Dependência é miséria. Independência é felicidade.
Frases de Swami Vivekananda
42 frases
Somos o que nossos pensamentos nos fizeram. Portanto tome cuidado com o que você pensa. Nós nos convertemos no que pensamos.
Que os homens tenham luz, que sejam puros e espiritualmente fortes e educados. Só então a miséria cessará no mundo, não antes.
Manifeste a divindade interior e tudo será harmoniosamente arranjado ao redor.
Quem realmente sente a fraternidade não fala: faz e vive.
A ação que uma pessoa fez não pode ser destruída até que tenha dado seu fruto. Se faço uma má ação, devo sofrer por isto. Igualmente, se faço uma boa ação, não há poder no universo que possa impedi-la de dar bons resultados.
O que somos, isso vemos fora, porque o mundo é nosso espelho.
O que faz um homem erguer-se e trabalhar? Força. Força é bondade, fraqueza é pecado. O melhor guia na vida é a força. Descarte tudo que te enfraquece, não tenha nada a ver com isso.
Más ações contraem a alma, o poder diminui. Boas ações expandem a alma, o poder aumenta.
Há mulheres cuja presença faz o homem sentir-se dirigido a Deus. Mas há outras que o arrastam para baixo, ao inferno.
Nisto está a diferença entre o homem e os animais – o homem tem um poder maior de concentração. A diferença no poder de concentração também constitui a diferença entre um e outro homem.
Quanto mais calmos somos, maior a quantidade de trabalho que podemos fazer. O homem que se torna irado nunca faz uma grande quantidade de trabalho; apenas se quebra em pedaços e não faz nada prático.
Deixe um homem descer tão baixo quanto possível. Virá um tempo quando, por puro desespero, ele tomará uma curva ascendente.
A educação que não traz força de caráter, um espírito de filantropia e a coragem de um leão, é digna do nome?
Nós nos concentramos sobre aquelas coisas que amamos, e amamos aquelas coisas sobre as quais concentramos nossas mentes.
Imaginai que em vosso coração há um espaço e no meio desse espaço uma chama ardendo. Imaginai a essa chama como vossa própria alma, e dentro da chama outra efulgente luz, e que esta é a alma de vossa alma, o Eu.
Sem força não podemos ser morais e controlar as ações. Só o yoga nos prepara para pôr em prática os ensinamentos morais.
Mesmo o menor trabalho feito para outros desperta o poder interior; mesmo pensando no menor bem dos outros gradualmente instilará no coração a força de um leão.
A essência de toda educação é concentração da mente, não o coletar fatos.
É a ideia do corpo que nutre o egoísmo, a ilusão de que somos o corpo e devemos fazer o possível para preservá-lo e satisfazê-lo.
Levantem-se, oh Leões, e abandonem a ilusão de são ovelhas; vocês são almas imortais, espíritos livres, abençoados e eternos; vós não sois a matéria, vós não sois corpos; a matéria é sua serva, e não vocês, os servos da matéria.
