Usamos uma linguagem de batalha sempre que falamos de desafios, “vamos lutar contra isso.” Vamos lutar com todas as nossas forças. “Tenha coragem para lutar”. E o que vem depois?
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Usamos uma linguagem de batalha sempre que falamos de desafios, “vamos lutar contra isso.” Vamos lutar com todas as nossas forças. “Tenha coragem para lutar”. E o que vem depois? “Ah as pessoas dizem que perdemos a batalha.” Isso é nocivo. Eu entendo. Falar sobre luta parece mais ativo, agir é mais visceral. “Veja as armas brilhantes e afiadas que criamos para você lutar.” Em “Brightcliffe”, não fica nas batalhas. Oferece a permissão para deixar o campo de batalha. Para se concentrar em viver em vez de lutar. Não queremos a luta, e não é questão de perder batalhas. E com toda a certeza não é uma derrota. Cada dia passado, vivido aqui é uma vitória. val_vieira