Princesa adoecida pelo mal de séculos calhados. Eu pedi aos céus para que acreditasses que eu sustentaria as minhas juras. Mas um sim quase sem certeza, ficou preso por baixo das costelas...
Frases de Thainá Seabra
35 frases
Eu peso o peso da vida de quinhentos homens armados. Meus olhos são da cardinalidade do planeta vezes sete. Minha voz ressoa nas esquinas da lua como um trovão seco. Eu nunca tive amor, e nunca terei...
A mente não pensa mais, a pele fala o que a boca não consegue. Os olhos choram para noite, trancados dentro de tanta dor que não se cabe no quarto e é preciso fugir pela janela. O mundo não costuma ser mais meu, agora ele é apenas um mundo qualquer me engolindo de todas as maneir…
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A mente não pensa mais, a pele fala o que a boca não consegue. Os olhos choram para noite, trancados dentro de tanta dor que não se cabe no quarto e é preciso fugir pela janela. O mundo não costuma ser mais meu, agora ele é apenas um mundo qualquer me engolindo de todas as maneiras quando acordo sem um sol.
Vejo o vento passar, como quem leva flores para seu verdadeiro amor. Ouço a chuva bater como quem defende a própria vida. Sinto o frio se alojar em minha pele como quem necessita de um abrigo.
Desculpa as linhas tortas, onde escreveram que um lobo derrotado como eu não merece ter a vitória nos braços.
Tantas vezes o dia amanheceu gracejando e ainda assim terminou pesando o travesseiro de tanto chorar. Tantas vezes surgiu o sol sorrindo e ainda assim a noite gritou no céu, um grito vazio, e foi o choro mais triste do mundo. Tantas vezes a manhã foi gostosa e ainda assim o crepú…
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Tantas vezes o dia amanheceu gracejando e ainda assim terminou pesando o travesseiro de tanto chorar. Tantas vezes surgiu o sol sorrindo e ainda assim a noite gritou no céu, um grito vazio, e foi o choro mais triste do mundo. Tantas vezes a manhã foi gostosa e ainda assim o crepúsculo foi sombrio.
Chama infernal. Geada invernal. Um compasso frouxo e violento.
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Chama infernal. Geada invernal. Um compasso frouxo e violento. Um amasso simples e abusado. Um beijo lento. Um abraço apertado.
Tentar ressuscitar uma borboleta que está morta há mais de um século é trabalho para Deus e no momento Ele está ocupado cuidando de Miguel, é o que tenho pedido há algum tempo...
Sussurradas de uma forma não tão doce assim, vindas da boca de um demônio agourento, palavras que arranham a alma quando chegam ao pé do ouvido.
Não sou pura o suficiente para perdoar, mas preciso que alguém me perdoe. Não quero ser vista nem por um raio de luz. Quero ser inalcançável como uma estrela. Mas diferente dela, sem o brilho. Uma estrela morta, me chame assim...
Vou me encravar no solo mais intenso do oceano. O prazer de olhar para o nada se acabou, mas com ele a solidão não se foi... Um raio invisível me atingindo de minuto em minuto. Saiba que ainda respiro, mas já deixei de viver.
Na ponta dos pés eu me abrigo até no abismo mais próximo. O medo do silêncio, não tenho mais. Mas algo me diz que se não ouvir a voz que preciso adentrarei um vale que me destruirá, e ainda assim me deixar com vida, apenas para sentir a dor de estar estilhaçada como um vidro que…
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Na ponta dos pés eu me abrigo até no abismo mais próximo. O medo do silêncio, não tenho mais. Mas algo me diz que se não ouvir a voz que preciso adentrarei um vale que me destruirá, e ainda assim me deixar com vida, apenas para sentir a dor de estar estilhaçada como um vidro que corta nuvens.
