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Frases de Thiago veiga

19 frases

Cinzas Larguei meus fumos E a pus em meios dedos,
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Cinzas Larguei meus fumos E a pus em meios dedos, Parecia eternos aedos, Este anelo que pomos em sumos. Mas vi que anos após Não tinha vos , eram cantos Abafador por pigarros e prantos, E saiu de mim um negrume de nós. E vi-me tuberculoso de rancor, Pois te traguei , sem amor , Num fingindo fumar ... Mas juro que te suspiro hoje verdadeiro Pois se os cigarros não me matam por inteiro Não será teu amor que irá .

passa tudo , passa , como passa quando os versos não couberem na palma, e um peso em tua alma,
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passa tudo , passa , como passa quando os versos não couberem na palma, e um peso em tua alma, em calma lhe cortar todo o sentido, e dentro de ti ficar tudo perdido, estenda, não algo proferido , mas sim teu álibi de compreender o que morre; não basta palavras vivas para a dor, sim as jazidas nos papéis em preta cor. sorva a perda , pois faz sustento a cama em que deitas, beba o sacrifício como inexperiência , que um Quintana aceitas, e faça que tudo se tenha proveito. nitrifique teu peito, refloresça as flores, pois poetas amam pétalas, odores, mas eis que todos amam mais as dores, pois são estas os cheiros perdidos dos amores que se impregnam nos valores incontáveis da vida, simples, coisas perdidas, e mais belas quando vividas, pois eis como cristais, elegantes , e quando em pedaços, como amantes, jamais se unem ou sibilam, porém nas mãos cintilam . os cacos! e não os percebem etéreos , os olhares fracos, que jazidos , precisos em miragem , não percebem quão a vida é helenística passagem.

Marrom é outono morena e já danço ao som
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Marrom é outono morena e já danço ao som das folhas, que secas, não quedam inteiras quando o vento vem arrancando, à lida; em repouso incerto maturando a vida, ao tom desperto das coisas partidas. T.V///Veiga

Fotografia: Do vasto campo já me corroeu aqui por dentro todas as esperas que tive,
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Fotografia: Do vasto campo já me corroeu aqui por dentro todas as esperas que tive, foram desilusões e reprises de martírios e pétalas esmagadas pelo os próprios passos. quem sabe, o tempo me ensine outros mistérios ,engenhos, onde saiba tirar essências de espinhos, torná-las fragrâncias contra os moinhos de angustias impregnadas na pele. quem sabe , o tempo sinta pena , e não morda as maçãs da face quando elas viçam na solidão róseas , vermelhas em detrimento e profusão... já me corroeu aqui por dentro as gotas sulfúricas do imaginar, possibilidades futuras em passados, repetindo junto aos pingos transpassados nas horas. e me pergunto , a sina que tem a flora, onde o prado viça sem que bocas a espere.

Aos passo do adeus E quando chegar o momento , teremos o lamento
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Aos passo do adeus E quando chegar o momento , teremos o lamento Cansado? Sentir teu corpo lento, desatinado sem estima , e ter só a fina consciência de que nem a cafeína Trará a emoção de estarmos vivos? Imaginemos nós no salão, prende-nos as vontades, compassos binários das mocidades olhos nossos atônitos aos vultos deslizantes no chão. prende-nos as vontades, compasso ternários das verdades olhos nossos brandos, cada passo consequência, decisão. até que se lastime a fadiga... e a vontade , que nos instiga, não der mais explosão, E cair-se o corpo no cansaço da observação Imaginemos nós no salão... à reminiscente lembrança dos suores , espasmos , da dança de crianças convulsas Juvenis que pulsas Imaginemos nós, com as mãos darmos trêmulos , um ao outro vendo tudo jazir e triste um ao outro sorrir , languido e languido quando dermos o despedir Uma mão nos oferecer a ultima dança.

