Estou por ai, No pantarei da vida, Na sociedade alternativa,
Continuar lendo
Estou por ai, No pantarei da vida, Na sociedade alternativa, Viajando no transe intransitório Da minha maionese artesanal. O cotidiano é afronta À minha potência intuitiva Mas meu córtex trabalha Ininterruptamente À margem do real.