Não consigo entender o motivo pelo qual soldados se matam, em favor de alguém que os deixam morrer.
Frases de Thaís Bárbara Gomes
3 frases
Viva do seu jeito e à sua maneira. Já parou para (re)pensar qual é o sentido da sua vida? Quando nos damos conta de que não temos certeza de nada, a única coisa certa é que não somos eternos. Não sabemos o ponto final de nossa existência, mas não podemos esperar por ele para co…
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Viva do seu jeito e à sua maneira. Já parou para (re)pensar qual é o sentido da sua vida? Quando nos damos conta de que não temos certeza de nada, a única coisa certa é que não somos eternos. Não sabemos o ponto final de nossa existência, mas não podemos esperar por ele para começar a existir na vida dos outros. Não devemos esperar a vida acontecer em ocasiões especiais ou momentos oportunos; ela já está acontecendo e tem seu ápice nos momentos mais simples: nas melhores alegrias disfarçadas de pequenos risos, nas armaduras que vestimos disfarçadas de pequenos abraços, ou talvez em pessoas a quem damos o nome de família e amigos. Talvez demoremos muito para entender que o que temos é muito mais do que precisamos... talvez nunca entendamos...
Hora de parar. Quantas vezes você já parou para (re)pensar nos seus hábitos? Quantas vezes, no seu dia a dia, pratica atividades movidas por hábitos que, de tanto serem repetidos, acabam se tornando automáticos?
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Hora de parar. Quantas vezes você já parou para (re)pensar nos seus hábitos? Quantas vezes, no seu dia a dia, pratica atividades movidas por hábitos que, de tanto serem repetidos, acabam se tornando automáticos? No auge de uma vida em que pagamos inteligências artificiais para pensar por nós, acabamos desperdiçando a chance de pensar em nós mesmos. Não percebemos a lógica controversa — e ilógica — que nos faz esquecer de ser quem somos, à medida que atribuímos personalidade, ainda que inanimada, a seres que, por mais irreais que possam ser ou parecer, nos retratam o vazio existencial de pessoas que falam, ouvem e sentem, mas que, talvez por capricho ou vaidade mental, se esvaem em uma realidade inanimada, movidas por seres que, de tamanha fantasia, não extrapolam a barreira mental de seus idealizadores. Qual seria a razão, ainda que irracional, que nos faz acreditar na métrica de atribuir personalidade a quem de fato não a detém, usurpando direitos de quem, como a gente, fala, ouve e, principalmente, sente? Seria esse um reflexo de uma realidade que, a cada dia, caminha para o desabastecimento de valores morais? Ou o medo, quase que instintivo, de encarar o outro em sua humanidade crua, imperfeita, imprevisível?