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Frases de Vulgo Mini

39 frases

...Ta tudo errado fora do trilho Por motivo torpe Puxam o gatilho
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...Ta tudo errado fora do trilho Por motivo torpe Puxam o gatilho Onde vai parar? Se continuar? Correr se esconder Já virou desatino (Desatino, desatino...)

Hoje não sei o que esperar do amor, porém creio que ele existe. E que tudo pode acontecer, porque se não como eu teria conhecido todas essas coisas? Ao menos o amor me guiou até aqui, para perto de você, onde eu sei que minha história, verdadeira como ela é, sempre permanecerá co…
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Hoje não sei o que esperar do amor, porém creio que ele existe. E que tudo pode acontecer, porque se não como eu teria conhecido todas essas coisas? Ao menos o amor me guiou até aqui, para perto de você, onde eu sei que minha história, verdadeira como ela é, sempre permanecerá comigo.

Haverá situações na vida Em que estaremos sós Completamente sós, redondamente sós
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Haverá situações na vida Em que estaremos sós Completamente sós, redondamente sós Profundamente sós Mesmo no meio da multidão. E não haverá nesse momento, uma mão amiga Um colo ou um ombro para se encostar. Não haverá uma palavra de conforto Nem um conselho a ser dado por alguém E quando isso acontecer, Não espere de ninguém Não exija a presença de alguém Porque quando se encontrar nessas situações Somente você não pode desistir e nem desanimar. Tudo é possível quando encontramos fé em nós mesmos.

Questionamento filosófico O que é a verdade? O que é a mentira? O que é o erro? O que é o acerto?
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Questionamento filosófico O que é a verdade? O que é a mentira? O que é o erro? O que é o acerto? O que é a coragem? O que é o medo? O que é o real? O que é o irreal? O que é o sonho? O que é o pesadelo? O que é o belo? O que é o feio? O que é a luz? O que é a treva? O que é a tristeza? O que é a alegria? O que é a noite? O que é o dia? O que é o calor? O que é o frio? O que é a lembrança? O que é a saudade? O que é a prisão? O que é a liberdade? O que é a guerra? O que é a paz? O que é o ódio? O que é o amor? O que é a Poesia? O que é a flor?

Privilégio dos vivos Enquanto houver ar nos pulmões Enquanto dentro de nós pulsar um coração
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Privilégio dos vivos Enquanto houver ar nos pulmões Enquanto dentro de nós pulsar um coração Enquanto nas veias o sangue correr E o corpo ainda estiver quente... Algumas coisas nos acompanharão E farão parte da nossa existência Pelo menos por um tempo! E pelo fato de estarmos vivos Não temos como escapar delas. Ou as consideramos como privilégios Ou não! Mas que possamos entender uma coisa O amor, o ódio A ira, a calma O contentamento, o descontentamento A felicidade, a tristeza A ilusão, a realidade A derrota, a vitória As perdas, os ganhos O frio, o calor A despedida, o reencontro A liberdade, o cativeiro O certo, o errado O perto, o distante A dor, o alívio O problema, a solução A sombra, a luz A verdade, a mentira O pouco, o muito O fim, o começo A lágrima, o sorriso A traição, a fidelidade O amigo, o inimigo O profundo, o superficial O verdadeiro, o falso A desilusão, a esperança O deserto, o oásis O tudo, o nada A descrença, a fé A companhia, a solidão O stress, o relaxamento Isso tudo pode ser privilégio do vivos Ou não!

Tudo é poesia Escrever o que sinto e sentir o que escrevo É traduzir em palavras tudo o que vejo
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Tudo é poesia Escrever o que sinto e sentir o que escrevo É traduzir em palavras tudo o que vejo E tudo o que vejo são poesias não escritas Escondidas nas entre linhas do cotidiano Milhares de olhares que se cruzam na multidão E que permanecem no anonimato Todos os dias, Pra mim é poesia O canto dos pássaros Que se misturam com as buzinas dos carros Árvores que disputam o espaço com os prédios A cidade se tornando mais cinza... Também é poesia O belo e o feio O sagrado e o profano O Divino e mortal O culpado e o inocente É poesia! As frases que se formam feito arquiteturas Que se edificam na areia Mesmo sem obra que a faça, Torna-se poesia E o prazeroso se faz infinito Não pela semântica do discurso Que também é poesia Mas pela tradução feita pela alma Amo escrever o que sinto E mais ainda Sentir o que eu escrevo Isso é poesia!

