Nunca e tarde para Realizar aquilo que Você semrpe sonhou.
Frases de tiago oliveira
21 frases
" As pessoas chegam no final da vida à procura da tão famosa felicidade , mas não percebem que ela já veio e foi embora como as chuvas de verão "
De todas as coisas Que se passaram, Esta foi a última
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De todas as coisas Que se passaram, Esta foi a última Que se passou.
No ciclo dos passos não se vê efemeridade. Os pontos permanecem, refletem um estado; A paisagem se converte, simula a novidade;
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No ciclo dos passos não se vê efemeridade. Os pontos permanecem, refletem um estado; A paisagem se converte, simula a novidade; Mas o ciclo ainda é ciclo, e não há efemeridade.
Nas incertezas certas da vida, Resta errar. Todo acerto tem armadilha,
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Nas incertezas certas da vida, Resta errar. Todo acerto tem armadilha, Todo acerto pode cegar. Nas incertezas certas da vida, Resta o que restar. Pois que há somente certezas incertas; Devendo-se apenas esperar.
Sentimentos incomensuráveis cabem no silêncio; é coletânea De letras que dependem de uma interpretação irrestrita Para que formem juntas aquilo que se pretende passar.
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Sentimentos incomensuráveis cabem no silêncio; é coletânea De letras que dependem de uma interpretação irrestrita Para que formem juntas aquilo que se pretende passar. O silêncio é espaço muito maior do que aquele que ocupa o ar.
Procura-se a pessoa que feriu o peão Sem calcular hesitação alguma. Pior que várias foram as vezes que lhe disse:
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Procura-se a pessoa que feriu o peão Sem calcular hesitação alguma. Pior que várias foram as vezes que lhe disse: Não trate como primeira opção Quem sequer te tem como uma. Saber quem é quem é difícil de antemão E nas mentes não se deve ter confiança nenhuma. Mal sabia ele que se a arma visse Apesar da inevitável chegada da decepção Poderia ter evitado a vinda da bruma. Resta somente lidar com a situação E aprender que a vida é mais que uma suma. O peão pediu então para que eu repetisse: Não trate como primeira opção Quem sequer te tem como uma.
O Tênis Vermelho Um garoto caminhava pela rua a caminho do colégio. Procurava obsessivamente muros onde pudesse se esconder e observar as pessoas que passavam. O motivo era a vergonha que então sentia pelo tênis que estava usando e que comprara com sua mãe havia dois dias. A co…
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O Tênis Vermelho Um garoto caminhava pela rua a caminho do colégio. Procurava obsessivamente muros onde pudesse se esconder e observar as pessoas que passavam. O motivo era a vergonha que então sentia pelo tênis que estava usando e que comprara com sua mãe havia dois dias. A cor do calçado era vermelha e o menino se encantou logo que o viu pela primeira vez. A mãe elogiou e disse que o tênis ficava ainda mais bonito em seus pés... O primeiro dia de uso foi na escola. Para a tristeza do garoto, o tênis não agradou aos colegas, que logo começaram a zorra. O menino escutou todos rirem dele calado, pois não encontrava força para reagir. Apenas uma frase ficou em sua mente, como um eco infinito: - Você é mesmo muito esquisito! Na volta para casa, as lágrimas eram maiores que seus passos. Quando a mãe soube do ocorrido, lamentou a tristeza do filho e teve que lidar com a situação de não poder fazer algo, afinal carecia de dinheiro e o tênis foi comprado depois de muita economia. No dia seguinte, o menino não teve outra escolha a não ser ir ao colégio com o tênis vermelho, e foi daí que a história começou a ser contada. Entre um muro e outro, foi interrompido por um senhor sentado na calçada que tinha barba e cabelo bem grandes e brancos. O senhor perguntou o que se passava e o garoto desabafou. Comovido, o senhor se lembrou do seu passado, quando todos os colegas fizeram piada do boneco de pelúcia que ele carregava escondido dentro da mochila. Mas o que ninguém sabia era que o boneco era a única lembrança deixada por sua falecida mãe, que tanto fazia falta... Na época, sua tristeza foi consolada por um morador de rua que ficava em frente ao colégio, dizendo que "o mal do homem é criticar aquilo que ele não sabe o motivo da existência". Por isso, o senhor se achou na obrigação de dizer algumas palavras ao menino, na condição de morador de rua que se encontrava. Então ele pensou por um instante e citou o pensamento oriundo de sua reflexão: - Todos nós somos um pouco estranhos. A normalidade não existe, a não ser na mente iludida dos ignorantes. A vida é mais que os risos da crueldade, que os risos da escuridão. Esses foram os risos que você ouviu, risos sem luz; sem verdade. Pergunte a si mesmo: eu sou estranho ou os outros é que são normais demais? O garoto pensou e em seguida respondeu com segurança: - Os dois. A resposta foi validada pelo senhor: - Exatamente. Os outros são normais demais porque não se conhecem, porque preferem ser um padrão social. Já você é estranho porque eu também sou e porque todos somos, porém só alguns sabem e entendem esse segredo. Parabéns pela sua estranheza que te faz sábio! O senhor então foi embora e levou junto a angústia do menino, que estranhou o sorriso que ficara em seu rosto...