Contigo fui uma brisa de maio, um suicídio, um canto desafinado, uma viagem sem rumo. Contigo fui mais que uma virgem em perigo... Eu fui a fera que se lançou à chama, fui o esgotamento de uma majestade, uma enfermidade sem cura. Poderia até ser uma árvore desgastada para lembrar…
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Contigo fui uma brisa de maio, um suicídio, um canto desafinado, uma viagem sem rumo. Contigo fui mais que uma virgem em perigo... Eu fui a fera que se lançou à chama, fui o esgotamento de uma majestade, uma enfermidade sem cura. Poderia até ser uma árvore desgastada para lembrar-me a última carta à mão que escrevi.
É o que eu chamo de masoquismo, talvez... Ver seu nome em postes, em ônibus e ruas sem saídas. Imaginar seu sorriso falecendo na margem dos lábios de uma estátua de pedra que guarda a ponte que mais me faz lembrar você. Ou então, só por um momento olhar para o céu e, em uma pisca…
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É o que eu chamo de masoquismo, talvez... Ver seu nome em postes, em ônibus e ruas sem saídas. Imaginar seu sorriso falecendo na margem dos lábios de uma estátua de pedra que guarda a ponte que mais me faz lembrar você. Ou então, só por um momento olhar para o céu e, em uma piscada, ver seus olhos refletindo a negrura das nuvens no seu mais lindo dia nublado.
Eu entrego-me ao nada, eu imploro por um perdão que não será ouvido, tampouco acolhido.
Eu sou o meado da fumaça de um amor, do qual a chama enfraqueceu. E tu és as cinzas, que ali, esmigalhadas, voam com a brisa e de repente somem, esquecendo-se do que um dia significaram. Eu sou a metade da pétala de uma flor de plástico, tu és a raiz.
Não me ofereça esse monstro que dominou tua alma, que te faz beijar alguém que toca notas feias e espantosas em um piano velho. Alguém que bebe veneno e saliva acidez em cima de ti. Alguém que te olha nos olhos e não consegue te ver afogada por seus próprios demônios. Alguém que…
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Não me ofereça esse monstro que dominou tua alma, que te faz beijar alguém que toca notas feias e espantosas em um piano velho. Alguém que bebe veneno e saliva acidez em cima de ti. Alguém que te olha nos olhos e não consegue te ver afogada por seus próprios demônios. Alguém que não te faz jus. Eu não desejo o monstro pecaminoso que tu és...
Teu amor não morre como tu morres, um hoje e um amanhã. Ele morre se acabando de exausturia, de mãos abertas. Ele morre de perda, de falta. E tu, Helena, morres de desgosto, da simulação do abandono, porque pensas que eu te esqueci.
Eu me sufoquei com o teu silêncio, experimentei o gosto amargo que a falta da tua teimosia e arrogância, invadindo a minha monotonia, me trouxe.
Depois de ti eu me tornei a metade de um relógio estilhaçado. Talvez eu caiba na metade de um ponto final. É por isso que minhas histórias nunca terminam bem...
(...) e que abaixo de mim este céu, tão cinzento, se faça chão enquanto me perco te procurando em lugares que eu sei que não irei encontrar.
Aprendi que a gente fecha os olhos para muito depois alguém abri-los com toda delicadeza. Mas enquanto a gente dorme, é o sono mais profundo e cruciante. É um sonho frio e solitário. É um descanso triste e imortal.
Calei o canto rotineiro de alma inerme, pois não queria que meu anjo mais belo se tornasse um caso fracassado, já que eles falaram tanto sobre um jeito certo de amar... Eu de pronto me pus entre todos os obstáculos possíveis para fugir à regra. Ah meu bem, eu te amo tão erradamen…
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Calei o canto rotineiro de alma inerme, pois não queria que meu anjo mais belo se tornasse um caso fracassado, já que eles falaram tanto sobre um jeito certo de amar... Eu de pronto me pus entre todos os obstáculos possíveis para fugir à regra. Ah meu bem, eu te amo tão erradamente. É que eu te amo agora, e tão somente agora. E meus esforços não chegam aos pés do sol, porque não quero tribulações. Eu sou bem covarde.
A minha Lua estrugiu, ela não suportou ouvir teu nome tantas vezes.