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Frases de Thomaz Henrique Barbosa

50 frases

Quando surge o alvinegro imponente Sou Santos Futebol Clube desde que me conheço por gente. Talvez isso explique meu espírito velho. Ou meu espírito velho explique o Santos, quem sabe? Só fui vê-lo campeão em 2002, aos doze anos de idade. Antes disso, ouvia a chacota e a humilha…
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Quando surge o alvinegro imponente Sou Santos Futebol Clube desde que me conheço por gente. Talvez isso explique meu espírito velho. Ou meu espírito velho explique o Santos, quem sabe? Só fui vê-lo campeão em 2002, aos doze anos de idade. Antes disso, ouvia a chacota e a humilhação dos meus amiguinhos da escola e do bairro com a obstinação dos iluminados, como se algo me dissesse que aquela dor teria um fim. Agora penso: deve ser a mesma obstinação que sente vibrar no peito os palmeirensezinhos de hoje. É verdade que ganharam uma Copa do Brasil esses tempos, mas caindo meses depois, fica difícil. Não conheço a dor da queda - e nem faço questão - mas imagino algo aterrador, horrível; posto que o futebol é o último suspiro das tragédias gregas. Foi o que falei ao meu amigo Victor, conhecido pela alcunha de Caboclo, assim que bateu em casa para tomar uma gelada. Mostrei-lhe este início de crônica que rabisquei em poucos minutos de intervalo e ele me disse que eu estava tentando copiar Nelson Rodrigues, ênfase para o 'tentando', que é o que mais dói. Contra-argumentei: - Todos copiam a todos. E segui com a digressão: Vinícius copiava Rimbaud; Drummond, Baudelaire. No começo do século passado todo romancista brasileiro queria ser Machado. Todos copiam. Tudo se é copiado, e desde sempre. Acontece que, antigamente, copiava-se os bons. Hoje se copia qualquer um. O poeta mais copiado da atualidade é o Paulo Leminski, Série C da poesia. Copiam até o comediante Gregório Duviviver, que não bate essa bola nem no varzeano. Se eu copio, concluí, pelo menos copio o melhor. Assim como o Palmeiras, que ao invés das meias verdes, pôs as meias brancas, como que num pressentimento. Sabiam que o gol do alívio sairia dos pés que calçassem meias brancas. Copiando Paulo Coelho para provar que toda regra tem sua exceção: Maktub. E gol de Thiago Ribeiro. Gol no Parque Antártica. Comemora o mar verde em todos os cantos do Brasil. Nunca a torcida santista foi tão grande. Nunca a torcida palmeirense torceu para um time tão grande. Não restam dívidas, estamos quites, palestrinos. Lembrei-me de Grafite, aquele centroavante que Dunga levou para a Copa de 2010 e que ficou marcado na formidável história do futebol brasileiro quando seus gols salvaram o Corinthians do rebaixamento no Paulistão de 2004. É verdade que o empate no Barradão também mantinha o Palmeiras na elite. O Gol - que heresia irei dizer - foi um detalhe. O grande lance foi os boleiros do Santos terem entrado para jogar, pois poderiam muito bem terem ido em clima de carnaval e aproveitado para ficar por Salvador mesmo. Mas não tem jeito. O futebol é o esporte predileto do planeta terra, e de todos os outros planetas e seres que lá vivem. Se não fosse o gol do atacante santista ou a ponta dos dedos do goleiro Aranha, algum sopro divino no momento oportuno salvaria o Verdão. Não era a hora. Não novamente. É certo que o Palmeiras está no calvário de sua história, mas todo grande clube já precisou pagar seus pecados. Quem sabe não melhora se, ano que vem, além das meias e calções, ponham também a camiseta branca? Não há combinação mais nobre na história do futebol. Mas, por gentileza, não deixem para a última rodada. Apesar de caridoso, às vezes o Santos joga de verde.

Chega dessa geração de bundões, com frases de autoajuda em cada foto do Instagram, dizendo que é feliz, que sempre será feliz, e que a felicidade é o que importa. Na verdade, o fundamental é saber sofrer, que é o estado natural do homem. A felicidade que é o extraordinário. É pre…
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Chega dessa geração de bundões, com frases de autoajuda em cada foto do Instagram, dizendo que é feliz, que sempre será feliz, e que a felicidade é o que importa. Na verdade, o fundamental é saber sofrer, que é o estado natural do homem. A felicidade que é o extraordinário. É preciso sofrer bem, como cantava Vinícius de Moraes

Há nas pessoas que “preferem os animais, aos homens” um sentimento de repúdio ao gênero humano. Invariavelmente, eles justificam este sentimento apontando as várias e multifacetadas imperfeições humanas. — Porque o homem é mau, é vil, destrói, faz guerras, trai, odeia, e assim va…
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Há nas pessoas que “preferem os animais, aos homens” um sentimento de repúdio ao gênero humano. Invariavelmente, eles justificam este sentimento apontando as várias e multifacetadas imperfeições humanas. — Porque o homem é mau, é vil, destrói, faz guerras, trai, odeia, e assim vai. Não percebem que muitos homens foram mártires da paz, santos, que construíram coisas belas, que amaram, educaram famílias, etc. Meu amigo Walter que, de vez em quando acerta, e quando acerta, acerta em cheio, disse: "— Não encare como virtude o mal que você não faz, por incapacidade de fazer" e concluiu, "— Louvável é o homem, capaz de cometer atrocidades, mas que não as comete, deliberadamente". Ele está certo! O bicho é "bom", porque, ora, é bicho! Só morde ou ataca por instinto, nunca por maldade.