Voltando ao nosso assunto, chegamos a seguir ao pranayama, controle da respiração. Que tem isso a ver com os poderes de concentração da mente? A respiração é como o volante desta máquina, o corpo. Numa grande máquina encontrais o volante se movimento, e aquele movimento é comunic…
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Voltando ao nosso assunto, chegamos a seguir ao pranayama, controle da respiração. Que tem isso a ver com os poderes de concentração da mente? A respiração é como o volante desta máquina, o corpo. Numa grande máquina encontrais o volante se movimento, e aquele movimento é comunicado à maquinaria cada vez mais fina, até que o mais delicado, o mais fino maquinismo da máquina é posto em movimento. A respiração é o volante, suprindo e regulando a força motriz de tudo neste corpo. Houve, certa vez, um ministro de um grande rei, que veio a cair em desgraça. O rei, como castigo, ordenou que o encerrassem numa torre muito alta. Isso foi feito, e ali o ministro foi deixado, para morrer. Tinha ele, entretanto, uma esposa fiel, que veio ter à torre, pela noite, e chamou o marido lá no alto para saber o que poderia fazer por ele. Disse-lhe o homem que voltasse na noite seguinte e trouxesse uma corda comprida, um pouco de cordão bem forte, barbante, fio de seda, um besouro, e um pouco de mel. Embora muito espantada, a boa esposa obedeceu e levou-lhe os artigos pedidos. O marido disse-lhe que amarrasse bem o fio de seda no besouro, depois untasse as antenas dele com uma gota de mel e o libertasse na parede da torre, com a cabeça voltada para cima. A mulher cumpriu aquelas instruções e o besouro iniciou sua longa jornada. Sentindo diante de si o cheiro do mel, foi-se arrastando para a frente, subindo, na esperança de alcançá-lo, até que chegou ao alto da torre, onde o ministro o agarrou e se apoderou do fio de seda. Disse, então, à esposa, que amarrasse na outra ponta o barbante, e depois de o ter içado, repetiu o processo com o cordão forte, e, finalmente, com a corda. O resto foi fácil. O ministro desceu da torre por meio da corda, e fugiu. Neste nosso corpo o movimento respiratório é o fio de seda. Mantendo-o e aprendendo a controlá-lo, apanhamos o barbante das correntes nervosas. Delas virá o cordão forte de nossos pensamentos, e, finalmente, a corda do prana10. Ao controlarmos o Prana, alcançaremos a liberdade
Canção do Sannyasi Faze vibrar o canto! A onde que nasceu Lá longe, onde mácula alguma do mundo jamais chegou,
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Canção do Sannyasi Faze vibrar o canto! A onde que nasceu Lá longe, onde mácula alguma do mundo jamais chegou, Nas cavernas das montanhas e nas clareiras das frondosas selvas, Cuja calma nenhuma ânsia de luxúria, fama ou fortuna Atreveu-se jamais a turvar, lá onde fluía a torrente De sabedoria, verdade, e a bem-aventurança que as acompanha, Canta alto este mantra – intrépido Sannyasin! – dize: “Om tat sat, Om” Rompe teus grilhões! Laços que te atam De ouro reluzente ou de metal ordinário, Amor, ódio; bem, mal; e todas as demais dualidades. Sabe: escravo é escravo acariciado ou açoitado, nunca liberto. Pois algemas, embora de ouro, nem por isso Menos forte são ao encadear. Então fora com ela – valoroso Sannyasin ! – fala: “Om tat sat, Om” Dissipa a obscuridade ! Fogo fátuo que agrega, Com luz tremeluzente, mais sombra sobre sombra. Extingue para sempre esta sede de vida que arrasta A alma, de morte e nascimento, de nascimento a morte. Conquista tudo, aquele que consquista a si mesmo. Sabe isto não te rendas Jamais – bravo Sannyasin ! – clama: “Om tat sat, Om” “Quem semeia colhe” – dizem – e a causa trará O inevitável efeito: o bem, bem; o mal, mal, e ninguém À lei escapa. Pois qualquer que tome uma forma Tem que aceitar os grilhões. Absolutamente certo ! Contudo, mais além De nome e forma está o Atman, sempre livre. Sabe que tu és Aquele – pertinaz Sannyasin – louva: “Om tat sat, Om” Ignoram