Miragem Pode chover, eu não vou notar. Cantando minhas dores a beira do mar.
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Miragem Pode chover, eu não vou notar. Cantando minhas dores a beira do mar. Relembro teus olhos em frente aos meus, relembro o medo... Saudade que nunca morreu. Finjo ser mais, menos quando estas por perto. Sinto que sou pluma que o vento pode levar... Como cinzas ao meu chorar. Essa é a beleza interior, morta no exterior. Sou mudo quando tento falar, mas de vez queria perder todos os sentidos. Perder todo o ar... Penso que nos braços da morte habita a calma que tanto minha alma anseia. Queria ser cinza e voar com o vento.. Ser brasa, e queimar até extinguir a vida em mim.