveira Barros)
Mulher! Chega já com o anoitecer no lar que tanto tu amas, faz o serviço da casa de dores tu não reclamas, o dia te foi pesado, mas veio o pão das crianças, sonhas sonhos de amor no coração esperanças de que teu homem teu bem! Teu amado, um coração de criança chegue logo e te am…
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Mulher! Chega já com o anoitecer no lar que tanto tu amas, faz o serviço da casa de dores tu não reclamas, o dia te foi pesado, mas veio o pão das crianças, sonhas sonhos de amor no coração esperanças de que teu homem teu bem! Teu amado, um coração de criança chegue logo e te ame! Saudades que tanto estranhas, as horas te passam longas seus pensamentos vagueiam o ciúmes toma conta, na madrugada ele chega o álcool ali despontas, você não sabe o por quê? A rotina e o trabalho caminhos que não se encontras um sonho que se despedaça, no peito uma dor tamanha! A briga já se formou a violência ali mais uma alma que ganhas, da dor de mãe e esposa o corpo que trás as manchas da violência de um ser que tu achavas criança... (Zildo de Oliveira Barros) 08/11/13 07h49min
Mulher e o poeta. Chegastes ainda de tarde, não quis saber de idade, não vi somente você, olhei ali em teus olhos e parece um estranho modo! Vi sua alma em você, estavas a descoberto e mesmo sendo indiscreto, entrei e disse: Prazer. Não quis comigo conversa, pois descrente dos q…
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Mulher e o poeta. Chegastes ainda de tarde, não quis saber de idade, não vi somente você, olhei ali em teus olhos e parece um estranho modo! Vi sua alma em você, estavas a descoberto e mesmo sendo indiscreto, entrei e disse: Prazer. Não quis comigo conversa, pois descrente dos que não prestam, me comparou ao sofrer, mas o poeta é estranho, maldades não lhe faz danos, já sofreu outros viver, passou por vidas passadas e em claras madrugadas, sofreu triste padecer, e assim a descoberto de alma a alma certo, palavras perdem o valer, os pensamentos voavam e neles sua alma estavas, estavas a se compreender, e ali num bom repente, fique conhecedor de sua mente e das dores de teu ser! Um homem, sempre um vadio, judiou de seus princípios, fez sua vida se escurecer, e o poeta ali via que caminhos percorrias, o desespero entrever, da morte já tinha a certeza, fez se amiga da tristeza, comadre do padecer. Poeta por tu mexes, deixa que ela e suas preces venha a ela se valer, assim me disse a tristeza, vai cuidar de sua beleza que sabe que não a tem! Mas segurei suas mãos, um abraço de emoção, e com ela conversei, falei de amores passados, de dores que sem respaldo, nada, nada lhe convém, falei de um amor novo que via por entre sonhos, sua alegria salvar, pedi que bem esquecesse, as magoas não as retese, jogasse dentro do mar, caminhamos de mãos dadas as duas almas coladas, parecíamos dois irmãos! Assim passou alguns minutos, parados ficamos duros, parecendo estátuas, feitas de pedras sabão, com certeza e estranho, quem passava não via os danos que se traz ao coração, o poeta assim procede, acho eu que é uma prece, quando se apertam se as mãos, se olhares em meus olhos, cuidado! Posso as vezes ver sua alma, sem licença e sem perdão... (Zildo de Oliveira Barros) 19/11/14 15:48
Minha Alma... Tropecei em uma pedra azul chamada destino! Com o tombo que levei, arrastei em meus caminhos.