a verdade aqueles que sonham sonhos tão frívolos Como pai, mãe, filhos, esposa e amigo. O Eu Supremo assexuado, de quem é pai, de quem é filho? De quem amigo, de quem inimigo é Ele, que não é senão o Uno? O Eu Supremo é o todo em tudo, ninguém mais existe. E tu és Aquele – valente Sannyasin ! – afirma: “Om tat sat, Om” Só existe Um: o Liberto, o Conhecedor, o Eu Supremo ! Sem nome, forma ou nódoa. Nele está Maya, sonhando todo este sonho. Ele, a testemunha, manifesta-se como natureza e espírito Sabe que tu és Aquele – denodado Sannyasin ! – exclama: “Om tat sat, Om” Onde buscas? Aquela liberdade, amigo, nem este mundo Nem o outro te podem dar. Vã é tua procura Em livros e templos. É só tua mão que agarra A corda que te arrasta. Cessa, portanto, teu lamento, Solta a amarra – indômito Sannyasin ! – exalta: “Om tat sat, Om” Dize: Paz a todos ! De mim não haja risco Para qualquer ser vivo. Nos que habitam as alturas e Naqueles que rastejam pelo chão, eu sou o Eu Supremo! Renuncio a toda vida aqui e além, A todos os céus, terras e infernos, a todas esperanças e temores. Corta assim todos os teus laços – arrojado Sannyasin! – brada: “Om tat sat, Om” Não te importes mais como este corpo vive ou morre. Tua tarefa está feita. Deixa que karma te conduza em sua corrente. Que alguém te ponhas guirlandas e outro te maltrate Esta carcaça – nada digas! Não pode haver elogio ou vitupério Onde o que elogia e o elogiado, o caluniador e o caluniado são Um. Sê, assim tranquilo – destemido Sannyasin! – celebra: “Om tat sat, Om” A verdade nunca medra onde habitam luxúria, fama E cobiça de lucro. Nenhum homem que pensa em mulher Como esposa pode ser perfeito. Tampouco aquele que possui o mais ínfimo bem; nem Aquele ao qual a ira subjuga pode trespassar as portas de Maya. Portanto, abandona tudo isso – ousado Sannyasin! – glorifica: “Om tat sat, Om” Não tenhas casa. Que lar pode te conter, amigo? O céu é teu teto, a relva teu leito e, alimento, Aquele que o acaso te traga – bem ou mal cozido – não o julgues. Comida ou bebida alguma corrompem aquele nobre Eu Supremo Que se conhece a Si Mesmo. Tal como um rio impetuoso e livre, Sê sempre tu mesmo – corajoso Sannyasin! – exprima: “Om tat sat, Om” Raros são os que conhecem a Verdade. Os demais te odiarão E rir-se-ão de ti – Ó Grande! – mas não lhes faças caso. Vai – Ó Livre – de lugar em lugar e ajuda-os A sair da obscuridade do véu de Maya. Sem temer a dor e sem buscar prazer, Transcende a ambos – estóico Sannyasin! – recita: “Om tat sat, Om” Assim, dia após dia, até que exaurido o poder de karma, Libera tua alma para sempre. Não mais nascimento! Nem eu, nem tu, nem deus, nem homem! O “Eu” tornou-se o Todo, O Todo é o “Eu”, é Beatitude, Bem-aventurança. Sabe que tu és Aquele – audaz Sannyasin! – canta: “Om tat sat, Om”
O mundo não é bom nem mau; cada homem constrói seu próprio mundo. Um cego pensa num mundo duro ou macio, frio ou quente. Somos uma mistura de felicidade e sofrimento, como já tivemos ocasião de comprovar centenas de vezes em nossa vida. Em geral os jovens são otimistas e os velho…
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O mundo não é bom nem mau; cada homem constrói seu próprio mundo. Um cego pensa num mundo duro ou macio, frio ou quente. Somos uma mistura de felicidade e sofrimento, como já tivemos ocasião de comprovar centenas de vezes em nossa vida. Em geral os jovens são otimistas e os velhos, pessimistas. Os jovens têm a vida diante de si, os velhos queixam-se de que seu tempo já passou; centenas de desejos insatisfeitos debatem-se em seus corações. Contudo ambos são tolos. A vida é boa ou má de acordo com o estado de espírito com que a contemplamos. Em si mesma, não é nada. O fogo, em si mesmo, não é bom nem mau. Quando somos aquecidos por ele, dizemos: “Como é lindo o fogo!”Ao queimar-nos os dedos, nós o condenamos. De acordo com o uso que fazemos dele, ele nos causa uma sensação boa ou má. O mesmo se dá com o mundo.