Buscamos a continuidade, ou que cada momento seja casual, único e avassalador? Temos essa tendência reducionista de imaginar as relações como um encontro sem interrupções, mas será que os relacionamentos podem ser entendidos como uma única e permanente "conexão", ou como um conj…
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Buscamos a continuidade, ou que cada momento seja casual, único e avassalador? Temos essa tendência reducionista de imaginar as relações como um encontro sem interrupções, mas será que os relacionamentos podem ser entendidos como uma única e permanente "conexão", ou como um conjunto de diversos e preciosos pequenos encontros, separados apenas pelo desejo de estar junto novamente?