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Frases de Victor Velôso

3 frases

Quando Quando eu costumava mandar no mundo Eu era alguém para mim
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Quando Quando eu costumava mandar no mundo Eu era alguém para mim Simples como deveria ser, um poço sem fundo Mas agora tudo pode me atingir, fácil assim Quando você se deita e dorme Procuro felicidade entre os confins do universo Entre nós, existe um abismo enorme Ops, quase o revelo no final de um verso Quando eu costumava mandar no mundo Eu sabia exatamente do que precisava Eu tinha muito mais do que necessitava Isso foi quando você acordou-me do meu sonho profundo Quando eu dominava a história Você tinha na memória O que busquei nos céus O que a morte tirou entre os véus

Rapsódia de Solidão Nem mesmo a chuva fria de novembro Nem o calor arrasador de dezembro
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Rapsódia de Solidão Nem mesmo a chuva fria de novembro Nem o calor arrasador de dezembro São capazes de acabar com toda a dor Que carrego do amor Eu sentei aqui nas escadas Porque hoje quero ficar sozinho Não significa que não preciso de carinho E gosto de me sentir só ao longo da estrada Agora eu sento num trono que não me pertence E nem por Deus desejaria lá sentado um inimigo Muito menos um grande amigo Agora eu entendo que ele realmente me pertence Antes minha eterna solidão Que ver outro em minha doce maldição Há mais uma coisa para se considerar Não estou aqui pedindo Para ter com quem chorar Estou pedindo por um pouco de compreensão E nos meus lentos passos vou seguindo Com esse forte pesar no coração

Resguardo de Solidão Recolho-me ao anoitecer Esperando até o dia amanhecer
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Resguardo de Solidão Recolho-me ao anoitecer Esperando até o dia amanhecer Um dia ele virá, com certeza E me trará de volta, toda minha pureza Minha solidão é fruto da minha ilusão De sempre acreditar que o coração Sempre diz o melhor para mim E termino ficando assim: Meu doce amor Sua pele delicada como um suave véu Seus olhos brilham como a luz do céu Eu estou perdido, dentro da cidade do paraíso Guie-me com esse teu radiante sorriso Meu pequeno bebê Nos meus sonhos, sou capaz de te ter Apenas por um segundo, por um minuto E com um gesto nada resoluto Privo-me de viver esse prazer Minha amarga ilusão Contento-me com seu sorriso E em me esconder, sem você saber Em teu coração, no teu viver E ali morrerei, sem o menor aviso