“Muitos acham que têm razão.
Poucos vivem de acordo com ela.
Enquanto os cheios de argumentos apontam e criticam,
o sábio, em silêncio, permanece firme no propósito.”
Se Deus tem algo a falar conosco? Minha resposta é sim.
Nada se desdobra sem o dom divino, nada acontece sem o dom divino.
Nada fazemos sem o dom divino da paz.
Me ajoelho e me humilho ao Pai Celestial — meu Senhor, que reina sobre tudo e todos.
Governa minha alma e alimenta meu caráter.
E mesmo que, neste mundo, eu sofra para sempre, ainda assim louvarei ao Senhor com toda honra e toda glória.
Porque Tu, Senhor, alimenta o pouco que conheço em relação ao mundo.
E quando me senti desamparado, através de livros e bons “amigos”, Tu me trouxeste lucidez.
Fortalece-me para continuar perpetuamente justo,
e torna-me nobre para erradicar a injustiça.
Como começamos uma história interessante?
Talvez... através da paz.
Do bom senso.
E das entrelinhas do raciocínio.
Toda voz, quando carrega questões mal resolvidas,
se perde no raciocínio lógico.
A vida... sempre será escura
pra quem não procura,
ou não compreende o sentido.
No incômodo emocional,
o raciocínio pode te mostrar a dor...
ou o caminho que transforma a dor em direção.
Às vezes, a intenção de levar a paz
fica ofuscada por um mundo imundo e injusto,
diante das pessoas e das coisas.
Sejamos nós, com a simplicidade dos monges,
e a autonomia da liberdade.
Porque quando entendermos
que não controlamos nenhuma de nossas emoções —
e apenas somos envolvidos por elas —
daremos o primeiro passo
para o início de um longo diálogo.