Se não houvesse realidade o sonho não seria tão bom.
Frases de Vitor Medeiros
11 frases
Ontem, eu adormeci Relembrando momentos que contigo vivi Eu nunca me esqueci
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Ontem, eu adormeci Relembrando momentos que contigo vivi Eu nunca me esqueci E não será a última vez que escrevo sobre ti.
(Re)encontro Minha flor que eu cheirei, E mal toquei.
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(Re)encontro Minha flor que eu cheirei, E mal toquei. Minha flor que eu reguei E não te vi quando voltei, Talvez porque já era tarde quando te procurei. Flor só há uma por isso a cuida, Porque quando ela se for embora, Quando te perderes na hora Não haverá ninguém que te acuda. E nisto tudo só sugirá um sentimento, O arrependimento E se ao menos pudesse mudar algo daqui pra a frente... Mais uma vez a vida ensinou-me, Mas não ensaiou-me;
Vigília Estou há horas nisso Sempre a mudar de lado,
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Vigília Estou há horas nisso Sempre a mudar de lado, De manhã tenho compromisso Chego outra vez atrasado. O tempo passa a correr E eu só penso no avolecer. Amanhã não aguento O estado sonolento Ao escrever isso distraí-me E dei por mim, A noite já tinha chegado ao fim. Todos os dias é sempre a mesma cerimónia... E se desaparecesses, insónia?
Quem sabe? Eu não sei, Mas vou averiguar
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Quem sabe? Eu não sei, Mas vou averiguar Se me calhasse Fazia para resultar Mas eu não sei Até pode acontecer nunca saber, Só queria um pouco enxergar, Pelo o escrever Não pelo o amar. E se eu não souber? Apenas devaneio Não pelo o que escrevi Mas por aquilo que leio.
Ócio Já estou predestinado, Com alguma sapiência acumulada,
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Ócio Já estou predestinado, Com alguma sapiência acumulada, No meio da sabedoria Nunca me sai nada. Se calhar viajo muito Concretizo pouco, Com tanto intuito Continuo cego e mouco. O tempo já me rasteirou Mais de mim acordou, Foi só tempo perdido Que já se finalizou. Amanhã é mais um dia Nova oportunidade É desta que me Safo Não Caio na mediocridade.
Algo é tão inútil, Algo que vivo de forma subtil. Com tanta subtileza,
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Algo é tão inútil, Algo que vivo de forma subtil. Com tanta subtileza, Eu tenho a certeza, Que este algo é a vida, Ou talvez algo que se pareça.
As nuvens andam, O sol parece que não. Tudo isto gira...
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As nuvens andam, O sol parece que não. Tudo isto gira... Sem eu ter uma razão. Brilha forte, o sol, E este me ilumina, Questiono-me porquê. Se calhar é cedo, A vida é uma menina. O tempo passa a voar, E eu vou ficando atrasado. As nuvens começam a descarregar, Para que eu fique constipado. Pareço uma nuvem que satura, E dos poemas faço a precipitação. Contudo, sou apenas um Homem que atura Sem ter uma razão. Enfim... Gostava de viver! Mas sobreviver é única opção. Gostava de viver da razão, Sobreviver é com o coração.
O desconhecido. É na sociedade que este mal se aparenta, Que consequentemente inquieta-se
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O desconhecido. É na sociedade que este mal se aparenta, Que consequentemente inquieta-se Que consequentemente ñ se apresenta. Escrever é ñ ser desconhecido, Mesmo sendo autor anónimo Só se omite um ser adormecido, Em ti privas o antônimo. Há quem escreva, há quem pinte. É um mundo que pouco se sente. Moda é um extinto, A vocação é subjacente.
Existe tanto mais para olhar, existe uma biodiversidade maior que os nossos olhos. Insistimos em olhar para o negativo. Às vezes, o problema não está no mundo, mas sim no que enxergamos.
O amor é teres a liberdade de ser e seres amado por essa.