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Frases de Yvie Nunes

10 frases

Na viela da felicidade Wallace livre no escuro A sua mãe o nome a reclamar
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Na viela da felicidade Wallace livre no escuro A sua mãe o nome a reclamar mas ignorada por não cuidar Conhecendo sensações O laço quebrado cedo demais Independência ou abandono? presenciando cenas viscerais O menino surge na sua vontade No caminho da felicidade Perdido pra todos Mas liberto dos loucos

Você só vive uma experiência de verdade quando se permite senti-la. Não basta olhar de fora, não basta racionalizar — é preciso mergulhar profundamente. Entrar nela e deixar que ela entre em você, isso é o gonzo. Viver sem anestesia, absorver cada detalhe, estar inteiro, sem rese…
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Você só vive uma experiência de verdade quando se permite senti-la. Não basta olhar de fora, não basta racionalizar — é preciso mergulhar profundamente. Entrar nela e deixar que ela entre em você, isso é o gonzo. Viver sem anestesia, absorver cada detalhe, estar inteiro, sem reservas. Mas há um preço. E é preciso estar pronto. Pronto para abortar a missão no instante em que perceber que está se perdendo, perdendo sua essência, perdendo totalmente o controle de si mesmo. Não é para qualquer um. Não é um jogo. Porque isso pode te quebrar. Pode corromper, pode consumir, pode te destruir. Mas quando você aguenta, quando você atravessa — é avassalador. É transformador. É incrível. E quando você olha pra trás não há arrependimento, nem nostalgia, apenas mais uma forma de sobreviver intensamente.

nadas (in)versos fiz do silêncio um idioma e dos nadas, um abrigo
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nadas (in)versos fiz do silêncio um idioma e dos nadas, um abrigo o que em mim parecia vazio era só verso ao contrário esperando quem soubesse ler carrego abismos bem vestidos sorrisos que nunca contam tudo há verdades que só existem quando ninguém está olhando não me explico — me inverto sou sombra que pensa e nos meus nadas mais fundos mora exatamente o que não ouso dizer

Olhe na minha cara e diga que a verdade nunca tremeu na sua boca, que cada palavra foi limpa,
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Olhe na minha cara e diga que a verdade nunca tremeu na sua boca, que cada palavra foi limpa, sem medo de ser vista à luz. Olhe na minha cara e diga que seus silêncios não esconderam escolhas, que não houve jogo, nem sombra disfarçada de cuidado. Olhe na minha cara e diga se você sustenta o que foi dito, porque eu sustento o olhar — e a verdade, quando é real, não desvia.

Noite Leal Caminho na sombra com a lealdade cravada no peito,
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Noite Leal Caminho na sombra com a lealdade cravada no peito, como quem guarda um pacto feito em silêncio antigo. Meu sorriso? É lâmina brilhando no escuro: feliz, afiado, nascido do que ninguém vê. E enquanto a luz fria escorre pelo espelho, minha mente viaja — longe, muito longe, por estradas que só eu conheço. Ainda assim, permaneço firme, de pé, inteira, com a noite ao meu lado como velha companheira

Visita. Comida, saída, bebida. O que alimenta, o que entorpece, o que envenena.
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Visita. Comida, saída, bebida. O que alimenta, o que entorpece, o que envenena. Ficar sem brilhar, tirar todas as faces, remover os anéis, encarar o nu, o cru. O olhar é do outro — mas sou eu. Eu me vejo no reflexo alheio, e tudo o que penso de mim é falso. Antes de me conhecer, fui apresentada. Presa em eus ideais, tentando insanamente, incessantemente, inconscientemente, inutilmente, esconder as faltas. Fragmentada em mentiras, sui generis, sem identidade. Exposta. Ainda. Sempre. E a defesa — não é proteção. É peso. Apenas.

Eu te amava, e isso era verdade. Mas o amor não sustentava o peso das noites em que eu perdia a mim mesma
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Eu te amava, e isso era verdade. Mas o amor não sustentava o peso das noites em que eu perdia a mim mesma tentando te carregar. Entre meus filhos, meu trabalho, meu mundo você ocupava espaços que não preenchia. Poucas eram as coisas boas, mas eu me agarrava a elas como quem segura um fósforo aceso no meio de um vendaval. Bonitas, sim. Mas pequenas demais pra iluminar o tanto de sombra que você espalhava. Hoje estou triste, mas aliviada. É estranho como o peito dói e respira ao mesmo tempo. Eu sei que vou sentir sua falta — mas sinto mais falta ainda de mim. E é por isso que fui embora. Não por falta de amor, mas por falta de vida ao seu lado.

Nas sombras onde os corações selvagens vagam, Quebrando correntes, nunca voltaremos pra casa. Lábios cor de carmesim e uma voz como trovão,
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Nas sombras onde os corações selvagens vagam, Quebrando correntes, nunca voltaremos pra casa. Lábios cor de carmesim e uma voz como trovão, Surfando ondas de rebeldia, me puxando pro fundo. Ecos de liberdade em cada grito, Perseguindo a noite, vivendo o sonho. Nós somos a noite, nós somos a chama, Lutando por paixão, jogando o jogo. Juntos nós nos erguemos, nunca recuamos, Vivendo nossa verdade, nunca perdendo o rumo. Couro e renda, um abraço assombroso, Acendemos o fogo, queimamos este lugar. Dançando como estrelas no céu da meia-noite, Sinta o ritmo, deixe nossos espíritos voar. A cada passo, fazemos o chão tremer, O som das nossas almas, um rugido a vibrar. Nós somos a noite, nós somos a chama, Lutando por paixão, jogando o jogo. Juntos nós nos erguemos, nunca recuamos, Vivendo nossa verdade, nunca perdendo o rumo. Nos ecos da noite, nunca cairíamos, Juntos para sempre, vamos superar tudo.