No assento do ônibus, junto à janela, observo minha imagem refletida. Flagro-me a pensar: como segue a vida? Passageiros vêm e vão, e me pergunto qual a razão dos encontros e das despedidas.
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No assento do ônibus, junto à janela, observo minha imagem refletida. Flagro-me a pensar: como segue a vida? Passageiros vêm e vão, e me pergunto qual a razão dos encontros e das despedidas. Seria esse o destino dessa sina? De um ponto a outro Sigo sofrendo aos poucos até que, ao fim da estrada, eu conclua esta jornada. Para, enfim, alcançar o descanso e permitir que este poema se torne o canto de uma alma eternizada