Não há portas para os territórios familiares da dor, não há como conter a violência dentro do ninho de uma pertença.Há apenas a dor, cintilando como um clarão no chumbo do céu, chuva de estrelas cadentes sem história nem mártires reconhecíveis.Porque há sempre uma noite mais escu…
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Não há portas para os territórios familiares da dor, não há como conter a violência dentro do ninho de uma pertença.Há apenas a dor, cintilando como um clarão no chumbo do céu, chuva de estrelas cadentes sem história nem mártires reconhecíveis.Porque há sempre uma noite mais escura do que a escuridão do mundo.Mesmo para aqueles que nunca souberam escavar até ao fundo dessa gruta negra, transiberiana, húmida, universal, a que chamamos coração....