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Frases de Telvino carlos pacule

23 frases

somos quem somos porque lutamos com tudo que cruza o nosso caminha
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somos quem somos porque lutamos com tudo que cruza o nosso caminha sejamos firmes que alcançaremos tudo umildes uns aos outros que venceremos todos os obstaculosque nos cruza

A noite se deita A noite se deite sobre nós As estrelas brilham,
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A noite se deita A noite se deite sobre nós As estrelas brilham, Marcando tracejados lindos no céu Em virtude de alegrar-nos Ai que eu venho em sua direção Para te aquecer pois necessitas Silenciosamente tu falas Eu ouço pois te dou ouvidos Segurando você eu sinto Que tu és a partícula que me falta Para completar a metade de mim És o coração que me falta Pois deus deu apenas um Para que o segundo eu procure e encontre Telvino Carlos pacule in poesia

我想活着,所以我可以碰你 要保护自己,要坚强 爱你太多以避免
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我想活着,所以我可以碰你 要保护自己,要坚强 爱你太多以避免 你的眼神去哪里? 让你成为这个星球上最幸福的女人 让你成为我的朱丽叶我romeu 做你的雨伞来保护你免受太阳的侵害 成为天使吧 参与你的梦想 是上帝 破译它们 成为创造机器的科学家 我们的爱会计算 作为一个天才 看到我们爱的意义 在黑暗中照亮月亮 成为一颗闪耀你的星星

ele: olá gata ela: oi ele: tudo bem?
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ele: olá gata ela: oi ele: tudo bem? ela: tudo, e ai? ele: tudo ele: chamo me Telvino e ai ela: Cláudia ele: prazer ela: o prazer é todo meu ele: fecho os olhos ela: já esta ele: vês algo? ela: não ele: sou eu se você

"Diamantes em África dançam" Diamantes em África dançam, Sob a luz da lua cheia,
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"Diamantes em África dançam" Diamantes em África dançam, Sob a luz da lua cheia, Seus brilhos refletem as estrelas, Em um ritmo que só a noite conhece. Suas facetas cintilam, Como se fossem olhos de fogo, Dançam ao som do vento, Que sussurra segredos antigos. Na savana, onde a terra é vermelha, Eles brilham como estrelas caídas, Seus passos são leves e graciosos, Como se fossem dançarinos de uma corte real. Diamantes em África dançam, Com um ritmo que é só deles, Um segredo que só a noite sabe, E que ecoa pela eternidade.

Feridas do Amor Advertiram-me — o amor é lâmina e labirinto, é clarão que cega e ternura que destrói.
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Feridas do Amor Advertiram-me — o amor é lâmina e labirinto, é clarão que cega e ternura que destrói. Mas em ti, lancei-me, nu de razão, embriagado pela ilusão do eterno. Teu toque foi chama que encantou a carne, mas teu silêncio — punhal de ausência. Nos interstícios da memória ainda ecoa a promessa não dita, o adeus sem palavra. Amar-te foi cravar rosas no peito, foi dançar sobre espinhos com os pés da alma. E mesmo entre ruínas e cinzas frias, o meu querer insiste — como febre, como fado. Porque o amor, esse deus sem piedade, faz de nós servos e mártires, e transforma cada lágrima caída em verso sagrado da dor vivida.