Quando tudo deve ir além Pela contingencia do ser O que pode impedir o bem
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Quando tudo deve ir além Pela contingencia do ser O que pode impedir o bem Da transparência daquilo que se pode ver? Nada pode prescindir Como intermitente Daquilo que é precedente E o que faz seguir. O que no ser é ôntico Senão o valor quântico. No calor que prova Kepler Dando a entender Que a imaginação no ser Que dão asas A partir do flerte É a mesma da reação e produção Que faz nas massas A sua rotação. À ainda quem nos alerte Quanta esta contingente energia Que faz convergir a cada dia O que pode estar inerte No ser o inato Tal o magnetismo das afinidades As suas singularidades Em seu real formato.