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Frase de Thomaz Henrique Barbosa

Por uma Cidade Livre Enfim o povo brasileiro deixará de sangrar junto ao arrastado processo de impeachment. A iminência do afastamento definitivo de Dilma reserva para o fim deste mês o dia em que viraremos esta página, orgulhosos de termos ido às ruas para dizer “Basta!” a um governo federal pouco afeito à democracia; que presume independência dos poderes sem que haja o aluguel de parlamentares. A comprovação do crime que imputará a pena da presidente é branda ao ignorar tantos outros malfeitos que passaram incólumes pelo Senado e que justificariam, tanto quanto ou mais, a cassação do mandato. Todo modo a satisfação de termos protegido nossa república e sua jovem democracia não nos dá o direito de descansar ao mirar Brasília. Faz-se necessária enorme atenção para que o novo governo, hoje interino, possa escutar e atender aos anseios das ruas. O caminho da liberdade não pode retroceder. Tampouco é possível que esqueçamos o primordial: nossa comunidade. As eleições municipais são aonde as mudanças mais profundas se iniciam. Elegermos pessoas comprometidas com uma cidade livre é o que nos proporciona, por exemplo, clamar para que essa liberdade se traduza em um novo pacto federativo, em que os municípios legislem com maior autonomia levando em conta sua gente e suas particularidades. Não por acaso me preocupa observar a interferência nacional que o PT, partido do atual prefeito, envia para nosso município no intuito de reelegê-lo. São José dos Campos e seu próspero orçamento de cidade empreendedora e industrial não podem servir como suporte àqueles que governam para os de camisetas vermelhas e iludem os descamisados. Não é para manter o projeto fracassado e rejeitado de um partido, além da sinecura de seus militantes, que pagamos — a contragosto — altíssimas taxas e impostos que retornam em burocracia e precariedade no serviço público. Percebam. Minha intenção não é pintar o pior dos quadros no que diz respeito à gestão pública. Houve acertos, ainda que em menor número perante os erros. Acontece que os escassos pontos positivos, mesmo que preponderantes, não justificam ou mitigam o gravíssimo cenário de comprometimento do prefeito com as ordens externas da direção partidária. A reeleição de Carlinhos traria à cidade figuras que enxotamos de Brasília há poucos meses. Os exonerados de Temer ocupariam nossas secretarias municipais. Este compromisso ideológico acima dos interesses municipais impede que alcancemos uma cidade livre. Não há como evitar casos como o kit escolar, por exemplo, quando é necessário preencher com forasteiros os cargos comissionados das secretarias responsáveis pelos processos licitatórios. Dias atrás, um caminhão responsável pela iluminação passou na vizinhança e ignorou o poste apagado. Parada pelos cidadãos, a equipe disse não haver ordem de serviço. O problema escancarado e a burocracia atravancando. Eis uma mazela corriqueira causada pela obesidade de uma administração lotada de militante incapacitado. Não por acaso os novos movimentos sociais cumprem o anseio popular ao levar aos candidatos o pedido das ruas: menos dinheiro nas mãos de políticos. Se a atual lógica do transporte coletivo, por exemplo, não vem funcionando e tende sempre a subir o preço, porque não ser receptivo aos serviços privados, como Uber? Ideias como essa vencem o lobby de classes egoístas, ensejando um cidadão tão livre quanto nossa cidade merece ser.

Thomaz Henrique Barbosa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Amor de mãe não morre, só muda de atmosfera.
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Senti-me impingido a impressioná-la pela minha capacidade física superior e despertar em seus primitivos instintos a sensação de que sou um macho acasalável, apto a lhe proteger e dar filhos saudáveis. [...] Estufei o peito, ajeitei a postura e caminhei. Sentia-me o Woody Allen quando buscava o filho na casa da Meryl Streep lésbica, em Manhattan. O Woody Allen, com toda aquela testosterona de asmático.

Como pode um boato de Whatsapp causar tamanha celeuma? Benê Barbosa diria que, se o estatuto do desarmamento fosse revogado, e vivêssemos como nos bang-bangs de Clint Eastwood, isso não aconteceria. Cada um com sua colt, a bandidagem se cagaria toda. Uma "ameaça" sem pé nem cabeç…
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Como pode um boato de Whatsapp causar tamanha celeuma? Benê Barbosa diria que, se o estatuto do desarmamento fosse revogado, e vivêssemos como nos bang-bangs de Clint Eastwood, isso não aconteceria. Cada um com sua colt, a bandidagem se cagaria toda. Uma "ameaça" sem pé nem cabeça, como essa, sequer surgiria. O problema é que em nosso bang-bang só os foras da lei têm armas. A gente depende do "xerife" que, assim como nos filmes, é o mais bundão.

Há influências políticas sutis e naturais na obra de todo criador, jamais "friamente calculadas" ou tendo isto com intenção primeira. Como eu sempre falo quando há quem queira ouvir: O artista não racionaliza a arte, isso é coisa dos críticos, que não sabem nada de arte, sobretud…
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Há influências políticas sutis e naturais na obra de todo criador, jamais "friamente calculadas" ou tendo isto com intenção primeira. Como eu sempre falo quando há quem queira ouvir: O artista não racionaliza a arte, isso é coisa dos críticos, que não sabem nada de arte, sobretudo como realizá-la. Os Phds se espremem nos condicionamentos normativos das teses pois não são capazes de criar sob a luz da liberdade artística.