Amor platônico Amei, só eu aprendi a amar Sofri, sofri como ninguém
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Amor platônico Amei, só eu aprendi a amar Sofri, sofri como ninguém Nos olhos eu carreguei um mar Covarde assim me mantive Com medo de me aproximar Só te ver de longe era difícil Te ver e não poder te tocar E em meio à ilusão e o amor O silêncio me fez naufragar Esperei o que não aconteceu Nosso olhar uma vez se cruzar E talvez por não acontecer Você não pôde me amar Só eu te amei!

Sou negro Sou negro, sou raça Sou forte, mas sinto dor
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Sou negro Sou negro, sou raça Sou forte, mas sinto dor Sou negro, sou pobre Sou rico de cor Sou negro, sou escravo Sou massa sem valor Sou negro, sou terra Sou calo nas mãos Sou suor derramado Nesse pedaço de chão Sou negro, sou povo Sou livre, sou feliz Sou de uma raça que lutou... Pela liberdade até o fim! Sou negro, sou começo Sou meio, sou fim. Sou negro!

Mais valor Mais valor às coisas simples da vida Porque os nossos olhos se acostumaram
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Mais valor Mais valor às coisas simples da vida Porque os nossos olhos se acostumaram A olhar somente para aquilo que nos impressiona Mas o belo mesmo Esconde-se no despercebido Naquilo que está no anonimato do nosso cotidiano Ou até mesmo no anonimato dos sentimentos Nos porões e nos cárceres Que nos aprisionam. É preciso mais valor A amizade verdadeira Ao sorriso mais puro e inocente Mais valor, sim, para a lágrima que cai Seja ela De alegria ou de tristeza Somente quem a derrama, para saber seu motivo Mais valor ao abraço Ao aperto de mão sincero Ao beijo no rosto Não importando se é de mulher ou de homem. Mais valor ao tempo que desperdiçamos, Porque quando chegarmos aos 60 Ele nos fará falta! Se conseguirmos enxergar no simples esse valor Automaticamente o impressionante perderá força E tenha certeza Nossa vida será menos complicada E o simples que não tinha valor Fará toda a diferença! Pense simples e viva com mais valor Assim como a vida depende da simplicidade De somente respirar.

À margem Nobreza e pobreza disputam o espaço Sempre foi assim e nunca mudou
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À margem Nobreza e pobreza disputam o espaço Sempre foi assim e nunca mudou Mas a corda só quebra do lado mais fraco Sonhar é sonhar, mas quem realizou? Só desigualdade é o que vejo estampada E o mapa da mina Quem foi que achou? Não foi o meu povo que vive nos guetos Mas digo pra gente veja o restou: Miséria, pobreza, ensino precário Um salário de fome, um subemprego A droga, o bar, a biqueira , o vapor Um corpo no chão E nos olhos o medo Em quem confiar? Quem pode ajudar? E amenizar A dor por aqui? Quem vai se importar? Quem vai alertar? Quando o perigo Estiver por vir À margem eu sei que o pobre sofre Sempre colado de lado na história Vivendo uma vida amarga e sofrida Sem ter melhorias, vitórias e glórias Mas eles não querem perder o controle Melhor é assim Ter o povo nas mãos Melhor uma massa desinformada Não causa ameaça E pra eles ta bom Uma minoria que manda e desmanda Por trás sempre tem alguém para aplaudir Mas se o povo não tinha uma voz, uma força Agora ele tem porque o RAP e a Poesia ta aqui!

Humano quanto a você Não me condenes assim! Sou tão humano quanto a você
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Humano quanto a você Não me condenes assim! Sou tão humano quanto a você Com virtudes e limites Com qualidades e defeitos Me aceite como eu sou Não idealize muito sobre mim Mas me conheça de verdade E verás que também tenho fragilidades! Sofro com os mesmos medos; Choro com as mesmas dores; Sinto as mesmas alegrias; Tenho os mesmos pecados; Sonho os mesmos sonhos... Mas permita-me ser eu! Sem máscaras que me escondam Sem me preocupar se estou agradando Sem prender-me àquilo que não fiz Mas olhando àquilo que ainda é possível ser feito Não me condenes ao ponto de ser desumano Porque eu! Sou humano! Não me cobre por meus erros Ou ainda pelas vezes que... Eu não soube fazer o bem que poderia ter feito E assim acabei fazendo o mal sem querer fazê-lo Mas veja que estou em processo de feitura Sou obra inacabada ainda em construção Em constante construção! Sou isso que você vê Mas não sei ao certo o que você vê Mas tenha a única certeza Sou tão humano quanto a você.

