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Frases de Um garoto qualquer

18 frases

"Estou me matando a cada dia e niguém percebeu,talvez seja tarde demais"
O tudo, na verdade, não é nada. Somos símbolos. Somos criações simbólicas que construímos como nossas verdades. Mas, que na verdade não são verdades concretas. Somos transitórios porque não determinamos mesmo tentando determinar. Somos um ser simbólico com linguagens, onde constr…
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O tudo, na verdade, não é nada. Somos símbolos. Somos criações simbólicas que construímos como nossas verdades. Mas, que na verdade não são verdades concretas. Somos transitórios porque não determinamos mesmo tentando determinar. Somos um ser simbólico com linguagens, onde construímos o símbolo como representação do nosso eu. Por que, senão, não teríamos referência do nosso próprio eu e isso acarretaria na irracionalidade.

; Na biografia me embaso, desembaso. Despir-se de mim para construir um eu sobre o outro alguém: publicado, citado, a1. Não satisfeito, me reelejo, visto-me sobre moldes. Quero ser visto como saúde médica, humanas ou ABNT? Não se satisfazem, exigem.. mas provavelmente não aprovam…
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; Na biografia me embaso, desembaso. Despir-se de mim para construir um eu sobre o outro alguém: publicado, citado, a1. Não satisfeito, me reelejo, visto-me sobre moldes. Quero ser visto como saúde médica, humanas ou ABNT? Não se satisfazem, exigem.. mas provavelmente não aprovam. Sou qualitativo ou quantitativo? Hoje tenho que estar feliz, posso ser misto. Se não bastasse... Me escrevo, me moldo, assumo as característica do que não sou, preciso estar no padrão, publicação. Quem sou eu, capa ou contracapa? Me torno aquele na terceira pessoa, os advérbios de ligação, o das entrelinhas, o que separa, assemelha ou contrapõe. Na minha opinião não existe, isso é lá quando se tem opinião, ou em outras palavras, no doutorado. Porque, talvez, nem como mestre eu seria suficiente. Capaz me torno quando sou o segundo tal ou de acordo com, se não serei, ouso a dizer no final (Fulano, 2008.) E assim sigo, me despindo.. bebo das fontes e os chamo de tios. De tanto aprender pretendo brincar com as regras.. mas, infelizmente, elas ainda só brincam comigo. Aprovado? Se eu for aquele tamanho 12, justificado, 1,25 de recuo. Talvez sim. Mas, o que ganhamos com isso? Lattes. Eu sou meu Lattes?

As vezes não sei meu nome As vezes não acerto nas minhas escolhas As vezes não sigo corretamente
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As vezes não sei meu nome As vezes não acerto nas minhas escolhas As vezes não sigo corretamente E se tu me perguntar se sei quem sou, ao menos sei quem não sou. As vezes não reconheço meu nome Tão pouco minhas escolhas E se o certo é seguir corretamente, por vezes acho que estou errado. E se tu me perguntar se ao menos tento, não consigo viver apenas por tentar. E quem disse que só seria isso. Mesmo sabendo o nome, as escolhas, corretamente é errado ou não. Isso não é tudo. Isso não basta nem complementa E se tu acreditar que é isso que sou taria me preenchendo de um enorme vazio imensurável vazio que ao menos sinto que não sou.

Estava cá com minhas premissas, pensando aqui, novamente, sobre o amor. Não só amor no mais ato amável, mas também naquele desamor que talvez paire por ai: com rumo ou sem rumo, ou quem sabe do verbo esquecido que me esqueceu. Minha cabeça psicanalítica tão criticada logo pensa:…
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Estava cá com minhas premissas, pensando aqui, novamente, sobre o amor. Não só amor no mais ato amável, mas também naquele desamor que talvez paire por ai: com rumo ou sem rumo, ou quem sabe do verbo esquecido que me esqueceu. Minha cabeça psicanalítica tão criticada logo pensa: se tens um problema logo soluciona. Todavia, vai para além do que eu amo. É o amar desamando mesmo. É possível amar tudo? Odiar tudo deve ser tarefa muito fácil. E o que fazer, se talvez, o amor desamado não espera. Lutar? E quem me garante que é da luta que preciso. E o que preciso? Como saber do que preciso? As respostas não veem completas, e sim complexas. Estude seu mundo de possibilidades e faça o impossível dentro do possível. Talvez assim você des-solucione tais problemáticas do amor.

. Estava cá me sentindo culpado por alguma atitudes transgressoras, que para alguns não seriam nada transgressas mas para outros a pior defama do mundo. Cheguei até o ponto de perder e não me reconhecer nos universos de possibilidades que a universidade me oferece, cá bom, cá rui…
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. Estava cá me sentindo culpado por alguma atitudes transgressoras, que para alguns não seriam nada transgressas mas para outros a pior defama do mundo. Cheguei até o ponto de perder e não me reconhecer nos universos de possibilidades que a universidade me oferece, cá bom, cá ruim. Fui para o lado bom, o lado do sucesso. E o insucesso? É cruel demais se julgar demasiado em utopias construções que constituiram-se da sua infância. E o agora? Qual o sentido? Busque-buscar. É sofrido essas morais que o constituem mas que dar-te-ão bases para também que não se percas no poço dos morros uivantes. Morro esses que demandam gotas de suor a todos instantes e fazem não saber quem sou. E eu? Que sou u? Tava lá pulsionante escrevendo cá sobre identidade, mas perpassa, não aplicável ao viver. Mas, demanda, pergunta essa que angustia no calabouço mental de incertezas. E não termino, porque nada termina.. é incessante... é constante

