Há Aqueles que veem somente o corpo. Porque perdidos da alma. Do mundo. E do mundo da alma.
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Há Aqueles que veem somente o corpo. Porque perdidos da alma. Do mundo. E do mundo da alma. Os abissais. Os fatiados e fatídicos. Aqueles.
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Há Aqueles que veem somente o corpo. Porque perdidos da alma. Do mundo. E do mundo da alma.
Há Aqueles que veem somente o corpo. Porque perdidos da alma. Do mundo. E do mundo da alma. Os abissais. Os fatiados e fatídicos. Aqueles.
O Brasil. O gigante, o país do futuro, continua sendo futuro. Creio que nunca acordará.
As vagas travestidas sob a derme, entranhadas na carne, não se esgotam no engano. Do torpor que obstrui os meus passos, replica-se uma agulha dessecada pela chaga inconsumível, sorrateira como as leoas que não declinam da caça, mas fogem atentas às abnegações que lhe são próxima…
As vagas travestidas sob a derme, entranhadas na carne, não se esgotam no engano. Do torpor que obstrui os meus passos, replica-se uma agulha dessecada pela chaga inconsumível, sorrateira como as leoas que não declinam da caça, mas fogem atentas às abnegações que lhe são próximas. É na rotina que se obtém o atestado da dedicação pura. De Campos errantes, livro!
Que o sempre se corrompa e a não permanência aconteça.
A minha trégua será sempre a Arte.
Nas arquiteturas do tempo, nada é definitivo. Nem mesmo a morte.
A felicidade é um átimo de alegria rodeado de longas esperas, muitos abismos e utopias.
A inteligência artificial não acabará com os escritores e escritoras. Pode haver imitações, nunca a literatura em seu estado puro e criativo.
Uma pessoa aparentemente feliz. Talvez lhe faltasse autoestima algum amor. O sorriso em desalinho. Os maltratados dentes. Soube-a imediatamente ao conhecê-la da sua solidão agravada pela dedicação à casa decadente e adoecida antiga como a sua disposição para buscar uma saída mai…
Uma pessoa aparentemente feliz. Talvez lhe faltasse autoestima algum amor. O sorriso em desalinho. Os maltratados dentes. Soube-a imediatamente ao conhecê-la da sua solidão agravada pela dedicação à casa decadente e adoecida antiga como a sua disposição para buscar uma saída mais honrosa e vivificante. Desilusões ao longo da vida não deveriam servir aos desânimos ou aos desestímulos. As unhas por fazer as raízes brancas nos cabelos. A maquiagem avessa. A tez seca. Queixas esquecidas. Roupas sem uso. Puídas. Abandono de egos e vaidades. As agulhas ímpares e branquíssimas como se entremeadas por fios de caramelo. A cabeça nas nuvens só para destoar dos amanheceres e crepúsculos mais ardentes. As choupanas que visitara numa juventude passada. Machucada de lua. Não aprendera sobre as perdas. Que só os que sabem do desapego conservam a dignidade e resistem.
A maturidade não é gratuita. Não me sujeito a modas ou cânones que considero inapropriados. Sou dona de mim e da minha vida. Há que desvencilhar-se dos ditames externos ao nosso ser. Não seria justo ultrapassar o tempo a nós destinado sem alguma, ainda que mínima, contribuição…
A maturidade não é gratuita. Não me sujeito a modas ou cânones que considero inapropriados. Sou dona de mim e da minha vida. Há que desvencilhar-se dos ditames externos ao nosso ser. Não seria justo ultrapassar o tempo a nós destinado sem alguma, ainda que mínima, contribuição para nosso próprio aperfeiçoamento e, com alguma sorte e total desapego, estendê-la ao próximo.
Levou consigo as petúnias que um dia se abriram e logo murcharam. Levou a neblina o pretenso braço desguarnecido de euforia e sobretudo capturou o que não foi nem inventara e tampouco fez de conta que eram contas silenciáveis. Deixou somente um fio contrastando com a erosão para…
Levou consigo as petúnias que um dia se abriram e logo murcharam. Levou a neblina o pretenso braço desguarnecido de euforia e sobretudo capturou o que não foi nem inventara e tampouco fez de conta que eram contas silenciáveis. Deixou somente um fio contrastando com a erosão para não ser totalmente estéril e ouvir em sua quase declinação. “Não seja um inseto dos destinos. Foi brevíssima e dúctil a docilidade com que numa farta ironia satirizou a indumentária como um lapso mordaz. Não me sobrecarregue com adjetivos como se fossem graças disponíveis em que não mora nenhuma gramática. Nesse quase mensurável êxtase aceito que partas sem partilhar-me silêncios ou livros ou cetins. Sou dos cortes não cerzidos mas polidos pela simbologia pelo gesto isento de tragédia. Sou uma concepção atípica um cajado sem declínios”
Estou aqui a me perder nas horas, lendo, descompromissadamente, as palavras de cada dia!
Eu era todo aquele silêncio disfarçado de pessoa.
Olha-me como se me visses.
Toda a cor é coração.