Mãos Trêmulas Quando minhas mãos trêmulas Não tiverem mais o mesmo vigor
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Mãos Trêmulas Quando minhas mãos trêmulas Não tiverem mais o mesmo vigor Me olharei no espelho E verei que pra mim o tempo passou Terei a alma calejada de histórias A mente repleta de boas memórias E as rugas na face, será tudo aquilo Que a vida em mim eternizou Quando minhas mãos trêmulas Vacilarem sem forças E não tiverem mais forças Para segurar o meu copo de vinho Outra vez me lembrarei que o tempo passou E que na minha existência Escolhi o melhor caminho E quando por fim Minhas mãos trêmulas Não redigirem mais com clareza O que o meu coração Ao longo dos anos quis gritar Mesmo assim não hei de silenciar! E quem ainda admirar esse poeta Chegue mais perto... E ainda assim Ouça minha voz cansada e rouca Mas totalmente lúcida Que o tempo não pôde calar.

Partes Eu, metade de algo Ela, parte incompleta de um todo
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Partes Eu, metade de algo Ela, parte incompleta de um todo O que tínhamos em comum? Aquilo que todo ser humano tem: A dor, a solidão, o vazio sabe-se lá do que, A lágrima que molha o travesseiro, A saudade, um cheiro... Eu, fragmentos Ela, pedaços Nós dois, Partes de algo que se desprendeu!

Ciclos Qual o caminho a seguir, qual a decisão a ser tomada, E o que fazer quando o que mais nos faziam bem
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Ciclos Qual o caminho a seguir, qual a decisão a ser tomada, E o que fazer quando o que mais nos faziam bem Chega ao fim? Como e de que maneira preencher a lacuna que se formou? De que modo encarar os novos fatos que se iniciam? Como se acostumar sem aquilo que tínhamos por perto? E o que fazer para superar e recomeçar com o que nos sobrou? De onde tirar forças para continuar a trilhar o caminho Sem que esse nos leve para o abismo Ou nos perca pelas esquinas da vida? Como juntar os pedaços dos sonhos que se partiram De laços que se romperam De desejos que já não são mais desejos E sim decepções? De vontades que se transformaram em frustrações? Como se levantar dos escombros sobre nós E carregar a cruz nos ombros feridos? Como enxergar no amanhã o novo que possa vir? E descortinar assim o horizonte novo à nossa frente Encontrando ali um novo sentido para a vida? Como resgatar a subjetividade roubada? Tirada de nós sem pudor Como se isso não nos causasse danos irreparáveis? Quantas perguntas e muitas delas ainda sem respostas Talvez porque nos preparamos para tantas coisas na vida, E esquecemos de preparar a nossa vida para tantas coisas! E algumas delas só obteremos respostas quando as vivenciarmos Porque só as vivendo Aprenderemos e perceberemos, Que tudo na vida faz parte de um ciclo! Com o seu começo, meio e fim.

Última poesia De todas a mais bela e mais triste A mais pesada e intensa de sentimentos
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Última poesia De todas a mais bela e mais triste A mais pesada e intensa de sentimentos Carregada de uma tristeza ímpar Tristeza essa que me mata por dentro A cada dia morro ao poucos Digo isso porque sinto Os dias são mais cinzas, negros e torpes E neles não encontro mais motivos Tudo isso só me deixa insensível Deus me livre Eu nunca fui assim! Na face o sorriso se esvai Inspirações hoje custam a vir A alma sangra, Chora e se culpa pela frieza mais que fria Dias maus, pessoas más Que assim vão abreviando os dias! E eu me abrevio desse mundo Com o meu eu lírico Afundado em ruínas Mesmo assim Levanto-me dos escombros em frangalhos Para escrever a minha última Poesia.

Homem x Natureza Por que abandonastes a Natureza, Já não precisas mais dela?
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Homem x Natureza Por que abandonastes a Natureza, Já não precisas mais dela? Por acaso tornastes onipotente Ao ponto de desprezá-la? O que houve com você ser humano?! Tão vazio e tão desumano Seu egocentrismo não é nada Te julgas um teomaníaco? Mas de um mero mortal Tu não passas! Sua ambição foi além Destruindo até mesmo o seu semelhante Numa busca desenfreada Por poder e uma guerra constante A natureza sempre será perfeita Diferente das nossas mazelas A Natureza não precisa do homem É o homem que precisa DELA!