Frase de Zildo De Oliveira Barros
Minha Alma... Tropecei em uma pedra azul chamada destino! Com o tombo que levei, arrastei em meus caminhos. A água de muitas lagrimas! Que às vezes pensei ser vinho. Embebedei com o álcool que eu mesmo bebi sozinho... Ao levantar vi a pedra, pedaço do céu no chão. Ou talvez por entre as margens do mar que agora é sertão A pedra que me machucas! Podes chamar coração! Ou mesmo a infelicidade, que o homem a tem por irmão... De todas nossas certezas, uma se vê em razão. O ser que às vezes amamos, ou que por nós tem suas paixões Às vezes podes ser pedra, azul ou mesma marrom As cores ficam na alma, os amores nos corações... Do azul do céu que hoje brilha, às vezes já o vi marrom Tem dias que amanheço, só com a alma! E sem coração Outras tardes anoitecem nas loucuras das paixões Nas madrugadas da vida! Amores sem soluções... Sentado! A olhar o mar! Espumas esparramadas Na alma o vazio fundo, que com o mar se compara. Entre o céu e o inferno! Ás vezes a alma paira Escolhendo seu caminho! Desce-se, sobe, ou como a minha! Ela para... (Zildo de Oliveira Barros) 23/05/12
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