Todo racista que já conheci era de esquerda. Nunca vi tanta discriminação racial quanto num grupinho de progressistas. Há um cuidado, uma cautela, para com o amigo negro, e um medo de tropeçar em seu racismo amordaçado, de tal modo que o tratam sem nenhuma naturalidade, com um ze…
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Todo racista que já conheci era de esquerda. Nunca vi tanta discriminação racial quanto num grupinho de progressistas. Há um cuidado, uma cautela, para com o amigo negro, e um medo de tropeçar em seu racismo amordaçado, de tal modo que o tratam sem nenhuma naturalidade, com um zelo forçoso e calculado, mascarando de "dívida histórica", a dívida que ele tem (e esconde) de si próprio. O sujeito livre de todo e qualquer racismo, passado ou presente, convive naturalmente, e do mesmo modo, com gente de qualquer cor de pele, sem ponderar palavras ou gestos por... cor de pele. Isso é tão óbvio, tão lógico, que dizê-lo, em tempos relativistas, soa absurdo.

A ideia da classe política é simples: Subjugar nossa autonomia sob impostos e burocracias para que sejamos eternamente dependentes do populismo benevolente que os perpetuam no poder. Atrapalham o individuo de toda forma, para que ele tenha que pedir ajuda do governo, que posará d…
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A ideia da classe política é simples: Subjugar nossa autonomia sob impostos e burocracias para que sejamos eternamente dependentes do populismo benevolente que os perpetuam no poder. Atrapalham o individuo de toda forma, para que ele tenha que pedir ajuda do governo, que posará de salvador da pátria ao te ajudar no problema que ele mesmo criou.

"RELIGIÃO E POLÍTICA NÃO SE MISTURAM". Esta é uma frase que, basta um idiota urrar numa roda de amigos, para ser aclamado e festejado como detentor de uma verdade cristalina e absoluta, em defesa do "Estado laico". Nada mais falso e ignorante. Quem repetiria a mesmíssima frase se…
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"RELIGIÃO E POLÍTICA NÃO SE MISTURAM". Esta é uma frase que, basta um idiota urrar numa roda de amigos, para ser aclamado e festejado como detentor de uma verdade cristalina e absoluta, em defesa do "Estado laico". Nada mais falso e ignorante. Quem repetiria a mesmíssima frase seria Stalin, Mao Tsé-Tung, e outros genocidas famosos. A laicidade estatal não exclui as religiões ou impede que elas se envolvam na política. É EXATAMENTE O CONTRÁRIO. O Estado laico garante que TODAS as crenças possam participar do exercício democrático; isto é, religião e política não só se misturam, como DEVEM se misturar. Até porque todo aquele que tem uma fé, é — ou pretende ser — guiado por ela em todas as atitudes e decisões que toma. A partir do momento que você assume tua fé como a Verdade (com maiúscula), é impossível ignorá-la no exercício do serviço público ou em qualquer coisa que faça. Portanto, misturar política e religião é precisamente o que nossa Constituição nos garante. Dizer o contrário é flertar com o totalitarismo que matou milhões no século passado por motivo de fé. Não caia nessa.

Não é o estado que avaliza a Família, é a Família que avaliza o estado. O embrião do estado nasceu a partir das famílias numerosas, que construíam cidades para viverem entre si. Termos de nos subjugar ao que burocratas estatais decidem ser família demonstra a que ponto chegaram o…
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Não é o estado que avaliza a Família, é a Família que avaliza o estado. O embrião do estado nasceu a partir das famílias numerosas, que construíam cidades para viverem entre si. Termos de nos subjugar ao que burocratas estatais decidem ser família demonstra a que ponto chegaram os tentáculos do estatismo que nos sufoca.

