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Frases de Vitor Nascimento

10 frases

Nas mãos do inevitável Aquilo que se teme, uma hora ou outra, chega em suas mãos.
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Nas mãos do inevitável Aquilo que se teme, uma hora ou outra, chega em suas mãos. Aquilo que aos olhos tem ternura se vai como água ao sol ardente. Não seria, então, crueldade com o personagem desta trama, ver tudo aquilo que não queria, acontecer? Seria uma prenda? Seria uma reorganização do destino? Seria Deus? Será simplesmente porque não é? Não entendo, ou pelo menos, não ainda...

A vida que derrete nas mãos A vida é como um pequeno e frágil cubo de gelo, segurado ao sol, que brevemente se desfaz em nossas mãos... Tão transparente quanto nossos desejos, tão fria quanto os medos que evitamos sentir.
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A vida que derrete nas mãos A vida é como um pequeno e frágil cubo de gelo, segurado ao sol, que brevemente se desfaz em nossas mãos... Tão transparente quanto nossos desejos, tão fria quanto os medos que evitamos sentir. Tentamos moldá-la, contê-la, preservá-la, mas ela insiste em derreter; escorrer; partir. E no fim, o que resta? Uma lembrança úmida, uma gota, um brilho fugaz.

O lugar em mim Preciso viajar, não para conhecer um lugar novo,
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O lugar em mim Preciso viajar, não para conhecer um lugar novo, mas para reencontrar o lugar que, em mim, outrora se perdeu. Um lugar onde eu possa reencontrar sonhos de infância, momentos simples cheios de significado. Um lugar onde, no mesmo dia, eu poderia ser Superman ou Batman, ou apenas uma criança da Terra do Nunca, onde tudo era pura diversão. Preciso reencontrar esse lugar e voltar a acreditar que a vida é como uma festa de aniversário, o Dia das Crianças ou o encanto de se apaixonar pela professora Helena, da novela Carrossel. Uma vida feita de sentimentos simples e de uma infância feliz.

Estações da alma O fim não existe enquanto há vida.
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Estações da alma O fim não existe enquanto há vida. Encaramos muitos finais, mas em cada um deles nasce a oportunidade de recomeçar. Assim como as estações mudamos ao longo da vida. E por mais que existam outonos e invernos, verões e primaveras sempre retornam. Enquanto há vida, recomece. Enquanto há vida, viva. Enquanto há vida, aproveite. Pois enquanto houver vida, as primaveras sempre voltam

Vastidão Seria insignificante apenas dizer: te amo.
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Vastidão Seria insignificante apenas dizer: te amo. Seria negligente com a vastidão inexplicável do meu sentimento. Assim como a imensidão do universo desconhecido, faltam-me palavras para descrever o que sinto. Teria você que se ver pelos meus olhos, conhecer meus pensamentos, sentir através do meu coração e ouvir, quando a cito, na minha oração. E assim, somente assim, talvez ter uma ínfima noção.

Retorne a si As andorinhas voltam na primavera.
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Retorne a si As andorinhas voltam na primavera. As tartarugas retornam às praias onde nasceram. A vida é um retorno: um retorno à vida que ainda está por vir, não à que passou. A vida é um retorno, um retorno àquilo que te faz ser quem és. A vida é um retorno: às boas memórias, às boas risadas, às boas companhias. Retorne. Retome. Reajuste.

A jura Te juro, te juro guardar
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A jura Te juro, te juro guardar somente a mim tudo aquilo que eu queria que pertencesse a nós. Te juro: não voltar a dizer o vasto do sentir que me atravessa. Te juro, te juro porque não quero que fique mal; pois isso só cabe a mim. Te juro que, por mais que queira esta jura quebrar, sou incapaz; pois a você quero bem.

Doce Prisão Me sinto como uma peneira com blocos de gelo, tentando não deixar escapar o que sinto
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Doce Prisão Me sinto como uma peneira com blocos de gelo, tentando não deixar escapar o que sinto para que você não perceba, porém, isto é mais fervoroso que o sol de meio-dia. Tento não alimentar o sentimento que me aprisiona e, ainda assim, não resisto ao feitiço que me envolve. Vivo nesta doce prisão de esperar que aconteça aquilo cujas chances são ínfimas. Tenho medo, tenho medo, tenho medo. Tenho medo de virar a maçaneta e, nessa nova vida, você não fazer parte dela como eu gostaria. Assusta-me que meus olhos não brilhem como brilharam por você naquele dia. Tenho medo que a felicidade da espera não passe e você nunca venha. Tenho medo, tenho medo, tenho medo. Tenho medo que esse sentimento nunca suma e eu me aprisione às lembranças do que nunca aconteceu. Tenho medo, tenho medo, tenho medo. Tenho medo de partilhar minha vida Com esse sentimento constante de fuga correndo desse bicho-papão que me persegue. Tenho medo, tenho medo, tenho medo. Tenho medo das gérberas, pois só queria te dar três destas flores, no sentido mais puro de cada uma: eu amo você. Tenho medo que você saiba desse sentimento e nos apartemos de vez. Tenho medo de você virar apenas uma lembrança daquilo que aconteceu e do que poderia ter acontecido. Tenho medo, tenho medo, tenho medo. Tenho medo de nunca retornar a ter a liberdade da qual gozava a liberdade de não sentir isso, de não imaginar nós, de não desejar que fique, de não ser você, o meu primeiro e o meu último pensamento do dia Tenho medo, tenho medo, tenho medo Tenho medo de conseguir a liberdade que anseio, e não saber com o que ela fazer, de remover o pedaço de mim que é você e não ser mais completo tenho medo, tenho medo, tenho medo. Você me desarma, você faz me sentir indefeso você, você, apenas você Mas... mesmo com todo esse medo, ainda há você em cada canto do meu peito, e, de algum modo, não consigo — e talvez não queira — deixar de te querer.

Dia das crianças Na festa das crianças, num dia leve e luminoso,
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Dia das crianças Na festa das crianças, num dia leve e luminoso, lá estava eu, entre risos pequenos, emprestando cuidado aos meus sobrinhos. Senti três toques no ombro; meu irmão tocava-me, apontando, como quem revela um segredo. Ali estava ela a mesma personificação do acaso, surgindo outra vez diante de mim, a poucos metros, próxima tal como só esteve em meus pensamentos Mais uma vez fiquei a observar: estava com o cabelos soltos, livre do icônico boné claro; um vestido verde que parecia conversar com a tarde que nos envolvia. Havia no olhar uma calma suave, quase tímida, um silêncio que dizia mais do que qualquer palavra ousaria. Até então, o sarau que era só para meus sobrinhos virou uma festa para mim. Não houve palavra trocada, apenas o silêncio caminhando entre balões, risos e canções infantis.

Numa manhã comum Numa manhã que parecia comum,
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Numa manhã comum Numa manhã que parecia comum, vislumbrou-me um raio de sol, igual a um pé de ipê no meio do verde da mata. Diante de mim, a personificação da feminilidade, de simplicidade e beleza. Cabelos lisos, sob sua cabeça um boné; alta, de saia com um tom azulado e blusa clara, olhos escuros, tal como jaboticabas. De onde é? Para onde vai? Já não importa. Somente ficar fitado, passou a fazer sentido. E numa manhã em que tudo parecia igual, tudo mudou. Um misto de emoções, certezas nas incertezas. E, através de minha janela, a personificação de um sonho.