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Minha Alma... Tropecei em uma pedra azul chamada destino! Com o tombo que levei, arrastei em meus caminhos. A água de muitas lagrimas! Que às vezes pensei ser vinho. Embebedei com o álcool que eu mesmo bebi sozinho... Ao levantar vi a pedra, pedaço do céu no chão. Ou talvez por entre as margens do mar que agora é sertão A pedra que me machucas! Podes chamar coração! Ou mesmo a infelicidade, que o homem a tem por irmão... De todas nossas certezas, uma se vê em razão. O ser que às vezes amamos, ou que por nós tem suas paixões Às vezes podes ser pedra, azul ou mesma marrom As cores ficam na alma, os amores nos corações... Do azul do céu que hoje brilha, às vezes já o vi marrom Tem dias que amanheço, só com a alma! E sem coração Outras tardes anoitecem nas loucuras das paixões Nas madrugadas da vida! Amores sem soluções... Sentado! A olhar o mar! Espumas esparramadas Na alma o vazio fundo, que com o mar se compara. Entre o céu e o inferno! Ás vezes a alma paira Escolhendo seu caminho! Desce-se, sobe, ou como a minha! Ela para... (Zildo de Oliveira Barros) 23/05/12
Bom dia! “As maiores viajem que um ser humano pode fazer, mesmo com toda imensidão do globo, é adentrar um dicionário”... (Zildo De Oliveira Barros) 10/01/11
Pedaços de um meu passado, aqui no MS... O gado ali mugia, a noite estava fria, o pantanal a subir, reunimos toda a tropa, meu Ponteiro, peão experiente, na estrada a se perder, eram só quinhentos bois, chamavam feijão com arroz, quando com menos de mil, começávamos a subir! Ao…
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Pedaços de um meu passado, aqui no MS... O gado ali mugia, a noite estava fria, o pantanal a subir, reunimos toda a tropa, meu Ponteiro, peão experiente, na estrada a se perder, eram só quinhentos bois, chamavam feijão com arroz, quando com menos de mil, começávamos a subir! Ao longe escutava o berrante, do João bobo a estremecer, ponteiro quieto e amado, o João bobo afamado, ninguém sabia o porquê! Daquela triste alcunha a sina de bobo se ter, foi num amor de um passado, outro homem endinheirado, um patrão do bem viver, numa madrugada fria, chegou a ver sua guria, com o patrão se perder, voltara um pouco mais cedo, parecia que o enredo a trama ali se tecer, foi sangue para todo lado, nem mesmo o delegado quis ele ali o prender! Nunca mais tocou no assunto, o patrão virou defunto levou ela a morrer. No rebote ia o Chiquinho ao seu lado o Toninho, para o gado não se perder, meninos bons de parelha, nas mulas iam faceiros, cantando seus padecer, era moda de viola, aquelas tão bem chorosas, lágrimas a se descer! Nos desgarros o culatreiro, ao fundo muito ligeiro, manobrava o teu saber, dava gritos tão chorosos, se misturando aos mugidos, do gado que já nervoso, sentia a longa viajem que tinham a se fazer. Ao longe ainda se via os burros cargueiros e as bruacas, e o relampear das tralhas, nosso almoço a se perder! Adão era o cozinheiro, e preparava ligeiro, comidas, que só quem enfrentou a lida conhece o seu sabor, arroz de carreteiro, feijão gordo, paçoca de carne feita no pilão e carne assada no folhão, Adão procurava um rio, montava o seu fogão, tudo era impecável, as panelas areadas, com areia e sabão! Passou se então vinte dias a boiada conduzindo, chegamos num espigão, parei ali meu cavalo, fiz um pequeno ressalvo, montando meus pensamentos, viajei noutros sertões, me veio ali na mente, aquela que não foi crente e magoou meu coração, Maria Rita malvada, me abandonou na estrada, seguiu só seu coração, não quis saber do boiadeiro, pois quem tem pouco dinheiro, não deve ter coração, assim seguiu seu destino, me deixou como um menino, chorando pelos tendões, um coração magoado, um poeta apaixonado, nas estradas das solidões, assim se segue o boiadeiro, quando a noite chega inteira, na junta dos companheiros, em volta de um bom fogão! As lágrimas correm faceiras, molhando a nossa bandeira, chegam pedindo perdão, cada qual tem sua história, não são somente de glórias, são grandes decepções... (Zildo De Oliveira Barros) 22/03/16 manhã