Para o algo que não sei... a dor que fulgura é o que não se sente, com o tempo, que o tempo mofa
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Para o algo que não sei... a dor que fulgura é o que não se sente, com o tempo, que o tempo mofa as tenras carnes que me suportam e se esvaindo os espasmos que a mocidade trazia, e se acalmando a euforia, e tudo correndo tão calmo como rios secando. a dor que fulgura é o que não sente minha besta juventude desejar asas das quais nunca terá , e assim gastar sangue e suor, e não perceber que se as tens voarás bens , mas até quando? a dor que fulgura é entender que o cansaço se faz mais que a morte, que o corpo se distende sobre a alma e a alma sobre o corpo, e o teatro da tragédia se completa duas coisas abraçadas, no palco da existência, afagando cada qual inclinado no cansar à luta sem fim ai de mim não sentir essa dor que não sinto, tanto dói quanto mata esse absinto de angustia sem fim . cavo fundo cavo cavo como a filosofia, como a vida amo-te e tu parte algum dia , seja mãe , avó , pai madrinha seja a amada minha que nunca foi. dói tanto essa dor que não se sente, como repelente aos mosquitos que vivem, e se matam de vida, com tanto sangue tanta fartura existida. não estou vivo como amante no sabor do calor desejado nem morto como as insólitas criaturas do trem ainda resta em mim um capim em tempestade de areia um abismo molhando tudo , mas tudo em sua estranheza. vivo , é o que importa mas não basta , ainda viço a imaturidade, ainda não desfalecei-me na ignorância de me preocupar com as coisas que fazem as Desimportâncias as sublimes coisas inúteis, a beleza de Wilde. ai dói-me esse espanto , mas o que me sara é ir contra o não sentir , pois quero sangrar , quero ver-me vivo , e dizer a cristo que sangro contigo por amar essa criação que sou um absurdo contraditório um demônio na pele de anjo um anjo em pele de demônio o filho que berra quando o pai determina o futuro a escultura que medra o pavor no artista de não saber por ande anda a forma. aquilo que vive a dor que fulgura em mim é a dor de não sentir. mas ainda é dor , a velar para que a noite não venha.

Já Nublou Aquele Dia acordei de manhã e num despreguiçar profundo o vi
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Já Nublou Aquele Dia acordei de manhã e num despreguiçar profundo o vi nu ante a mim , sem deformações , encoberto... não tive espanto por esse alvo céu encobrir o azul . com o café a mesa, e num respiro profundo sem suspirar vi que o cinza de teu nublado céu é o que faz a questão brilhar sem a procura de resposta "cada aurora em seu horizonte" mesmo em dias anuviados , cada qual destino em teu monte de caminhos desviados, olho pro céu , e suspiro profundo , sem por o querer do algo mais , sem desfazer o cinza e a paz da sina efêmera vivaz que houve no nosso mundo hoje olho pro céu... e a saudade vai tenaz pro fundo.

Experiência Eu tentei, errei? não sei , mas tentei. Digo que persisti,resisti, sofri, mas ei,
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Experiência Eu tentei, errei? não sei , mas tentei. Digo que persisti,resisti, sofri, mas ei, Não me conformei. sucumbi, desfiei O cosido ao que apetecia-me , engoda lei De sina que prendia-me ,e voltei. Senhor de minhas tranças, esperanças e sentenças. Árduo de confianças ; balança sem dispensa. Voltei... Pois entre as perdas que segui , Perde-se só o que se é achado , E acha-se só o que se é perdido , Mas o que encontrei, não perdi. Voltei... Liberdade!

Da Vida ;olhos silenos Olho-te , mas teu propósito irradia Algo mais do visto , um virá que tardia.
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Da Vida ;olhos silenos Olho-te , mas teu propósito irradia Algo mais do visto , um virá que tardia. Olho-te apaixonado, e quem dera da consciência clemência Ao meu estado, que a tal já fardado a displicência. Olho-te aqui decapitado , ao teu olhar de Judite em tela, A flor sublime, fatale e bela, que me segura sobre mãos, E num absurdo , eu, a caveira lhe questiono a vida,vãos, Sentidos de Hamlet à esfinge pavorosa e singela. Olho-te sobre o labor de teu seio de mênades loucas, lambamba de ti e suas canções de sereias moucas. pondo meu colo inclinado a tua ninfa forma aguda , E mesmo sem porquê, negá-la , seria coisa absurda. Olho-te apenas, casmurro, por sentir-te demais o mistério, Pela heráldica hipérbole emoção à foice, abismo etéreo.

Hoje foi um dia difícil, mais o que seria se não tivesse a dificuldade , o caminho que traçamos nem sempre é por linha reta, sabemos que vamos chegar , mais demora um pouquinho , e a esperança, a essa nunca pode nos faltar, dias melhores sempre virão , tenhamos fé e alcançaremos…
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Hoje foi um dia difícil, mais o que seria se não tivesse a dificuldade , o caminho que traçamos nem sempre é por linha reta, sabemos que vamos chegar , mais demora um pouquinho , e a esperança, a essa nunca pode nos faltar, dias melhores sempre virão , tenhamos fé e alcançaremos o sucesso , a vida é longa , mais quando é bem vivida , ame , brinque , sorria, divirta se , a felicidade está logo ali, só depende de nós, tenha coragem você pode , você consegue , você é especial e dentro de você pulsa o mais importante órgão que a nessa vida, o amor .