Poesia da Vontade Não sei se me carecerá assiduidade Ao descrever a matéria desta poesia.
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Poesia da Vontade Não sei se me carecerá assiduidade Ao descrever a matéria desta poesia. Ocorre que me falta a maestria da vontade de ter vontade.
Entre o dito e o não dito, O saber algo e o não saber, Saber algo e saber tudo,
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Entre o dito e o não dito, O saber algo e o não saber, Saber algo e saber tudo, Entre o ignorante e o erudito. Sobre ou sob o mundo, Com a paz ou com conflito, Indiferença ou prometer, O raso e o profundo. A maneira certa e a errada, A pouco errada e a toda certa, A benevolência e o egocentrismo. Entre todos esses versos, Versa o nada. Há um abismo.
Soneto da descrição Objetos sobrevoaram teu espaço desfrequentado E encontraram dificuldade de se localizar.
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Soneto da descrição Objetos sobrevoaram teu espaço desfrequentado E encontraram dificuldade de se localizar. Um lugar inóspito e de todo calado Faz do ímpeto da volta um nunca desejar. És a pedra que impede a viagem pro além-mar E o abismo que desponta a queda do alambrado, Como a gravidade da nota mais baixa a ecoar Que não é suficiente para deixar o seu recado. Uma vez entendido, tua cor é o vermelho Invasor das moléculas de puro louvor Das fontes que emanam do fundo do espelho, Dos sentidos que agregam o mais forte ardor Que acalenta as almas com o nobre conselho E vislumbra os corações com teu sangue esplendor.
O Lado Verde da Vida. Na medida em que andava pela rua, empurrado pelo vento, Leonardo tinha apenas imagens vultuosas da realidade. Pensamentos iam e vinham aleatoriamente, trazidos por uma mente incompreensível e apartada de qualquer esforço refletivo. Subitamente, Léo tropeça…
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O Lado Verde da Vida. Na medida em que andava pela rua, empurrado pelo vento, Leonardo tinha apenas imagens vultuosas da realidade. Pensamentos iam e vinham aleatoriamente, trazidos por uma mente incompreensível e apartada de qualquer esforço refletivo. Subitamente, Léo tropeça em uma raiz externa de uma árvore, que passa então a ser alvo de seus pensamentos. Analisando-a, começa a se indagar do humor dela. Cores vivas, folhas verdes balançadas pelo vento, descaídas em um ritmo sereno de se ver, tudo em perfeita harmonia. Mas como pode um ser vivo ser tão autossuficiente assim? A não ser que algum mal elemento a pragueje ou a derrube, é impressionantemente curioso e invejável imaginar a solidão benéfica da árvore. Não precisa matar para se manter viva. Não precisa de companhia para irradiar boas energias. Não precisa sair do seu lugar para renovar suas forças. Apenas precisa ser ela, ali, presa ao solo entre o qual se alongou durante os anos, firmando as raízes que a mantém ereta, viva, altiva. Não há qualquer ingratidão de sua parte, pois que jamais abandona a terra que lhe ergueu, salvo a remoção compulsória contra a qual não pode combater. Porque se pudesse, não tenha dúvidas, a árvore morreria, porém nunca abandonaria o solo natural ou supervenientemente infértil que um dia lhe contemplou com a vida e lhe fez companhia acima de qualquer problema ou diferença. Sofreria, morreria, mas jamais o deixaria. De sobra, ainda ajuda outros seres vivos a sobreviver, oferecendo abrigo e refeição, assim mesmo, sem qualquer pretensão ou troco, apenas por ter uma bondade inerente a si mesma, que talvez nem ela se dê conta. Inobstante, eventualmente seus