Boa noite! O homem não deve passar pela vida só com sua casca, tem que deixar valores morais, mostrar aos que lhe sucedem o quanto vale ser honesto e verdadeiro, valores que valores financeiros nunca se deve comprar! Minha humilde boa noite... (Zildo de Oliveira Barros)
A nossa mídia... “A poesia e o poeta já quase nem se enxergam, nas distancias se perderam, dificuldades tamanhas aquele que escreve apanha, não lhe sobra o porvir, das belezas da poesia, o poeta pai da cria/poemas a se extinguir, nada se é o poeta se a mídia tão incerta, não ver…
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A nossa mídia... “A poesia e o poeta já quase nem se enxergam, nas distancias se perderam, dificuldades tamanhas aquele que escreve apanha, não lhe sobra o porvir, das belezas da poesia, o poeta pai da cria/poemas a se extinguir, nada se é o poeta se a mídia tão incerta, não ver o teu existir”.. (Zildo De Oliveira Barros)
Mulher! Atriz tu não és... Tu dizes que sou outrora de uma vida feliz, chama-me de meu amigo! Mas acho que é atriz, seus olhos não representam, o roteiro tu quem o quis, escreveu a sua história e o final não foi feliz, esperava que o tempo o nosso amor fosse encobrir, mas o temp…
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Mulher! Atriz tu não és... Tu dizes que sou outrora de uma vida feliz, chama-me de meu amigo! Mas acho que é atriz, seus olhos não representam, o roteiro tu quem o quis, escreveu a sua história e o final não foi feliz, esperava que o tempo o nosso amor fosse encobrir, mas o tempo não foi mãe, nem madrasta ele se diz!, então mocinha eu te digo! Seu olhar sempre me quis, seu corpo todo se treme, eu acho que sou seu inverno e mesmo todo o seu frio! Ensinem então primeiro, seus lindos olhos a mentir que és feliz... (Zildo de Oliveira Barros) 10/06/13
Bom dia! Psicólogo, ligação de elos entre a realidade e os traumas do ser humano! Saneando, trazendo a luz da realidade, dificuldades, que se mantém nos esconderijos da mente... (Zildo De Oliveira Barros)
Velho Carreiro... A madrugada ia fria, deixava ali sua família, seus filhos a se sonhar, o carro de boi cantava, os cocões sua cantiga a entoar, a sua carga pesada forçando as rodas na estrada, caminhos a se marcar! Marcou fundo em minha alma, seus rastros pelas estradas, hoje n…
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Velho Carreiro... A madrugada ia fria, deixava ali sua família, seus filhos a se sonhar, o carro de boi cantava, os cocões sua cantiga a entoar, a sua carga pesada forçando as rodas na estrada, caminhos a se marcar! Marcou fundo em minha alma, seus rastros pelas estradas, hoje não existem mais, mas minha alma é cortada, pelas marcas aqui deixadas pelo teu carro de boi, saía nas madrugadas, semanas eram passadas até o teu retorno ao nosso lar, felicidade ao extremo, pobres, desde bem pequenos, suas saudades a machucar. Hoje no meu carro de luxo, ao viajar, fico mudo, quando um resto morto de um carro de boi, chego a avistar, encostado em algum rancho, apodrecido pelo tempo, lembranças me fazem chorar. Te vejo por entre as lágrimas, sumindo naquela estrada, estrada do meu viver, assim se foi já faz tempo, mas as saudades ao relento, meu coração a doer... (Zildo De Oliveira Barros) 20/05/15 Manhã
Toda mulher é um poema, se bem lido, uma vida de sentidos! Amores a se doar, se analfabeto o for, e no poema não se fiar, se nas entrelinhas não souber sua leitura fixar, o poema vira tema de almas a se chorar.