A "lei de Dulce" quer limitar o número de carros Uber em nossa cidade. Enquanto 400 táxis rodam, apenas 140 ubers fariam o mesmo. Deste modo, a oferta seria baixa e a demanda seria enorme numa noite de sábado, por exemplo. Isso ativaria a tarifa dinâmica e ADEUS preço baixo. Vo…
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A "lei de Dulce" quer limitar o número de carros Uber em nossa cidade. Enquanto 400 táxis rodam, apenas 140 ubers fariam o mesmo. Deste modo, a oferta seria baixa e a demanda seria enorme numa noite de sábado, por exemplo. Isso ativaria a tarifa dinâmica e ADEUS preço baixo. Vocês acham que isso é ajudar o cidadão? Você acha que uma regulamentação solicitada e comemorada pelos taxistas não é uma forma de ferrar com o aplicativo? Entre os acordos de Dulce, sindicato e Cristiano Pinto Ferreira, advogado dos taxistas, quem tem a perder somos nós, o povo. Pra variar.

O Estado do RS está prestes a realizar uma profunda reforma, privatizando e extinguindo empresas estatais. Enquanto isso, sindicatos pelegos e movimentos vermelhos insistem em lutar contra o enxugamento do Estado, buscando manter o privilégio do funcionalismo preguiçoso e os cabi…
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O Estado do RS está prestes a realizar uma profunda reforma, privatizando e extinguindo empresas estatais. Enquanto isso, sindicatos pelegos e movimentos vermelhos insistem em lutar contra o enxugamento do Estado, buscando manter o privilégio do funcionalismo preguiçoso e os cabides de emprego dos partidos políticos. É sempre o mesmo argumento embolorado do "petróleo é nosso" enquanto o benefício é apenas deles. Essa gente atrasa o Brasil.

Por uma Cidade Livre Enfim o povo brasileiro deixará de sangrar junto ao arrastado processo de impeachment. A iminência do afastamento definitivo de Dilma reserva para o fim deste mês o dia em que viraremos esta página, orgulhosos de termos ido às ruas para dizer “Basta!” a um g…
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Por uma Cidade Livre Enfim o povo brasileiro deixará de sangrar junto ao arrastado processo de impeachment. A iminência do afastamento definitivo de Dilma reserva para o fim deste mês o dia em que viraremos esta página, orgulhosos de termos ido às ruas para dizer “Basta!” a um governo federal pouco afeito à democracia; que presume independência dos poderes sem que haja o aluguel de parlamentares. A comprovação do crime que imputará a pena da presidente é branda ao ignorar tantos outros malfeitos que passaram incólumes pelo Senado e que justificariam, tanto quanto ou mais, a cassação do mandato. Todo modo a satisfação de termos protegido nossa república e sua jovem democracia não nos dá o direito de descansar ao mirar Brasília. Faz-se necessária enorme atenção para que o novo governo, hoje interino, possa escutar e atender aos anseios das ruas. O caminho da liberdade não pode retroceder. Tampouco é possível que esqueçamos o primordial: nossa comunidade. As eleições municipais são aonde as mudanças mais profundas se iniciam. Elegermos pessoas comprometidas com uma cidade livre é o que nos proporciona, por exemplo, clamar para que essa liberdade se traduza em um novo pacto federativo, em que os municípios legislem com maior autonomia levando em conta sua gente e suas particularidades. Não por acaso me preocupa observar a interferência nacional que o PT, partido do atual prefeito, envia para nosso município no intuito de reelegê-lo. São José dos Campos e seu próspero orçamento de cidade empreendedora e industrial não podem servir como suporte àqueles que governam para os de camisetas vermelhas e iludem os descamisados. Não é para manter o projeto fracassado e rejeitado de um partido, além da sinecura de seus militantes, que pagamos — a contragosto — altíssimas taxas e impostos que retornam em burocracia e precariedade no serviço público. Percebam. Minha intenção não é pintar o pior dos quadros no que diz respeito à gestão pública. Houve acertos, ainda que em menor número perante os erros. Acontece que os escassos pontos positivos, mesmo que preponderantes, não justificam ou mitigam o gravíssimo cenário de comprometimento do prefeito com as ordens externas da direção partidária. A reeleição de Carlinhos traria à cidade figuras que enxotamos de Brasília há poucos meses. Os exonerados de Temer ocupariam nossas secretarias municipais. Este compromisso ideológico acima dos interesses municipais impede que alcancemos uma cidade livre. Não há como evitar casos como o kit escolar, por exemplo, quando é necessário preencher com forasteiros os cargos comissionados das secretarias responsáveis pelos processos licitatórios. Dias atrás, um caminhão responsável pela iluminação passou na vizinhança e ignorou o poste apagado. Parada pelos cidadãos, a equipe disse não haver ordem de serviço. O problema escancarado e a burocracia atravancando. Eis uma mazela corriqueira causada pela obesidade de uma administração lotada de militante incapacitado. Não por acaso os novos movimentos sociais cumprem o anseio popular ao levar aos candidatos o pedido das ruas: menos dinheiro nas mãos de políticos. Se a atual lógica do transporte coletivo, por exemplo, não vem funcionando e tende sempre a subir o preço, porque não ser receptivo aos serviços privados, como Uber? Ideias como essa vencem o lobby de classes egoístas, ensejando um cidadão tão livre quanto nossa cidade merece ser.