Pular para o conteúdo

Frase de Vander Lee

"Do Brasil Composição: Vander Lee Falar do Brasil sem ouvir o sertão É como estar cego em pleno clarão Olhar o Brasil e não ver o sertão É como negar o queijo com a faca na mão Esse gigante em movimento Movido a tijolo e cimento Precisa de arroz com feijão Que tenha comida na mesa Que agradeça sempre a grandeza De cada pedaço de pão Agradeça a Clemente Que leva a semente Em seu embornal Zezé e o penoso balé De pisar no cacau Maria que amanhece o dia Lá no milharal Joana que ama na cama do canavial João que carrega A esperança em seu caminhão Pra capital Lembrar do Brasil sem pensar no sertão É como negar o alicerce de uma construção Amar o Brasil sem louvar o sertão É dar o tiro no escuro Errar no futuro Da nossa nação Esse gigante em movimento Movido a tijolo e cimento Precisa de arroz com feijão Que tenha comida na mesa Que agradeça sempre a grandeza De cada pedaço de pão Agradeça a Tião Que conduz a boiada do pasto ao brotão Quitéria que colhe miséria Quando não chove no chão Pereira que grita na feira O valor do pregão Zé coco, viola, rabeca, folia e canção Zé coco, viola, rabeca, folia e canção Amar o Brasil é fazer Do sertão a capital...

Vander Lee

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Vander Lee

"Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores. Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores. Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores.
Continuar lendo

"Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores. Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores. Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores. Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores. Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho. Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho. Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho. Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho. Estou podando meu jardim. Estou cuidando bem de mim."

As flores vão nascer, de amores hão de viver E ninguém vai poder mais amputar sua raiz O galho que crescer, os ventos vão reger
Continuar lendo

As flores vão nascer, de amores hão de viver E ninguém vai poder mais amputar sua raiz O galho que crescer, os ventos vão reger E quem sabe dançar a sinfonia os homens gris. Há margaridas bêbadas sobre os balcões Damas-da-noite no calor de explosões. As flores vão nascer, Do querer sem querer Lá no sertão, no Paquistão, No coração mais infeliz E por que não dizer No vaso, no prazer Lá no quintal, No Pantanal, No Rio e em Paris. Delírios sob a lava dos vulcões Amorosas no entulho das construções. Porque nada impede Uma flor de nascer De um desejo sincero. Porque nada impede Uma flor de querer O que eu quero...