Estranho amor! Desenhei um coração vermelho da cor do mar, nele escrevi alegrias em forma de um poema, que ao ler! Me fez chorar! Lembranças não esquecidas azuis da cor do luar, nas noites embranquecidas tua alma fui buscar, nos escuros das manhãs saudades me fez chorar! A cor n…
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Estranho amor! Desenhei um coração vermelho da cor do mar, nele escrevi alegrias em forma de um poema, que ao ler! Me fez chorar! Lembranças não esquecidas azuis da cor do luar, nas noites embranquecidas tua alma fui buscar, nos escuros das manhãs saudades me fez chorar! A cor negra de seus olhos! Meus caminhos a clarear! Olhei dentro dos teus olhos e vi o amor brotar Como espinhos de azaleias! Minha alma a machucar... (Zildo de oliveira barros)16/05/13
Bom dia meu MS amado... Nossa cultura é feita de retalhos, de sonhos e emoções, de lutas e verdades! eterno, aquele que nesta cultura deixa um pedaço de sua alma... (Zildo De Oliveira Barros)
Bom dia! A diferença marcante entre lar e casa, é que casa pode ser um lindo castelo, um bonito prédio, um condomínio de luxo! Um sonho em absurdo numa construção se fazer, ou numa mansão tão bela e enquanto que em uma favela, pode se um lindo lar se ter, no lar se tem amizades,…
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Bom dia! A diferença marcante entre lar e casa, é que casa pode ser um lindo castelo, um bonito prédio, um condomínio de luxo! Um sonho em absurdo numa construção se fazer, ou numa mansão tão bela e enquanto que em uma favela, pode se um lindo lar se ter, no lar se tem amizades, carinho e tantas bondades, pobreza não é padecer, no lar se tem um bom dia, mesmo que falte a comida, num lar o amor vem vencer... (Zildo De Oliveira Barros)
Mulher! Mulher... Bom dia! Tristeza eu vi em seus olhos de uma cor negro escura
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Mulher! Mulher... Bom dia! Tristeza eu vi em seus olhos de uma cor negro escura Não que eu a deseja se! Nem mesmo uma censura. Apenas te observei, talvez a nossa cultura Faz-nos assim proceder, olhar sem maldade alguma... Mas atenção me chamava pela beleza que dura No rosto uma pele linda, no corpo bela cintura No geral que mais parece! Uma deusa, uma escultura Andas como se bamboleasse, no salto tu és segura... Já falei de tua beleza! Nem toda bela é pura Da idade tu falseias, enganos é bem segura Já passou dos seus quarenta,! Idade não lhe imputa Quem te vê de dá uns trintas, de dezoito, bate em muitas... Ao falar mostras verdades! Que a vida nos ensina Dos amores dos passados! Todas têm as suas sinas Bela! Bonita ou feia! Todas amam, e se incriminam Sempre se tem um Zé bosta! Que delas às vezes judiam... Ao me contar seu passado! Vi suas lágrimas correrem Verdade doeu meu peito, fiz se amigo do desleixo Falei-te que muitos homens, verdades trazem ao peito Magoam outras mulheres! Mas são magoados no tempo... Já fiz isto e outros fazem falsidade não é direito A mulher traz mais amor! Verdade vive em seu peito Um homem quando canalha! Sua paga chega estreita Sofre sempre em outros olhos que tem nas cores receios... (Zildo de oliveira barros)26/04/13
“As passagens mais baratas para a viagens mais longas, é viajar na leitura de um bom livro”... (Zildo De Oliveira Barros)
Boa tarde! O tempo é como um calço em uma porta forte e antiga, sem barulhos, sem ruídos, sempre a mantém aberta, deixa a nós a liberdade de seguir em frente, ou permanecer parado, nosso destino depende de nossas ações ou de nossa inércia, ele faz a sua parte, mantendo a porta s…
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Boa tarde! O tempo é como um calço em uma porta forte e antiga, sem barulhos, sem ruídos, sempre a mantém aberta, deixa a nós a liberdade de seguir em frente, ou permanecer parado, nosso destino depende de nossas ações ou de nossa inércia, ele faz a sua parte, mantendo a porta sempre aberta, segue ou fica, quem assim o quer... (Zildo de Oliveira Barros) 02/04/2011