Caminho ao seu lado sem falar Mas canto uma canção pra te alegrar Só peço que não tente compreender
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Caminho ao seu lado sem falar Mas canto uma canção pra te alegrar Só peço que não tente compreender (Tanto tanto)
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Caminho ao seu lado sem falar Mas canto uma canção pra te alegrar Só peço que não tente compreender
Caminho ao seu lado sem falar Mas canto uma canção pra te alegrar Só peço que não tente compreender (Tanto tanto)
Vem me ver Vem juntar seu calor ao meu Não te quero ter
Vem me ver Vem juntar seu calor ao meu Não te quero ter Só nos finais de semana
Nem todo amor é em vão Nem toda crença, ilusão Nem todo Deus, comunhão
Nem todo amor é em vão Nem toda crença, ilusão Nem todo Deus, comunhão Nem todo pecado, perdão Nem tudo que se dança é baião Nem tudo que sobra é lixão Nem toda poesia é refrão Nem tudo que se dança é baião (Seção 32)
Românticos são poucos, Românticos são loucos, desvairados Que querem ser o outro,
Românticos são poucos, Românticos são loucos, desvairados Que querem ser o outro, Que pensam que o outro, É o paraíso. Românticos são lindos, Românticos são limpos e pirados Que choram com baladas, Que amam sem vergonha e sem juízo São tipos populares, que vivem pelos bares E mesmo certos vão pedir perdão E passam a noite em claro conhecem o gosto raro De amar sem medo de outra desilusão Romântico é uma espécie em extinção.
Cada dia que passo sem sua presença... Sou um presidiário cumprindo sentença Sou um velho diário jogado na areia
Cada dia que passo sem sua presença... Sou um presidiário cumprindo sentença Sou um velho diário jogado na areia esperando que você me leia Sou pista vazia... esperando aviões...
Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores
Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho Estou podando meu jardim Estou cuidando bem de mim
"Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores
"Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho Estou podando meu jardim Estou cuidando bem de mim...
Eu quero viver morrendo em sua teia Seu sangue correndo em minha veia Seu cheiro morando em meus pulmões
“Dor de amor tortura sem matar.”
Tudo que separa nos prepara para um novo encontrar. Quando você partir não quebre as pontes que atravessar.
"Do Brasil Composição: Vander Lee Falar do Brasil sem ouvir o sertão
"Do Brasil Composição: Vander Lee Falar do Brasil sem ouvir o sertão É como estar cego em pleno clarão Olhar o Brasil e não ver o sertão É como negar o queijo com a faca na mão Esse gigante em movimento Movido a tijolo e cimento Precisa de arroz com feijão Que tenha comida na mesa Que agradeça sempre a grandeza De cada pedaço de pão Agradeça a Clemente Que leva a semente Em seu embornal Zezé e o penoso balé De pisar no cacau Maria que amanhece o dia Lá no milharal Joana que ama na cama do canavial João que carrega A esperança em seu caminhão Pra capital Lembrar do Brasil sem pensar no sertão É como negar o alicerce de uma construção Amar o Brasil sem louvar o sertão É dar o tiro no escuro Errar no futuro Da nossa nação Esse gigante em movimento Movido a tijolo e cimento Precisa de arroz com feijão Que tenha comida na mesa Que agradeça sempre a grandeza De cada pedaço de pão Agradeça a Tião Que conduz a boiada do pasto ao brotão Quitéria que colhe miséria Quando não chove no chão Pereira que grita na feira O valor do pregão Zé coco, viola, rabeca, folia e canção Zé coco, viola, rabeca, folia e canção Amar o Brasil é fazer Do sertão a capital...
Sabe o que eu mais quero agora, meu amor? Morar no interior do meu interior Pra entender por que se agridem
Sabe o que eu mais quero agora, meu amor? Morar no interior do meu interior Pra entender por que se agridem Se empurram pro abismo Se debatem, se combatem sem saber