Adeus, cidade! Eu vou-me embora! Eu já vou tarde. Eu vou agora! Choveu na roça! Felicidade!
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Adeus, cidade! Eu vou-me embora! Eu já vou tarde. Eu vou agora! Choveu na roça! Felicidade! A terra flora. Bateu saudade!
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Adeus, cidade! Eu vou-me embora! Eu já vou tarde. Eu vou agora! Choveu na roça! Felicidade!
Adeus, cidade! Eu vou-me embora! Eu já vou tarde. Eu vou agora! Choveu na roça! Felicidade! A terra flora. Bateu saudade!
Memória da Casa (Fernando de Oliveira e Walmir Palma) Não está no portão a memória da casa,
Memória da Casa (Fernando de Oliveira e Walmir Palma) Não está no portão a memória da casa, nem está no porão, onde tudo se guarda. Se talvez no jardim mora alguma lembrança, erram doces ausências: borboletas, crianças. A memória da casa jaz além da estrutura, das paredes caiadas, assoalho, nervuras. Vejo outrora na alcova afogada em cortinas o rubor de uma rosa e uma linda menina. Onde foi essa alcova, em que tempo se deu, como entrou nessa história, em que vão se perdeu? Essa casa são muitas, uma só todas elas; o morar é a casa com varandas, janelas. As memórias são tantas, tantos são os lugares onde pousam lembranças nesse lar, nesses lares...
Que fácil o canto nasce quando vem do coração Liberta a voz E a verdade vai mais alem que a razão
ONDE (Walmir Palma) Inda que a gente não queira Há o abismo
ONDE (Walmir Palma) Inda que a gente não queira Há o abismo A vida gira em sua beira Quando se quer ser profundo Risco corre quem deseja E quem não corre Se reprime a vida inteira Trancado em seu próprio mundo Por isso é que existe o "OU" Nos mares da vida vou mais longe Há uma maré que é baixa Mas é no fundo do oceano Que se acha Guardado o seu conteúdo Sei que que a vida breve passa Para viver cada segundo Apenas basta sentido para o mergulho Nos ares da vida voo Quem fica não é e eu sou meu ONDE
O poder não tem nenhum pudor
Recado (Walmir Palma) Eu lhe dei a liberdade De entender os meus segredos
Recado (Walmir Palma) Eu lhe dei a liberdade De entender os meus segredos Eu plantei sinceridade No deserto dos seu medo Um oásis para a sede Tão febril de sentimentos Sua fonte de prazeres Onde flora o pensamento Você leu a minha história Nem foi ao final do livro Guardo você na memória Para sempre já não digo Como é simples a verdade Descobri a sensatez Eu colhi felicidade Você a perdeu de vez
Calmaria (Walmir Palma) Pouco de céu Quase de sol
Calmaria (Walmir Palma) Pouco de céu Quase de sol Pouco de ventania Quase de dor Pouco de mar Quase que nasce o dia Meio você Meio verão Meio minha cantiga Pouco de mim Meio você Quase de calmaria
Eu não espero mais perdões sou meu pecado