Quão doce é o gosto dos seus chamados Que espero por eles no ápice de ansiedade, E com quantos forem estes seus, aclamados,
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Quão doce é o gosto dos seus chamados Que espero por eles no ápice de ansiedade, E com quantos forem estes seus, aclamados, Hei de atendê-los com o furor de uma saudade. Não espero que o faças sempre, Mas espero, de verdade, que não demores, Afinal confesso que esses aos meus sonhos acalente. Levam assim para longe os meus temores. Compreendo então o quanto de ti necessito, E amo e quero e busco e preciso.