Quando nossos corpos se unem, uma parcela racional de mim tira folga.
Frases de Viviane de Paula
14 frases
Remar, amar, (re)amar!
E mais uma noite esperei um sinal seu. As mesmas estrelas, a lua escura se insinua. Os pensamentos nadam em busca da doçura do olhar, mas o mar só faz balançar as ondas, as lembranças e levar o que restou do fim.
Amores virtuais, Manda nudes, Liga o Facetime.
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Amores virtuais, Manda nudes, Liga o Facetime. Amores virtuais, Ama-se a distância, Odeia-se a distância. Amores virtuais, Será que somos mesmo tão iguais?
Descanse, tire os sapatos que apertam os seus pés e já não te servem mais. Deixe também ali no canto a vaidade e o ego que machucam as suas costas. Dispa-se das amarras, que deixam marcas nos seus punhos e te aprisionam entre paredes que não se pode ver.
Com outra irmã morta, Todos nós morremos juntas, Todos os dias, pouco a pouco.
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Com outra irmã morta, Todos nós morremos juntas, Todos os dias, pouco a pouco. De que valem as gotas salgadas escorrendo dos olhos? Minha garganta seca ainda engasga Quando em seu nome canto. - Livro de poemas "Flores Roxas", Editora Patuá.
Atestado poético Tão longe, Tão perto
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Atestado poético Tão longe, Tão perto Como te desperto? Às vezes, me consome, Noutras, esconde-se Por que some? Hoje, faz falta, Amanhã, transborda Por que meu peito ainda salta? Somos dois, Um. Dias depois, nenhum? Tão cedo, tão tarde, Descubro que não é paixão, Mas patologia: crise de saudades.
Com o teu olhar, Faz o que quiser, Sem tocar.
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Com o teu olhar, Faz o que quiser, Sem tocar. Pele escura, Nua, Tua.
Sistema solar Só. Sonhar.
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Sistema solar Só. Sonhar. No teu luar. Só. Sossegar. No teu estrelar. Sou estrela-só, A amar Desandar-se Realinhar-se: sol.
Transitando entre o concreto e o incerto, Dou adjetivos às coisas que desconheço,
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Transitando entre o concreto e o incerto, Dou adjetivos às coisas que desconheço, O que há de ser absoluto, se a arte da vida é recomeço?
A canção desafina, O retrato cai e se esmiúça, As flores murcham.
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A canção desafina, O retrato cai e se esmiúça, As flores murcham. Outrora, desabrocham Em novos vasos, Ocupando velhos espaços. Na esquisitice, Estranha Mesmice.
Antes de partir, Despediu-se da labuta, Ressurtiu: foi à luta.
Refletida no vidro embaçado da janela, as linhas que marcavam meu rosto se revelavam como nunca, um baú de recordações: uma nostalgia de tudo o que sou. Hoje, ainda tenho muito a dizer, mas, talvez, não precise de tanto enquanto meus abraços e versos continuarem tão cálidos. Con…
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Refletida no vidro embaçado da janela, as linhas que marcavam meu rosto se revelavam como nunca, um baú de recordações: uma nostalgia de tudo o que sou. Hoje, ainda tenho muito a dizer, mas, talvez, não precise de tanto enquanto meus abraços e versos continuarem tão cálidos. Contemplando a garoa cair, numa manhã fria de outubro, atípica assim como eu, percebi que me acomodei nesta pitoresca deformidade d’alma: do riso espontâneo às lágrimas de saudade ou vice-versa.
Quando o sol reluz Os desejos inacabados Apague a luz.
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Quando o sol reluz Os desejos inacabados Apague a luz. Finde-se em meu jardim De Íris enegrecida, Escureça e amanheça em mim.