Dias bons, dias ruins e assim sobrevivemos. O problema é que as vezes os dias ruins marcam e fazem com que não enxerguemos os dias bons. Mas os dias bons existem. Sim, existem. Só precisa que estejamos abertos para recebe-lo. Mas, não é assim, não é tão fácil. A dor pode ser para…
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Dias bons, dias ruins e assim sobrevivemos. O problema é que as vezes os dias ruins marcam e fazem com que não enxerguemos os dias bons. Mas os dias bons existem. Sim, existem. Só precisa que estejamos abertos para recebe-lo. Mas, não é assim, não é tão fácil. A dor pode ser paralisante e senti-la pode deixar marcas nada efêmeras. E senti-las é memoriza-las. De forma consciente e inconsciente. Por isso que muitas vezes não nos damos conta que existem dias bons, momentos bons. Uma vida boa. E, talvez, por isso não valorizamos quando os dias bons aparecem; e o primeiro sintoma é generalizar. Achando que todos os dias não são bons, reclamando dos dias bons como se fossem dias ruins. Mas, na verdade, para quem viveu passando por muitos dias ruins, por muitos momentos ruins, acabam tendo perspectivas ruins para uma vida boa. Não por escolha. Ninguém escolhe ter dias ruins assim como não escolhe sofrer. É involuntário. E é fácil julgar uma pessoa que só tem dias ruins quando você superou os seus e sabe que dias bons voltarão. Sendo que elas não. Mas, também é valido explicitar que nem todos são tão iguais assim a ponto de encarar suas frustrações da mesma maneira e conviver com isso. A desumanidade da humanidade já é tanta que utiliza-se do termo aturar para uma díade do dito normal versus o dito sofredor. E cria-se estereótipos como: vitimado, derrotado e coitadinho. Termos quem em nada contribuem para o enriquecimento desse sujeito que tanto requer cuidado com seus dias não bons.

Tentar manter uma relação em que apenas uma pessoa da o seu máximo é o mesmo que pular de um avião com um paraquedas. No começo da muito medo; Então você começa a sentir uma brisa muito gostosa batendo em seu rosto; Até você se dar conta que está indo em direção a sua morte. E ag…
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Tentar manter uma relação em que apenas uma pessoa da o seu máximo é o mesmo que pular de um avião com um paraquedas. No começo da muito medo; Então você começa a sentir uma brisa muito gostosa batendo em seu rosto; Até você se dar conta que está indo em direção a sua morte. E agora, você puxa a corda do paraquedas para salvar a sua vida ou simplesmente morre? Nesse falso amor, ou você se livra dele ou se afunda com ele!

⁠Talvez seja eu, e não os outros ao meu redor. Talvez o único que busque por isso mais que tudo neste mundo, seja eu. Talvez essa minha busca sedenta, incessante e alucinante seja o motivo da minha infelicidade.
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⁠Talvez seja eu, e não os outros ao meu redor. Talvez o único que busque por isso mais que tudo neste mundo, seja eu. Talvez essa minha busca sedenta, incessante e alucinante seja o motivo da minha infelicidade. Talvez devesse me conformar, para de buscar e simplesmente seguir minha vida como o resto da humanidade. Mas quem sabe um dia eu consiga alcançar minha tão querida liberdade...

⁠⁠⁠As vezes eu olho para céu a noite e me lembro dela. Me lembro do seu sorriso brilhante capaz de espantar a escuridão. Me lembro do seu rosto que mais parece o de um anjo.
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⁠⁠⁠As vezes eu olho para céu a noite e me lembro dela. Me lembro do seu sorriso brilhante capaz de espantar a escuridão. Me lembro do seu rosto que mais parece o de um anjo. Me lembro de seus olhos verdes que cativam qualquer um. Me lembra de seu longo e belo cabelo ruivo, mas não um ruivo qualquer e sim um ruim que se assemelha ao vermelho de um vinho feito com as melhores uvas que esse mundo tem a oferecer. Acima de tudo me lembro seu jeito sempre doce e gentil, e seu jeito calmo como o mar antes da tespestade, tão única quanto a rosa mais perfeita já vista.

⁠⁠Está noite eu sonhei com ela novamente, como sempre ela está magnífica, tão bela quanto a lua em uma noite de inverno. Sonhei que ela andava por um campo de girassóis, sua beleza era imensurável, de tal forma que por onde ela andava em meio aos girassóis eles deixam de reverên…
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⁠⁠Está noite eu sonhei com ela novamente, como sempre ela está magnífica, tão bela quanto a lua em uma noite de inverno. Sonhei que ela andava por um campo de girassóis, sua beleza era imensurável, de tal forma que por onde ela andava em meio aos girassóis eles deixam de reverênciar o astro rei, e se voltavam todos pra ela. E tudo que eu podia fazer mesmo estando em um sonho era somente apreciar sua beleza hipnotizante.