No abismo da alma, ecoa o pranto Lágrimas silenciosas desenham o desengano, Cada batida é um lamento, um encanto quebrado,
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No abismo da alma, ecoa o pranto Lágrimas silenciosas desenham o desengano, Cada batida é um lamento, um encanto quebrado, No vazio, o coração se perde, destroçado. O amor, antes chama, agora cinza fria, Resta o silêncio, o eco da agonia, O peito vazio, um mar de saudade, Navega na dor, na cruel tempestade.