conterrâneos interferem em sua vida. Daí para diante, a árvore torna-se apenas vítima dessas forças, que terminam por pôr termo à sua vivência sadia e benevolente, em razão de fins injustificadamente perseguidos. Mas quanto a isso, não precisa a árvore se preocupar, pois nada de errado fez, senão se manter inerte e continuar a ajudar a todos mesmo no momento mais difícil de sua trajetória. Costas encostadas no tronco e por ele aquecidas, foi assim que Leonardo se viu consolado pela árvore. Ao levantar, agradeceu e concluiu que regeria seus passos tentando neles avivar a muda da planta que consigo nasceu sem ao menos saber. E dessa forma percebeu que cabe a cada um se dar conta da sua muda e a regar todos os dias. Ao final, partiremos deste lugar, mas deixaremos nossas árvores. E nesse mundo não se tem relato de uma partida digna sequer que não tenha deixado um pedaço do seu verdor.
Soneto de Páscoa O sofrimento pelo caminho Do peso que carregou,
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Soneto de Páscoa O sofrimento pelo caminho Do peso que carregou, Da coroa a cada espinho Quantas lágrimas não chorou. A dor suportou sozinho Dos membros que a cruz pregou, Mas como a água que virou vinho Jesus Cristo ressuscitou. A Mãe recolheu o pranto, Irrompeu de seu peito o manto Que abriga todo sofredor E olhou para o céu enquanto Agradecia ao Espírito Santo O retorno do Redentor.
O que há com os copos Quando do vidro são confeccionados copos, Todos eles logo anseiam o preenchimento.
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O que há com os copos Quando do vidro são confeccionados copos, Todos eles logo anseiam o preenchimento. A espera pelo líquido vira um tormento Àquele que ao lado já vê seus iguais com amigos. Os copos cheios atingem o comprazimento E ganham a vida dada pelos novos coloridos. Felizes aqueles que do líquido tornam-se abrigos, Pois desfrutarão, pela companhia, do divertimento. Não que esteja impedido o vidro lacunar, Mas a transparência não costuma dar o brio Que impede a incompletude de se catalisar. Passa o copo a sentir cada vez mais o frio, Pois aquele que nasceu para sempre abrigar Se vê carregando o eterno fardo de estar vazio. - a quebrar.
A hora da sucumbência Como a pele exposta ao sol numa tarde Em que o frio inexiste na ardência,
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A hora da sucumbência Como a pele exposta ao sol numa tarde Em que o frio inexiste na ardência, Um nó apertado a garganta invade E faz sentir o gosto amargo da ausência. O berro que só dentro faz alarde Por fora cria um ar de clemência, E o sentimento taxado de covarde Molha os olhos desmedindo truculência. O fim com dois golpes foi trazido, Inobstante a feição inconsciente Do resultado obtido. O que restou foi o laço sucumbente Com um irmão fugido E uma amizade imprudente.
O trecho é algo emocionante, somente no trecho você é realmente oque é, sem preconceitos, você vive oque quer viver...
" If you look inside yourself you will find the answer"
melhor forma de demostra amor para uma pessoa ajuda ela entra no céu.
Dentre todos os bens que podem ser adquiridos ao longo da vida, o maior deles é, sem dúvida, o conhecimento! Quando se conhece a si, então, o indivíduo torna-se um ser ainda mais capaz de agregar aos seus conhecimentos, de modo geral, a plenitude do significado do verbo conhecer.
Começa por nós fazer um mundo melhor.
"Em casa, no bar ou no mar, uma taça de bom vinho em boa companhia faz o tempo voar; entre risos e sorrisos, uma nova história está prestes a começar. Cheers!"